<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265</id><updated>2012-02-08T13:40:33.842-08:00</updated><title type='text'>Afrodite</title><subtitle type='html'>Página sobre as Edições Afrodite / Fernando Ribeiro de Mello</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>294</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-4290875773658946744</id><published>2012-02-08T13:27:00.000-08:00</published><updated>2012-02-08T13:40:33.961-08:00</updated><title type='text'>A Metafísica do Sexo, de Julius Evola</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Edição de 1976 &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Afrodite2.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 366px; DISPLAY: block; HEIGHT: 540px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Afrodite2.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Título Original – Metafísica del Sesso&lt;br /&gt;Autor – Julius Evola&lt;br /&gt;Tradutora – Elisa Teixeira Pinto&lt;br /&gt;Revisor Literário – Vítor Silva Tavares&lt;br /&gt;Capa – Nuno Amorim&lt;br /&gt;Revisor Tipográfico – Joaquim Meco&lt;br /&gt;Colecção Doutrina Intervenção&lt;br /&gt;Edição e Arranjo Gráfico – Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Contracapa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta obra de Julius Evola é já famosa na Europa graças a uma tradução alemã e a duas edições francesas. É uma obra única no seu género por considerar o sexo e a experiência sexual segundo aspectos e dimensões diversas a que se circunscreviam as actuais investigações psicológicas, sexólogas e mesmo psicanalíticas. Como o autor afirma explicitamente – uma vez que a época actual é caracterizada por uma espécie de obsessão do sexo e da mulher e dado que a psicanálise se esforçou por pôr em relevo o sexo como potência elementar obscura e subpessoal - , o seu propósito foi descobrir uma realidade do sexo não menos profunda, mas de natureza superior e transcendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo «metafísica» é efectivamente usado no livro num duplo sentido. Em primeiro lugar, no de uma investigação do significado último do eros e da experiência sexual, significado que excede tudo aquilo que é uma fisiologia, instinto de reprodução, simples carnalidade ou pálida sentimentalidade. Em segundo lugar, uma investigação que visa descobrir não só nas formas mais intensas da vida erótica, mas até no amor comum, centelhas de uma «transcendência», remoções momentâneas dos limites da consciência ordinária do homem e da mulher e, finalmente, aberturas para o supra-sensível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal investigação tem como contrapartida a documentação do que numerosas civilizações antigas ou não europeias reconheceram em matéria de sacralização do sexo e de uma sua utilização para fins extáticos, mágicos, iniciáticos ou evocatórios. É, assim, oferecido ao leitor um vastíssimo panorama que vai dos ritos secretos e orgiásticos tântricos e do dionisismo à demonologia e às experiências do Sabbat e dos «Fiéis de Amor» medievais, da prostituição sagrada e dos Mistérios da Mulher a práticas cabalísticas, árabes, extremo-orientais, etc. A referida metafísica do sexo permite, por outro lado, surpreender o que age na profundidade de fenómenos como o pudor, o ciúme, o sado-masochismo, a nudez feminina, o complexo amor-morte, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para além disso, o livro contém uma investigação comparada no campo da mitologia que permite descrever os «arquétipos» masculino e feminino e, a partir destes, os tipos fundamentais de homem e de mulher («deuses e deusas, homens e mulheres»), bem como permite ainda esboçar uma psicologia do «homem absoluto» e da «mulher absoluta» e individualizar as variedades e os condicionalismos do magnetismo sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dada a importância hoje assumida pelos problemas do sexo, a obra reveste-se de significado especial não só pelam luz diferente e insuspeita que lança sobre tais problemas, mas ainda pela orientação pessoal que dela pode extrair um tipo humano diferenciado. Independentemente da audácia das ideias e da ausência de preconceitos com que são tratados os argumentos mais escabrosos, o material seleccionado, recolhido nos domínios mais diversos - da ciência das religiões à psiquiatria, da etnologia à sociologia, à simbologia, às disciplinas iniciáticas ou esotéricas, à história da civilização – não encontra paralelo em qualquer outra obra existente, facto que foi reconhecido pela própria crítica estrangeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta edição foi enriquecida com um conjunto de ilustrações. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-4290875773658946744?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/4290875773658946744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/4290875773658946744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2012/02/metafisica-do-sexo-de-julius-evola.html' title='A Metafísica do Sexo, de Julius Evola'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-3896665063736998221</id><published>2011-12-28T15:25:00.000-08:00</published><updated>2011-12-28T15:28:34.431-08:00</updated><title type='text'>Livros Afrodite na Livraria Ultramarina</title><content type='html'>Na Livraria Histórica Ultramarina encontrámos uma excelente montra de livros das Edições Afrodite para venda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendamos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.livrariaultramarina.com/index.php?cPath=125&amp;amp;osCsid=0e41024597993e65d03ce8c352713e71"&gt;Livros Afrodite Livraria Histórica Ultramarina&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-3896665063736998221?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3896665063736998221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3896665063736998221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2011/12/livros-afrodite-na-livraria-ultramarina.html' title='Livros Afrodite na Livraria Ultramarina'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-4291674993896130623</id><published>2011-12-06T11:11:00.000-08:00</published><updated>2011-12-06T11:22:19.611-08:00</updated><title type='text'>As 50 Posições</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;(Edição de Agosto de 1978)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Afrodite1.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 350px; DISPLAY: block; HEIGHT: 230px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Afrodite1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;As 50 Posições&lt;br /&gt;Manual Prático de Mesa de Cabeceira &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Texto e direcção de posições: José Sobral&lt;br /&gt;Coordenação e fotografia: José Carlos e José Sobral&lt;br /&gt;Arranjo gráfico: José Sobral / Edições Afrodite&lt;br /&gt;Edição e direitos exclusivos: Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;“Não pretende a presente edição pôr em causa ou sobrepor-se à capacidade de imaginação dos leitores no tocante às relações sexuais e mais especificamente às diversas formas e processos de concretização das mesmas. Tem sim mais a ver com um convite ao abandono de todas as inibições neste campo, a fim de que o «fazer amor» se possa realmente tornar um acto verdadeiramente libertador para o qual não será necessário empreender nenhuma revolução pois apenas duas pessoas são suficientes”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-4291674993896130623?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/4291674993896130623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/4291674993896130623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2011/12/as-50-posicoes.html' title='As 50 Posições'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-1439605598154318428</id><published>2011-09-15T13:56:00.000-07:00</published><updated>2011-09-15T14:01:20.524-07:00</updated><title type='text'>Procuram-se</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CIMG4618.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CIMG4618.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para completar a colecção (catálogo) das Edições Afrodite, procuramos os seguintes livros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Massagem Sensual – Hans Parker, 1984 (Corpo Solar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colecção Cabra Cega (Infantil):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Afinal o Castelo Era Verdade – Júlio Moreira, 1968&lt;br /&gt;3 – Os Quatro Corações do Coração – Ricardo Alberty, 1968&lt;br /&gt;4 – Perrault Vai Contar – Maria Alberta Menéres, 1969&lt;br /&gt;7 – Histórias de Bichos em África – Tomáz Ribas, 1970&lt;br /&gt;9 – A Nuvem e o Caracol – António Torrado, 1972&lt;br /&gt;10 – Uma Rosa Na Tromba de um Elefante – António José Forte, 1971&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém tiver para venda, deve contactar pelo mail: ricardojorge7@sapo.pt &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-1439605598154318428?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1439605598154318428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1439605598154318428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2011/09/procuram-se.html' title='Procuram-se'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-7405613088344810879</id><published>2011-07-25T16:12:00.000-07:00</published><updated>2011-07-25T16:31:49.499-07:00</updated><title type='text'>Anuário do Futebol</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AnuriodoFutebol.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 339px; DISPLAY: block; HEIGHT: 500px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AnuriodoFutebol.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em 1983 Fernando Ribeiro de Mello foi responsável pela publicação de um completo Anuário do Futebol Português e Europeu 1983/84. Não teve a chancela das Edições Afrodite mas da Renovação, que tinha como editor responsável, J. Alvim de Carvalho. Para este trabalho, Fernando Ribeiro de Mello contou com a colaboração dos melhores jornalistas desportivos e destacadas personalidades da época (ver ficha técnica), resultando todo o volume numa edição de grande qualidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ficha Técnica: &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Director:&lt;/strong&gt; Fernando Ribeiro de Mello&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Director-Adjunto:&lt;/strong&gt; J. Alvim de Carvalho&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coordenador:&lt;/strong&gt; Neves de Sousa&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Consultores Técnicos:&lt;/strong&gt; Mário Zambujal, Neves de Sousa &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Redactores:&lt;/strong&gt; Carlos Morgado, Costa Martins, Cruz dos Santos, Daniel Reis, David Sequerra, Eugénio Queirós, Filomena Araújo, Henrique Parreirão, Ilídio Trindade, José Manuel Fernandes Sousa, José Manuel Freitas, José Manuel Moroso, Neves de Sousa, Manuel Neto, Orlando Dias Agudo, Ribeiro Cristóvão, Rui Cabral, Wilson Brasil. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Repórteres Fotográficos:&lt;/strong&gt; António Capela, Bruno Neves, Lobo Pimentel Jr., Óscar Saraiva &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Convidados Especiais:&lt;/strong&gt; Albertino Antunes, António Ramalho Eanes, António Reis, David-Mourão Ferreira, Fernando Assis Pacheco, João Palma-Ferreira, Joaquim Letria, Lacerda e Melo, Manuel Marques, Mário Soares, Monge da Silva, Nuno Rocha, Pacheco de Andrade, Santos Ruivo, Victor Direito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ilustradores:&lt;/strong&gt; António, Augusto Cid, José de Lemos, Victor Ribeiro. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capa:&lt;/strong&gt; Victor Ribeiro&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arranjo Gráfico:&lt;/strong&gt; Daniel Martins&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Gente Fala de Futebol:&lt;/strong&gt; Afonso Cautela, Afonso Pinto de Magalhães, Agapito Pinto, Amadeu Lopes Sabino, Amália Rodrigues, Ângelo Correia, António, António Alçada Baptista, António Baptista Fernandes, António Carvalho, António Gentil Martins, António Gomes, António Leal Lopes, António Paredes, António Valdemar, António Vitorino d´Almeida, Armado Marques, Artur Agostinho, Artur Varatojo, As Doce, Augusto de Carvalho, Augusto Cid, Aventino Teixeira, Beatriz Costa, Camilo de Oliveira, Carlos do Carmo, Carlos Cruz, Carlos Lopes, Carlos Plantier, Carlos Vargas, Cecília Barreira, Diogo Leite de Campos, Diogo Saraiva e Sousa, Dórdio Guimarães, Eugénio Salvador, Fernando Pádua, Fernando Piteira Santos, Fialho Gouveia, Francisco Sousa Neves, Francisco Sousa Tavares, Isabel Bahia, Isabel Hub Faria, João Rosa, João Salgado, João Sousa Monteiro, João Vaz, Jorge Ponce Leão, José Alarcão Troni, José Cardoso Pires, José Carlos Ary dos Santos, José Luis Feronha, José Machado Leite, José Manuel Casqueiro, José Manuel Serrão, José Maria Pedroto, José Miguel Júdice, José Pedro Croft, José Vaz Pereira, Júlio Isidro, Krus Abecassis, Lia Gama, Luís Azevedo, Luís Fontoura, Luís Lagrifa, Maldonado Gonelha, Manuel Alegre, Manuel Figueira, Marcelo Rebelo de Sousa, Maria Alberta Meneres, Maria Antónia Palla, Maria Antónia Vasconcelos, Mário Viegas, Miguel Veiga, Moniz Pereira, Natália Correia, Nené, Nuno Xara Brasil, Octávio Pato, Paulo Portas, Pedro d´Anunciação, Peixe Dias, Raul Lourenço Lapa (“Horus”), Raul Solnado, Rita Rolão Preto, Rosa Lobato Faria, Ruy Carvalho, Sá Pereira, Sam, Sanches Osório, Sousa Veloso, Teresa Matos Sequeira, Teresa Monteiro, Tomás Branquinho da Fonseca, Tomás Ribas, Vera Lagoa, Vítor Alves, Victor Hugo Sequeira, Vítor Jesus, Vítor Matias Ferreira. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Concepção e Plano Geral da Obra:&lt;/strong&gt; Fernando Ribeiro de Mello e J. Alvim de Carvalho&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Editor Responsável:&lt;/strong&gt; J. Alvim de Carvalho (registado sob o n.º 409 409)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Copyright:&lt;/strong&gt; «Anuário do Futebol Português e Europeu» (publicação periódica e Europeu)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Proprietários:&lt;/strong&gt; L. Graciano Mota e Rodrigo Luz&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Edição:&lt;/strong&gt; Renovação. (Apartado 1617 – 1016 LISBOA CODEX) Tiragem: 20 000 exemplares. Setembro 1983&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Distribuição Exclusiva:&lt;/strong&gt; Electroliber, Lda. (Apartado 4004 – 1501 Lisboa Codex)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-7405613088344810879?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7405613088344810879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7405613088344810879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2011/07/anuario-do-futebol.html' title='Anuário do Futebol'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-518194445295503418</id><published>2011-07-06T15:52:00.000-07:00</published><updated>2011-07-06T16:10:49.254-07:00</updated><title type='text'>Duchamp por Breton</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Duchamp.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 351px; DISPLAY: block; HEIGHT: 499px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Duchamp.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Regressamos à &lt;/span&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/11/antologia-do-humor-negro-de-andre.html"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Antologia do Humor Negro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; para aqui deixarmos o texto onde André Breton apresenta um dos autores antologiados, Marcel Duchamp. Texto traduzido por Luiza Neto Jorge.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo franqueado o fosso que separa as ideias particulares das ideias gerais, o que já é próprio dos grandes espíritos, o génio de Marcel Duchamp consiste, talvez, em tê-las, por seu turno, abandonado para se antecipar aquilo a que poderíamos chamar as ideias gerais particularizadas. Perguntamo-nos, assim, se, sob o nome de Délie, Maurice Scève terá cantado uma determinada mulher, “l´idée”¹ (abstraída de toda e qualquer representação feminina), &lt;em&gt;l´idée&lt;/em&gt; cujo anagrama é Délie. Tendo os princípios correntes do conhecimento e da existência e da existência sido deliberadamente transgredidos, acontece que pela primeira vez, com Duchamp, se pode «dar sempre ou quase sempre o porquê da escolha entre duas ou mais soluções (por causalidade irónica)», ou seja, fazer intervir o prazer na própria formulação da lei à qual a realidade deverá responder. (Exemplos: «um fio horizontal tomba da altura de um metro sobre um plano horizontal, &lt;em&gt;deformando-se como bem lhe apraz&lt;/em&gt; e apresenta uma nova figura da unidade de comprimento», ou «&lt;em&gt;por condescendência&lt;/em&gt;, um peso é mais pesado à descida do que à subida», as garrafas de marca (género Benedictine) obedecem a um princípio de densidade oscilante.) É nisto que reside aquilo a que Duchamp chamou o «ironismo de afirmação», por oposição ao «ironismo negador, unicamente o que está para o humor como a flor da farinha para o trigo. Neste caso o moleiro, aquele que, ao cabo, de todo o processo histórico de desenvolvimento do dandismo, acedeu, no dizer de Mme Gabrielle Buffet, a fazer figura de «técnico benévolo», o nosso amigo Marcel Duchamp é seguramente o homem mais inteligente e (para muitos) o mais incómodo desta primeira parte do século vinte. A questão da realidade, nas suas relações com a possibilidade, questão essa que continua a ser a grande fonte de angústia, encontra aqui resolução, da maneira mais audaciosa: «A realidade possível (obtém-se) &lt;em&gt;distendendo um pouco&lt;/em&gt; as leis físicas e químicas.» Temos por certo que, mais tarde, se tentará encontrar a ordem cronológica rigorosa dos achados a que no campo plástico este método foi susceptível de levar Marcel Duchamp e cuja enumeração excederia o âmbito desta nota. O futuro só terá que remontar sistematicamente o seu curso e descrever-lhe cautelosamente os meandros, em busca do tesouro oculto que foi o espírito de Duchamp, através deste, daquilo que mais raro e precioso há nele, o próprio espírito do nosso tempo. Ora isto implica não só uma iniciação mais profunda como também a mais moderna maneira de sentir, cujo humor se apresenta, nesta obra, como condição implícita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após uma passagem meteórica pela pintura (&lt;em&gt;Jeune homme triste dans un train, Nu descendant un escalier, Le roi et la reine entourés de nus vites, Le roi et la reine traversés par dês nus vites, Vierge, Le passage de la Vierge à la Mariée, Mariée&lt;/em&gt;), e ao mesmo tempo que, de 1912 a 1923, se vai consagrando a essa espécie de «anti-obra-prima»: &lt;em&gt;La mariée mise à nu par ses célibataires même&lt;/em&gt;, que constitui a sua obra capital, Duchamp, como protesto contra a indigência, a seriedade e a vaidade artísticas, assina um certo número de objectos feitos (&lt;em&gt;ready made&lt;/em&gt;) dignificados a &lt;em&gt;priori&lt;/em&gt; unicamente em virtude da sua escolha: cabide, pente, garrafeira, rodas de bicicletas, urinol, pá para a neve, etc. Enquanto não passa aos &lt;em&gt;ready made&lt;/em&gt; recíprocos («servir-se de um Rembrandt como tábua de engomar»), contenta-se, ainda no mesmo campo, com os &lt;em&gt;ready made&lt;/em&gt; auxiliados: Joconda (sic) embelezada com um par de bigodes, gaiola de pássaros cheia de pedaços de mármore branco a imitar cubos de açúcar e atravessada por um termómetro, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alternância com alguns preconceitos inéditos, bem característicos da sua maneira de ser, apresentaremos aqui uma série assaz completa de frases compostas de palavras submetidas ao «regime da coincidência», frases nas quais este ou aquele objecto encontrou o seu acompanhamento ideal, frases que têm o próprio brilho da telescopagem (sic) e mostram o que no campo da linguagem é possível esperar do «acaso em conserva», a grande especialidade de Marcel Duchamp. &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;1 A ideia (N. T.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andre Breton&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-518194445295503418?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/518194445295503418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/518194445295503418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2011/07/breton-sobre-duchamp.html' title='Duchamp por Breton'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-5101566578771883422</id><published>2011-06-27T15:40:00.000-07:00</published><updated>2011-06-27T16:08:37.261-07:00</updated><title type='text'>As Crianças Falam</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(edição de Novembro de 1974) &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AsCrinaasFalam-2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 255px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AsCrinaasFalam-2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Recolha e selecção de Adriana Calvet e Elsa Anahory&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Arranjo gráfico de Victor Belém &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Todos os direitos reservados por Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para efeitos legais esta edição foi da responsabilidade de «Publicações Culturais Engrenagem, Lda.» &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nota de Edição&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;2 Considerações Prévias &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Todas as crianças são poetas – Roland Barthes &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;1 – Neste volume reúnem-se textos escritos pela mão de determinadas crianças, ao lado de falas gravadas pelas mesmas. Há-de considerar-se o facto de nem aqueles textos nem estas falas terem sido retocadas (corrigidas, embelezadas ou moralizadas) por mão adulta. Desse facto resulta para esta edição uma especial importância. Mais que manifestação literata, tudo o que se vais ler é apenas matéria útil aos que se dedicam à investigação do modo infantil de dizer. Os limites destes trechos são os limites desse modo de expressão, parecendo-nos menos certo que a informação adulta viesse a modificar (vitimar) o que quer que seja as estas falas e textos, cuja poética, assim, reside exactamente no facto de terem sido realizados – sempre e só – por crianças. O que por acaso, é muito importante. E incomum, entre nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Os autores destes textos procedem de estratos sociais burgueses e ao investigador aturado não faltaram ocasiões de verificar esse facto. Novamente se diga que a importância que tal circunstância pode tirar (ou pôr) aos trechos deste livro é a mesma que existirá em trabalhos semelhantes, feitos ou a fazer com crianças de outros estratos e respectivas linguagens. Se eles forem aparecendo completarão a tarefa que com este volume se inicia e que fica necessariamente parcelar e incompleta. Nem por isso deixamos de crer que este trabalho seja politicamente útil, consultivo e inovador. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-5101566578771883422?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5101566578771883422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5101566578771883422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2011/06/as-criancas-falam.html' title='As Crianças Falam'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-5709106599244411580</id><published>2011-06-10T15:48:00.000-07:00</published><updated>2011-06-10T16:03:27.602-07:00</updated><title type='text'>Um post no blog Porta da Loja</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/ppoliticos.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/ppoliticos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para o blog &lt;a href="http://portadaloja.blogspot.com/"&gt;Porta da Loja&lt;/a&gt; fazemos &lt;a href="http://portadaloja.blogspot.com/2011/06/esquerda-e-social-democracia.html"&gt;uma ligação a um post onde se destacam algumas opções políticas do PPD/PSD e do PRP-PR&lt;/a&gt;, em 1975, a partir do livro &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/06/esclarecer-o-eleitor-inquerito-aos.html"&gt;Esclarecer o Eleitor: Inquério aos Partidos Políticos.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-5709106599244411580?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5709106599244411580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5709106599244411580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2011/06/um-post-no-blog-porta-da-loja.html' title='Um post no blog Porta da Loja'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-9066355433845178857</id><published>2011-04-25T13:24:00.001-07:00</published><updated>2011-04-25T13:30:24.010-07:00</updated><title type='text'>Algumas ilustrações de Henrique Manuel para Alecrim, Alecrim aos Molhos...</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AlecrimaosMolhos4.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 402px; height: 610px;" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AlecrimaosMolhos4.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AlecrimaosMolhos3.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 402px; height: 610px;" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AlecrimaosMolhos3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AlecrimaosMolhos2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 402px; height: 610px;" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AlecrimaosMolhos2.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AlecrimaosMolhos1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 402px; height: 610px;" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AlecrimaosMolhos1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-9066355433845178857?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/9066355433845178857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/9066355433845178857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2011/04/algumas-ilustracoes-de-henrique-manuel.html' title='Algumas ilustrações de Henrique Manuel para Alecrim, Alecrim aos Molhos...'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-8877170842234784554</id><published>2011-03-30T14:55:00.000-07:00</published><updated>2011-04-25T13:35:28.922-07:00</updated><title type='text'>Alecrim, Alecrim aos Molhos... de José Martins Garcia</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(Novembro de 1974) &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AlecrimaosMolhos.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 395px; CURSOR: hand; HEIGHT: 539px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AlecrimaosMolhos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2011/04/algumas-ilustracoes-de-henrique-manuel.html"&gt;Ilustrações e capa de Henrique Manuel&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;Arranjo gráfico de Edições Afrodite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta edição reúne os seguintes contos de José Martins Garcia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alecrim, Alecrim aos Molhos...&lt;br /&gt;O Conto do Vigário&lt;br /&gt;O Filho da Pregação&lt;br /&gt;Ó Terra Amada&lt;br /&gt;Ascensão e Queda de Alfredo Malagueta&lt;br /&gt;Violino e Orquestra&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-8877170842234784554?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8877170842234784554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8877170842234784554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2011/03/alecrim-alecrim-aos-molhos-de-jose.html' title='Alecrim, Alecrim aos Molhos... de José Martins Garcia'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-7606085281868552131</id><published>2011-03-12T08:49:00.000-08:00</published><updated>2011-03-12T09:02:54.379-08:00</updated><title type='text'>1.ª edição de Chico da CUF</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/UnioSovitica.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 395px; DISPLAY: block; HEIGHT: 539px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/UnioSovitica.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/01/26-anos-da-unio-sovitica-de-francisco.html"&gt;O livro Chico da CUF / 26 Anos na União Soviética já aqui havia sido apresentado, mas numa 4.ª edição&lt;/a&gt;. Voltamos agora a dar-lhe destaque porque entretanto adquirimos uma 1.ª edição. Esta distingue-se das posteriores pela cor da capa, de um vermelho mais escuro, quase grená.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este livro foi um dos mais vendidos da história das Edições Afrodite. Foram várias edições feitas durante os anos 70 do século passado. Hoje em dia encontra-se com alguma facilidade a preços muito acessíveis. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-7606085281868552131?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7606085281868552131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7606085281868552131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2011/03/1-edicao-de-chico-da-cuf.html' title='1.ª edição de Chico da CUF'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-6494365834585867907</id><published>2011-02-19T08:18:00.000-08:00</published><updated>2011-02-19T08:40:08.753-08:00</updated><title type='text'>O Blog da Cotovia</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/cotovia.gif"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 280px; DISPLAY: block; HEIGHT: 65px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/cotovia.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A Cotovia tem já tem um blog. Por lá podemos encontrar "textos inéditos de vários autores da editora: Jacinto Lucas Pires, António Pinto Ribeiro, ou Valeska de Aguirre, entre outros, tal como trechos de obras a publicar em breve." &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Esta editora apostou recentemente na edição de títulos sobre o judaísmo. Uma interessante colecção que dá pelo nome de Judaica. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://blogdacotovia.blogspot.com/2011/01/judaica-apresentacao-da-coleccao-pelo.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Aqui fica a apresentação pelo editor André Fernandes Jorge.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://blogdacotovia.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Blog da Cotovia&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-6494365834585867907?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6494365834585867907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6494365834585867907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2011/02/o-blog-da-cotovia.html' title='O Blog da Cotovia'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-8467457487595182235</id><published>2011-02-12T06:35:00.000-08:00</published><updated>2011-02-12T06:54:08.067-08:00</updated><title type='text'>A peça de teatro O Encoberto</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/OEnconbertoC.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 402px; DISPLAY: block; HEIGHT: 610px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/OEnconbertoC.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/OEncobertoB.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 402px; DISPLAY: block; HEIGHT: 610px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/OEncobertoB.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; (ilustração e foto da peça na publicação das Edições Afrodite)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2011/01/o-encoberto-de-natalia-correia.html"&gt;A 2.º edição de &lt;em&gt;O Encoberto &lt;/em&gt;&lt;/a&gt;tornou acessível o texto, numa altura em que foi levado ao palco. Fez parte do repertório da Cooperativa Portuguesa de Teatro. A encenação foi de Carlos Avilez, a música de Fernando Guerra, a assistência coreográfica de Isabel Santa-Rosa e a realização plástica de Lima de Freitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os actores destacamos Armado Cortez no papel de D. João de Castro, Fernanda Borsatti no papel 1.ª Catadeira, Rui de Carvalho como Bonani-D. Sebastião e Vitor de Sousa representado Cristovão de Moura. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O editor esclarece que “a edição reproduz rigorosamente o texto da primeira publicada em 1969 e proibida de circular pela censura então vigente. A representação agora em cena de &lt;em&gt;O Encoberto&lt;/em&gt;” também respeita integralmente este texto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No livro não há referências à data de edição, à altura em que o espectáculo foi apresentado nem sobre o palco onde o foi. A data que apresentamos para a edição com o selo Afrodite (1977), é a que está no catálogo da Biblioteca Nacional &lt;em&gt;online&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-8467457487595182235?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8467457487595182235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8467457487595182235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2011/02/peca-de-teatro-o-encoberto.html' title='A peça de teatro O Encoberto'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-7520175744771095610</id><published>2011-01-28T04:50:00.000-08:00</published><updated>2011-01-28T04:56:31.813-08:00</updated><title type='text'>O Encoberto, de Natália Correia</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;(edição de 1977)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/OEncobertoA.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 385px; DISPLAY: block; HEIGHT: 599px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/OEncobertoA.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Esta edição reproduz rigorosamente o texto da primeira publicada em 1969 e proibida de circular pela censura então vigente. A representação agora em cena de “O Encoberto” também respeita integralmente este texto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Título – O Encoberto – Teatro&lt;br /&gt;Autor – Natália Correia&lt;br /&gt;Colecção – Autores II&lt;br /&gt;Capa – Nuno Amorim&lt;br /&gt;Fotos da Representação – Nuno Calvet&lt;br /&gt;Edição e Arranjo Gráfico – Edições Afrodite&lt;br /&gt;Copyright – Natália Correia / Ed. Afrodite&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Na Contracapa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esta peça foi escrita sob o pesadume do regime fascista que a proibiu de subir à cena e mesmo de circular em livro. Não logrou porém a interdição impedir que, pelos canais da divulgação clandestina “O Encoberto” fosse ganhando foros de clássico da dramaturgia moderna. Estudantes estrangeiros dedicam-lhe teses e passagens do seu texto epigrafam estudos sebásticos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em “O Encoberto” a autora desvia-se do enfoque habitual do mito de D. Sebastião, desdenhando a circunscrição histórica que o aperta numa data. O reinado filipino é só uma camada da estrutura dramática que se dilui na intemporalidade do mito de que é apoio antitético. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A composição enevoada do mito, configurada na manhã de nevoeiro que será rasgada pela visão reluzente do Salvador é a densidade psicológica de um povo em situação omissa. Nesta se funda a acção da peça, na qual todas as personificações gravitantes de D. Sebastião são fantasmas por alucinante arrastamento. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Neste campo de apetência subjectiva do povo português Natália Correia imprimiu uma “actualidade contínua” ao seu Encoberto. Seja qual for a época em que expluda a crise de omissão nacional, esta plasma-se no sonho espectante da vinda do Desejado. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para acalentar a ressurgência do mito estava particularmente destinado este nosso tempo de hecatombe histórica. O afundamento de séculos de vida nacional, acutilada por uma cadeia de desestabilizações, algumas delas visando o colapso da independência nacional, viria repor no horizonte da persistente vocação sebástica a estrela absurda do Rei Fantasma. É de facto impressionante que num texto de resistência à “ocupação fascista” a autora tenha visionado uma &lt;strong&gt;situação de fim&lt;/strong&gt; que viria a produzir-se na sequência de uma revolução conduzida por forças adversas aos imperativos nacionais e na qual dramaticamente se aclimata a fisionomia que imprimiu a D. Sebastião. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Merece também um curioso destaque ter Natália Correia intencionado no desfecho da sua peça a mundialização do mito sebástico. Dir-se-ia que a autora vaticinava há nove anos vir a converter-se Portugal num ponto de agudização da crise ocidental promotora de um sentimento escatológico que vai buscar esperanças à reserva messiânica nomeadamente no culto dos &lt;strong&gt;ovnis.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-7520175744771095610?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7520175744771095610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7520175744771095610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2011/01/o-encoberto-de-natalia-correia.html' title='O Encoberto, de Natália Correia'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-668694304983300044</id><published>2010-12-20T14:36:00.000-08:00</published><updated>2010-12-20T15:08:53.667-08:00</updated><title type='text'>Só dessas editoras!?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Interessante o artigo de Gonçalo Mira no suplemento Ípsilon do Público de 17 de Dezembro de 2010. Intitulado “Pode-se Julgar um Livro pela Capa”, versa sobre a composição gráfica das capas de algumas editoras portuguesas. O autor abordou a arte de casas como a &lt;a href="http://www.livrosdeareia.com/"&gt;Livros de Areia&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.ahabedicoes.com/"&gt;Ahab&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://editoraetc.blogspot.com/"&gt;&amp;amp; etc&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.tintadachina.pt/"&gt;Tinta da China&lt;/a&gt;. De fora ficou uma apreciação ao trabalho e identidade gráfica de editoras como a &lt;a href="http://www.assirio.pt/"&gt;Assirio &amp;amp; Alvim&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.poemaclaro.com/antigona/html/640x400.html"&gt;Antígona&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.relogiodagua.pt/"&gt;Relógio D´Água&lt;/a&gt; e outras mais pequenas, mas igualmente interessantes na forma como apresentam os seus livros, sendo exemplo a &lt;a href="http://www.ovni.org/"&gt;Ovni&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Talvez, se o texto fosse mais longo, tivesse havido espaço para uma abordagem histórica do que se tem feito em Portugal para tornar os livros mais apelativos nas livrarias. E nesse campo, as Edições Afrodite são incontornáveis pela inovação e cuidado que Fernando Ribeiro de Mello quase sempre garantiu nas suas capas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Exemplo ainda de outra editora de apurado trabalho com as suas capas foi a extinta Hiena. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Eis algumas das mais bem conseguidas capas das Edições Afrodite:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AntologiaHumorNegro.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 238px; CURSOR: hand; HEIGHT: 326px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AntologiaHumorNegro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/11/antologia-do-humor-negro-de-andre.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Antologia do Humor Negro&lt;/em&gt;, de André Breton. Capa com trabalho gráfico sobre fotografia com o bispo!! André Breton.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/08/cara-lh-amas-de-e-m-de-melo-e-castro.html"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 244px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CaraLhaMas.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/08/cara-lh-amas-de-e-m-de-melo-e-castro.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Cara Lha Amas, poemas eróticos e sarcásticos&lt;/em&gt; de E. M. de Melo e Castro. Capa e arranjo gráfico: Edições Afrodite. Arte final: Nuno Amorim.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/ApocalipseJoaoK.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 316px; CURSOR: hand; HEIGHT: 309px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/ApocalipseJoaoK.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2006/07/apocalipse-do-apstolo-joo.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Apocalipse do Apóstolo João&lt;/em&gt;. Capa de Martim Avillez&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-668694304983300044?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/668694304983300044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/668694304983300044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/12/so-dessas-editoras.html' title='Só dessas editoras!?'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-6953230254981272482</id><published>2010-12-09T15:13:00.000-08:00</published><updated>2010-12-09T15:27:49.042-08:00</updated><title type='text'>blog da &amp;etc</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Audencapa02.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 350px; CURSOR: hand; HEIGHT: 408px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Audencapa02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Saúda-se o nascimento da página/blog da editora &amp;amp; etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Podemos agora saber das novidades de Vitor Silva Tavares em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://editoraetc.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://editoraetc.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A mais recente edição é um raro texto de W. H. Auden, intitulada &lt;em&gt;O Prolífico e o Devorador.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-6953230254981272482?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6953230254981272482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6953230254981272482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/12/blog-da.html' title='blog da &amp;etc'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-3330901096797243675</id><published>2010-11-25T15:16:00.000-08:00</published><updated>2010-11-25T15:35:05.002-08:00</updated><title type='text'>Boas prendas para o Natal</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para uma boa prenda de Natal, recomendamos alguns livros das Edições Afrodite que encontrámos à venda &lt;em&gt;online&lt;/em&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://frenesilivros.blogspot.com/2010/11/antologia-de-vanguarda.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Na Frenesi Loja: uma Antologia de Vanguarda a 45 Euros.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.letralivre.com/catalogo/detalhes_produto.php?id=45542"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Na Letra Livre: uma Antologia de Poesia Latina Erótica e Satírica a 30 Euros.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.livrariaarteseletras.pt/catalog/product_info.php?products_id=4418&amp;amp;osCsid=884c4daaadcdf8fbf3550786bb412924"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Na Livraria Artes e Letras: um exemplar de Sobre as Feiticeiras a 18 Euros.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://livraria-esperanca.pt/loja/detalhe.aspx?C=20254"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Na Livraria Esperança: um exemplar de Revolucionarios e Querubins a 7,33 Euros&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alfarrabistaavelarmachado.com.pt/loja/product_info.php/manufacturers_id/5163/products_id/8517520"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;No alfarrabista Avelar Machado: uma Antologia do Humor Português a 90 Euros.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-3330901096797243675?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3330901096797243675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3330901096797243675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/11/boas-prendas-para-o-natal.html' title='Boas prendas para o Natal'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-6347063801853960895</id><published>2010-11-04T16:21:00.000-07:00</published><updated>2010-11-04T16:31:18.452-07:00</updated><title type='text'>Da nova Antologia do Humor Português</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/antologia.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 414px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/antologia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/12/nova-antologia-do-humor-portugus.html"&gt;Já aqui haviamos feito referência à edição da Antologia do Humor Português, da responsabilidade de Nuno Artur Silva e Inês Fonseca Santos&lt;/a&gt;. Foi uma continuação da &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/03/antologia-do-humor-portugus.html"&gt;antologia de Ribeiro de Mello&lt;/a&gt;. Pegamos no prefácio de Nuno Artur Silva para retiramos o seguinte excerto, onde há referências à Antolgia do Humor Português das Edições Afrodite:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Método processual desta antologia: porquê a partir de 69? Antes de mais porque é um curioso número, como já tinha observado o anterior presidente da Assembleia da República, Mota Amaral. Depois porque havia uma também anterior – excelente – antologia do humor português editada precisamente em 1969 (Antologia do Humor Português, Fernando Ribeiro de Mello, Afrodite, Lisboa, 1969), cuja leitura nunca será demais recomendar. E que, portanto, recomendamos. É um magnifico tijolo de quase mil páginas, com prefácio de Ernesto Sampaio, qure seria muito oportuno reeditar. A sua leitura permite-nos ter uma visão voo de pássaro sobre o humor português, desde as cantigas de escárnio e maldizer a Gil Vicente, de Fernão Mendes Pinto a António José da Silva, de Bocage a José Agostinho Macedo, de Camilo Castelo Branco a Eça de Queiróz, de Gervásio Lobato a Fialho de Almeida, de Almada Negreiros a Manuel de Lima, de Mário Henrique-Leiria a Mário Cesariny de Vasconcelos, ou de Alexandre O´Neill a Luiz Pacheco, de Artur Portela (Filho) a José Carlos Ary dos Santos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Tal como esta que agora introduzimos, também a Antologia do Humor Português, de Fernando Ribeiro de Mello, deixa de fora muito do humor português. Não só todo o que se perdeu por não ter sido editado em livro, como muito outro que não era tradição sequer publicar (Por exemplo, os extraordinários guiões dos filmes portugueses dos anos quarenta, nomedadamente do´&lt;em&gt;Pai Tirano&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;A Canção de Lisboa&lt;/em&gt;, ou &lt;em&gt;O Pátio das Cantigas&lt;/em&gt;, entre outros).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Vamos começar, pois, onde a anterior antologia acabou. Repetindo, é certo, alguns nomes, mas não os mesmos textos. A sequência, tal como na antologia de Ribeiro de Mello, tem que ver com a data de nascimento dos autores. Este parece-nos ser o critério mais eficaz para termos uma visão panorâmica relativamente à prática do humor na literatura portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-6347063801853960895?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6347063801853960895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6347063801853960895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/11/da-nova-antologia-do-humor-portugues.html' title='Da nova Antologia do Humor Português'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-8366291329630657395</id><published>2010-10-30T03:09:00.000-07:00</published><updated>2010-11-03T14:39:33.150-07:00</updated><title type='text'>Um poema de Charles Cros</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/cros.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 188px; CURSOR: hand; HEIGHT: 269px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/cros.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Um poema de Charles Cros (foto) na &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/11/antologia-do-humor-negro-de-andre.html"&gt;Antologia do Humor Negro&lt;/a&gt;. Está traduzido por Aníbal Fernandes e é referido por André Breton no texto de apresentação de Cros na Antologia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;O arenque fumado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Era um grande muro branco – nu, nu, nu,&lt;br /&gt;Posta no muro uma escada – alta, alta, alta,&lt;br /&gt;No chão, um arenque fumado – seco, seco, seco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele chega, trazendo nas mãos – porcas, porcas, porcas,&lt;br /&gt;Um martelo pesado, um prego – bicudo, bicudo, bicudo,&lt;br /&gt;Um novelo de fio – grosso, grosso, grosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subindo então à escada – alta, alta, alta,&lt;br /&gt;Espeta o prego bicudo – toque, toque, toque,&lt;br /&gt;Ao alto do muro branco – nu, nu, nu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa fugir o martelo – que cai, que cai, que cai,&lt;br /&gt;ao prego amarra a corda – longa, longa, longa,&lt;br /&gt;E à ponta o arenque funado – seco, seco, seco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volta descer a escada – alta, alta, alta,&lt;br /&gt;Leva-a, e ao martelo – pesado, pesado, pesado.&lt;br /&gt;E lá se afasta para – longe, longe, longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então o arenque fumado – seco, seco, seco,&lt;br /&gt;Na ponta da corda – longa, longa, longa,&lt;br /&gt;Balança devagarinho – sempre, sempre, sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu invente esta história – banal, banal, banal,&lt;br /&gt;Para enfurecer as pessoas – graves, graves, graves,&lt;br /&gt;E divertir as criancinhas – pequenas, pequenas, pequenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;In &lt;em&gt;O Cofre de Sândalo&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-8366291329630657395?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8366291329630657395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8366291329630657395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/10/um-poema-de-charles-cros.html' title='Um poema de Charles Cros'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-889234642632993909</id><published>2010-10-30T02:58:00.000-07:00</published><updated>2010-11-03T14:40:48.900-07:00</updated><title type='text'>Cros por Breton</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CharlesCross.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 352px; CURSOR: hand; HEIGHT: 459px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CharlesCross.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Charles Cros (1842 – 1888) é mais um dos autores que Breton reuniu na &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/11/antologia-do-humor-negro-de-andre.html"&gt;Antologia do Humor Negro&lt;/a&gt;. Aqui fica o texto em que André Breton apresenta Cros, numa tradução de Aníbal Fernandes para as edições Afrodite. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sei fazer versos eternos. É lei&lt;br /&gt;A minha voz em que as palavras valem pelo rigor.&lt;br /&gt;Não ponho à venda por qualquer valor&lt;br /&gt;A razão suprema que, orgulhoso, herdei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo sofri: mulheres, fogo, vendaval;&lt;br /&gt;Tudo sofri: frio, bom tempo, calor;&lt;br /&gt;Tudo encontrei, pois nada houve impossível de transpor.&lt;br /&gt;Que o teu nome, Fortuna, só eu não sei, afinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que, sem exagero assim pôde apresentar-se – cuja obra poética desvenda um «paraíso matinal» e de quem o coração não soube fazer mais nada que um ramalhete com os lilases do Monte Valeriano – se ainda está longe de ser posto no lugar, deve-o com certeza ao génio que o empurrou como a nenhum outro ao jogo de luz e sombra de várias esferas. Os dedos de Charles Cros, e veremos que os de Marcel Duchamp, são espicaçados por borboletas cor de vida que também se nutrem do suco das flores mas só atraem as fontes luminosas do futuro. Tais dedos são os de um inventor perpétuo. Sempre a fremir entre o objecto e o projecto, esvoaçam da página onde os planos se constroem e ao mesmo tempo se ordenam versos com o material pobre de cuja arrumação, mais ou menos inesperada, pode resultar uma conquista para todos os homens. Nas próprias palavras viu Charles Cros «comportamentos», comportamentos que lhe mereceram apreço idêntico ao que dedicou a outros em que a descoberta, e depois a aplicação, marcam os diversos graus do progresso científico. A unidade da sua vocação como poeta e homem de ciência reside no facto de ter sido sempre objectivo seu arrancar à natureza uma parte dos segredos. Daqui, por exemplo, a orquestração surpreendente de alguns dos poemas em prosa (&lt;em&gt;Sobre três águas-fortes&lt;/em&gt; &lt;em&gt;de Henri Cros&lt;/em&gt;) que prepararam &lt;em&gt;As Iluminações¹&lt;/em&gt; , daqui a proeza que resultou ao fazer rodar em vazio o moinho poético no &lt;em&gt;Arenque Fumado&lt;/em&gt;. É de tal ordem a frescura da sua inteligência que nada lhe parece utópico &lt;em&gt;a priori&lt;/em&gt;, se objecto do seu desejo. Menos do que ninguém sente, em função do que é, pensar uma interdição sobre o que &lt;em&gt;não é&lt;/em&gt; (a seus olhos, &lt;em&gt;o que ainda não é&lt;/em&gt;). Antes de mais, efectuou a síntese artificial do rubi: «imaginou, descreveu, fixou todas as condições do radiómetro com que Sir William Crookes avalia o vazio e mede o imponderável; outrotanto fez com o «fotófono» de que imaginou Graham Bell servindo-se para fazer falar a luz e recolher os ecos do sol. Estabeleceu o princípio da fotografia a cores e está provado que, oito meses e meio antes da descoberta do fonógrafo de Edison, depositou na Academia das Ciências um sobrescrito lacrado contendo a descrição de um aparelho semelhante àquele em quase todos os pontos. Émile Gautier, que acima de tudo se esforçou para que lhe fosse prestada justiça em tal pormenor, refere ainda «os estudos de Charles Cros sobre electricidade, da qual tão espirituosamente ele deplorava as «maçadoras lentidões» e a «constituição xaroposa», o estenógrafo musical, depois realizado por outros com o nome de «melétropo», o telégrafo automático, o cronómetro, o vertiginoso projecto de telegrafia óptica interplanetária, etc.»&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A prodigiosa aventura mental de Charles Cros teve em contrapartida as irrisórias condições de vida em que foi obrigada a debater-se. Da mansarda ao «Chat Noir», onde viria a criar o género monólogo, só pela boémia lhe foi dado trocar dia a dia a pobreza. Quer isto dizer que o humor intervém nele como subproduto dessa «filosofia amarga e profunda» que Verlaine lhe empresta e sem a qual não teria podido resignar-se socialmente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A jovialidade pura de certas partes fantasistas ao máximo da sua obra não deve fazer-nos esquecer que há um revólver apontado ao centro de alguns dos mais belos poemas de Charles Cros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1 – De Rimbuad (Nota do Trad.)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-889234642632993909?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/889234642632993909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/889234642632993909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/10/cros-por-breton.html' title='Cros por Breton'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-5604272975988805731</id><published>2010-09-16T13:45:00.000-07:00</published><updated>2010-09-16T14:12:15.947-07:00</updated><title type='text'>Kafka por Breton</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Kafka-1.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 332px; DISPLAY: block; HEIGHT: 459px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Kafka-1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Iniciamos uma série de posts, em que publicaremos alguns textos da &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/11/antologia-do-humor-negro-de-andre.html"&gt;Antologia do Humor Negro&lt;/a&gt;, onde André Breton faz uma apresentação de cada um dos autores antologiados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Começamos com o texto que André Breton escreveu sobre Franz Kafka:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por sobre a trama do homem de hoje, o transeunte que, apressado, corre paralelo à chuva, a uma luminosidade que não varia mais do que os tons de tecidos num catálogo de alfaiate, Kafka lança, qual rajada de vento, a principal interrogação de todos os tempos: para onde vamos, a que é que nos submetemos, qual é a lei? O indivíduo humano debate-se no meio de um jogo de forças, cujo sentido geralmente ele já renunciou a deslindar; e a total falta de curiosidade no quer respeita a esse assunto bem parece ser condição de adaptação à vida social: só excepcionalmente o ofício de sapateiro ou de oculista é compatível com uma meditação aprofundada acerca das finalidades da actividade humana. O pensamento de Kafka casa-se com todos os encantos e todos os sortilégios da admirável Praga, sua cidade natal: sem deixar de marcar o minuto exacto, o seu pensamento roda simbolicamente às avessas, como os ponteiros do relógio da sinagoga; lança sobre Moldau, ao meio-dia, o espasmo de gemidos inumeráveis; ao cair da noite, tem o poder único de reavivar o fogo dos fornos na vida dos Alquimistas, autêntico retiro reservado do espírito. Esse mesmo pensamento, profundamente pessimista, não deixa de apresentar afinidades com o dos moralistas franceses: estamos precisamente a pensar num dos últimos, e também um dos maiores de todos, Alphonse Rabe, segundo o qual, “Deus submeteu o mundo à acção de algumas leis secundárias, as quais se orientam para a realização de um fim que nós desconhecemos, mas nos anunciam, pela voz poderosa do instinto moral, &lt;strong&gt;o indivisível mundo das separações solenes&lt;/strong&gt; onde tudo será revelado e explicado”. É em vão que os heróis de Kafka se lançam contra a porta deste mundo: um deles, perdidamente ignorante daquilo de que o acusam, será executado sem julgamento; outro, encerrado num castelo, nem a custo dos maiores esforços conseguirá dar com as portas. O problema aqui levantado em toda a sua amplitude é o da obscura necessidade natural, enquanto ela é oposta à necessidade humana ou lógica, tornando assim quimérica toda e qualquer aspiração profunda de liberdade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O sonho forneceu a Kafka uma solução provisória para semelhante conflito. Os objectivos virtuais que o povoam deixam de ser estranhos para quem dorme, a sua presença é sempre justificável, a chama do &lt;strong&gt;eu&lt;/strong&gt; ilumina-lhes cada uma das facetas abandonando o corpo humano adormecido, para interiormente as percorrer. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;“Eu”&lt;/strong&gt; confunde-se assim com aquilo de que estava separado antes de adormecer. Ninguém como Kafka conseguiu animar com sensibilidade própria as coisas inanimadas; ninguém, com tanto brilho, soube retomar o ensinamento dos &lt;em&gt;Vers Dóres&lt;/em&gt; de Gérard Nerval. Tendo sido empregado na Administração das Águas, na Áustria, há a convicção de que foi ele o responsável pela construção da rede de condutas aquáticas; dessa mesma maneira, apenas com a sua substância emocional, soube ele tecer uma teia em que não subsiste qualquer solução de continuidade entre os reinos e as espécies, incluindo o homem, teia essa que vibra ao mais pequeno contacto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nenhuma outra obra milita tanto contra a administração de um princípio soberano exterior àquele que pensa: “É o homem, pode afirmar-se, que ferve na marmita de Kafka. Ali fica a cozer no caldo da angústia, de onde o humor faz saltar, assobiando, a tampa que no ar traça, em letras azuis, fórmulas cabalísticas”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;André Breton, &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/11/antologia-do-humor-negro-de-andre.html"&gt;Antologia do Humor Negro&lt;/a&gt;, 1939&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tradução de &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/02/manuel-joo-gomes.html"&gt;Manuel João Gomes&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-5604272975988805731?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5604272975988805731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5604272975988805731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/09/kafka-por-breton.html' title='Kafka por Breton'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-8674870571967465666</id><published>2010-08-30T14:03:00.000-07:00</published><updated>2010-09-13T14:37:53.896-07:00</updated><title type='text'>Mais um descendente da Antologia do Conto Abominável</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/assa.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 255px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/assa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Este é o Tempo dos Assassinos&lt;/em&gt; é uma nova edição da Assírio &amp;amp; Alvim, na linha de &lt;em&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/02/nova-antologia-do-conto-abominavel.html"&gt;O Festim da Aranha&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;. Mais uma edição que se saúda na colecção Beltenebros. Mais um descendente da &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2006/08/antologia-do-conto-abominvel.html"&gt;Antologia do Conto Abominável. &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta recente edição encontramos "variações sobre o assassínio encontradas e traduzidas por Aníbal Fernandes".&lt;br /&gt;Inclui textos de Alfredo Segre, Ambrose Bierce, Edgar Allan Poe, Fredric Brown, Gérard Klein, Gilbert K. Chesterton, Guillaume Apollinaire, Guy de Maupassant, Honoré de Balzac, James Thurber, Jean Richepin, Marcel Schwob, Roald Dahl, Stanley Ellin, William Faulkner e Witold Gombrowicz.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-8674870571967465666?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8674870571967465666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8674870571967465666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/08/mais-um-descendente-da-antologia-do.html' title='Mais um descendente da Antologia do Conto Abominável'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-7328360783653574899</id><published>2010-08-18T15:16:00.000-07:00</published><updated>2010-08-18T15:21:37.563-07:00</updated><title type='text'>A cinta promocional de O Socialismo: Fenómeno Mundial</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/OSocialismob.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 153px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/OSocialismob.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Esta era a cinta promocional que envolvia a edição de &lt;em&gt;O Socialismo: Fenómeno Mundial&lt;/em&gt;, que apresentámos no post anterior.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-7328360783653574899?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7328360783653574899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7328360783653574899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/08/cinta-promocional-de-o-socialismo.html' title='A cinta promocional de O Socialismo: Fenómeno Mundial'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-2498293941415328545</id><published>2010-08-04T16:05:00.000-07:00</published><updated>2010-08-04T16:13:14.159-07:00</updated><title type='text'>O Socialismo: Fenómeno Mundial, de Igor Chafarevitch</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(edição de Outubro de 1977)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/OSocialismoa.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 540px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/OSocialismoa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;A mesma edição: &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/05/o-socialismo-fenmeno-mundial-de-igor.html"&gt;O Socialismo: Fenómeno Mundial, de Igor Chafarevitch&lt;/a&gt;, mas com capa diferente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tradução de José Martins Garcia&lt;br /&gt;Capa de Nuno Amorim&lt;br /&gt;Colecção Doutrina / Intervenção&lt;br /&gt;Edição e arranjo gráfico de Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na contracapa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O socialismo não é apenas o depositário de velhíssimos sonhos de emancipação. É também a promiscuidade totalitária revestida de utopia.&lt;br /&gt;O socialismo não é apenas o delírio igualitário, transportando no ventre o feto da opressão. É também uma «técnica» para a conquista do poder. E a humanidade estará a ser arrastada para o suicídio?...&lt;br /&gt;IGOR CHAFAREVITCH apresenta-nos a mais espantosa visão do fenómeno socialista, acerca do qual SOLJENITSINE afirmou: «esta obra, que se serve duma abundante literatura já conhecida pelos especialistas, consegue examinar segundo uma óptica nova e penetrante o percurso milenar do socialismo mundial, e surge, como a lógica exige, num país, que está a viver a mais longa e cruel experiência socialista dos Novos Tempos.»&lt;br /&gt;Referindo-se ao interesse dispensado pelo eminente matemático I. R. Chafarevitch aos problemas ideológicos, Soljenitsine acentuou que «os representantes das ciências exactas substituem doravante, no mundo comunista, os seus irmãos dizimados».&lt;br /&gt;Com efeito, a desmontagem do fenómeno socialista foi aqui empreendida com um rigor científico que, não desdenhando as últimas conquistas da psicanálise, abre as portas às mais profundas interrogações sobre o Homem e a Sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-2498293941415328545?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/2498293941415328545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/2498293941415328545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/08/o-socialismo-fenomeno-mundial-de-igor.html' title='O Socialismo: Fenómeno Mundial, de Igor Chafarevitch'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-5353815624879483996</id><published>2010-07-27T14:14:00.000-07:00</published><updated>2010-07-27T14:22:56.782-07:00</updated><title type='text'>A Antologia do Conto Fantástico Português na casa de José Régio</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/JRegio01.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 302px; DISPLAY: block; HEIGHT: 403px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/JRegio01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/20090311143500765381.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 190px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/20090311143500765381.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Valeu a pena, nestas férias, uma visita à exemplar Casa Museu – José Régio em Vila do Conde. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passando a vista pelas estantes da biblioteca de José Régio, encontrámos um exemplar da &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2006/12/antologia-do-conto-fantstico-portugus-2.html"&gt;segunda edição da Antologia do Conto Fantástico Português das edições Afrodite&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É que nesta edição, onde E. M. de Melo e Castro escolheu os contos e autores, está um conto de José Régio, intitulado &lt;em&gt;O Caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fotos do site da Câmara Municipal de Vila do Conde&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-5353815624879483996?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5353815624879483996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5353815624879483996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/07/antologia-do-conto-fantastico-portugues.html' title='A Antologia do Conto Fantástico Português na casa de José Régio'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-2887672164998210074</id><published>2010-06-22T14:24:00.000-07:00</published><updated>2010-07-27T14:14:47.628-07:00</updated><title type='text'>4 anos</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/champanhe.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 210px; DISPLAY: block; HEIGHT: 210px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/champanhe.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Esta página foi criada em Julho de 2006, ja lá vão 4 anos. Tem menos pedalada que nos tempos iniciais, mas continua a apresentar, pelo menos, um novo &lt;em&gt;post&lt;/em&gt; por semana. Contabilizou recentemente 33.000 visitas, um número certinho a pedir este pequeno balanço. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O objectivo inicial vai-se concretizando: disponibilizar &lt;em&gt;on-line&lt;/em&gt; o catálogo e um pouco da história das edições de Fernando Ribeiro de Mello com o selo Afrodite. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Já publicámos em &lt;em&gt;posts&lt;/em&gt; a maioria dos livros do catálogo das Edições Afrodite: podem ser consultados no &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2006/10/o-catlogo.html"&gt;Catálogo (em construção).&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2006/10/o-catlogo.html"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Aqui fica novamente o nosso pequeno manifesto de intenções:&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/01/para-que-conste.html"&gt;Ao que vimos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-2887672164998210074?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/2887672164998210074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/2887672164998210074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/06/4-anos.html' title='4 anos'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-3519390214163751027</id><published>2010-06-21T14:15:00.000-07:00</published><updated>2010-07-07T12:23:05.243-07:00</updated><title type='text'>José Saramago nas Edições Afrodite</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/saramago2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 327px; DISPLAY: block; HEIGHT: 480px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/saramago2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Recuperamos um &lt;em&gt;post&lt;/em&gt; aqui publicado em Outubro de 2008, onde apresentámos alguns excertos do comentário de José Saramago para a edição da &lt;em&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/08/histria-trgico-martima-de-bernardo-g-de.html"&gt;História Trágico-Marítima&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, intitulado &lt;em&gt;A Morte Familiar&lt;/em&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... que representa hoje para nós este longo rosário de morte e sofrimento, despido de todos os prestígios do heroísmo vivo ou da sua exploração literária?&lt;br /&gt;Por quanto entendo, a História de Gomes de Brito é um livro menosprezado que sofre também daquela espécie de maldição mansa que desceu sobre as Crónicas de Fernão Lopes, sobre a Peregrinação, sobre tantas outras obras que vamos encontrar nas esquinas da cultura com todos os rótulos adequados: «clássico», «importante», «fundamental», e que, após a leitura forçada pela obrigação escolar ou estimulada por um interesse acidental, são postas de lado, até nunca mais. Delas é preciso falar para que fique claro que não se é alheio à literatura herdada dos séculos, mas fala-se com aquele ar de pouco caso que é também receio de que a ocasião exija maior aprofundamento: aí não chegaram os benefícios de qualquer folhear apressado.&lt;br /&gt;A de História Trágico-Marítima é pois um livro desconhecido. Condensa-a uma ficha «cultural» definitivamente catalogada, alinhada de lugares-comuns para uso rápido e descomprometido. Nesse estado de documento a duas dimensões, é muito mais infalível do que seria a leitura verdadeira, com certeza inquieta, talvez demolidora de convicções habituais e de ideias feitas.&lt;br /&gt;Dizer dela que representa a face oxidada do doirado medalhão da descoberta e da conquista, poderia ser, para além da metáfora, um ponto de partida polémico e estimulante. Mas acontece neste caso o que também em muitos outros de igual alternância se verifica: o princípio estabelecido pelos hábitos culturais cobre em excesso a realidade – e oculta-a. E isto é precisamente o que a vida quotidiana luta para fazer à morte: escondê-la, ocultá-la, esquecê-la, se possível. Para a questão em causa (quem foram de facto, que fizeram verdadeiramente por esses mares os portugueses do séc xvi) dispomos até da ocultação por excelência: o triunfalismo de Os Lusíadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São milhares os portugueses, desde o grumete da alfama ao fidalgo de avós godos, que morrem aos gritos nestas páginas; são milhares os escravos que igualmente morrem, mas em silêncio, porque deles não ficou nem o nome nem a voz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expressão do sofrimento é contínua na História Trágico-Marítima. São brevíssimas as pausas neste lamento que se desenrola como uma melopeia infinita, sem esperanças de que a escutem, e que se contenta com ouvir-se a si mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é neste ponto que chego a um dos aspectos que mais fundamente me tocam na História Trágico-Marítima: precisamente, a familiaridade da morte. Nos Lusíadas, epopeia oficializada de uma nação largada na aventura do mar desconhecido, a morte é cenográfica, adorna-se de um fundo de deuses complacentes e risonhos, violentos só por necessidade de clímax. Tudo se passa como se já a pátria ali estivesse presente, abençoando os heróis e os mártires, desenhando-lhes estátuas para a reverência da posteridade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-3519390214163751027?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3519390214163751027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3519390214163751027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/06/jose-saramago-nas-edicoes-afrodite.html' title='José Saramago nas Edições Afrodite'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-3155748697431942811</id><published>2010-06-14T14:57:00.000-07:00</published><updated>2010-07-02T04:22:55.746-07:00</updated><title type='text'>Alguns provérbios ilustrados por Henrique Manuel - post 3</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/mulher.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 405px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/mulher.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/quemtem.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 405px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/quemtem.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/acadaum.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 405px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/acadaum.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/jantar.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 405px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/jantar.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;da &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/05/nova-recolha-de-proverbios-e-outros.html"&gt;Nova Recolha de Provérbios e Outros Lugares Comuns Portugueses&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/05/nova-recolha-de-proverbios-e-outros.html"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-3155748697431942811?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3155748697431942811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3155748697431942811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/06/alguns-proverbios-ilustrados-por_6191.html' title='Alguns provérbios ilustrados por Henrique Manuel - post 3'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-491397991703717181</id><published>2010-06-14T14:49:00.000-07:00</published><updated>2010-06-19T06:25:42.249-07:00</updated><title type='text'>Alguns provérbios ilustrados por Henrique Manuel - post 2</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/filho.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 405px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/filho.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/nao.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 405px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/nao.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/guerra.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 405px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/guerra.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;da &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/05/nova-recolha-de-proverbios-e-outros.html"&gt;Nova Recolha de Provérbios e Outros Lugares Comuns Portugueses&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/05/nova-recolha-de-proverbios-e-outros.html"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-491397991703717181?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/491397991703717181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/491397991703717181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/06/alguns-proverbios-ilustrados-por_14.html' title='Alguns provérbios ilustrados por Henrique Manuel - post 2'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-7837792785133692932</id><published>2010-06-12T09:05:00.000-07:00</published><updated>2010-06-12T09:25:40.454-07:00</updated><title type='text'>Alguns provérbios ilustrados por Henrique Manuel</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/frade.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 405px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/frade.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/capaasno.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 405px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/capaasno.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/aocabodeumano.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 405px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/aocabodeumano.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/vozpovo.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 405px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/vozpovo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;da &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/05/nova-recolha-de-proverbios-e-outros.html"&gt;Nova Recolha de Provérbios e Outros Lugares Comuns Portugueses&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/05/nova-recolha-de-proverbios-e-outros.html"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-7837792785133692932?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7837792785133692932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7837792785133692932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/06/alguns-proverbios-ilustrados-por.html' title='Alguns provérbios ilustrados por Henrique Manuel'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-1680527547169340535</id><published>2010-05-29T06:24:00.000-07:00</published><updated>2010-05-29T06:30:25.862-07:00</updated><title type='text'>Nova Recolha de Provérbios e Outros Lugares Comuns Portugueses</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(edição de Setembro de 1974)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/capaprovpop.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 540px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/capaprovpop.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Coordenação e Introdução de Manuel João Gomes&lt;br /&gt;Capa e Ilustrações de Henrique Manuel&lt;br /&gt;Edição e Plano Gráfico de Edições Afrodite&lt;br /&gt;Direitos Reservados de F. Ribeiro de Mello / Ed. Afrodite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colecção Antologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na badana&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz-se – é lugar comum dizer-se – que &lt;em&gt;os provérbios são a sabedoria do povo&lt;/em&gt; e que &lt;em&gt;ditados velhos são os evangelhos.&lt;/em&gt; O trabalho deste livro esforça-se por provar – o mais materialistamente possível – que o 1.º daqueles lugares-comuns é falho de verdade, embora o 2.º seja mais que verdadeiro. Que a ideologia (dominante) nos aliena (também) mediante uma linguagem de provérbios, ditados, lugares-comuns estratificados, fixos e estereotipados, que os provérbios ditos populares sejam um bom momento de obscurantismo, tal como os evangelhos e os que por eles militam, ninguém aqui o duvida. Quanto a serem os provérbios uma sabedoria, mostra-se neste trabalho que eles estão realmente nos antípodas da ciência, como Ideologia que são, como Impostura feudal-burguesa que está demonstrado serem. Será a 1.ª vez que entre nós tal se afirma? Será que é importante, ou é descabido, inoportuno e provocatório afirmá-lo? Julgai-o vós, compradores e interessados. A coordenação destes textos parte de um ponto de vista político; As outras coordenações anteriores, também. &lt;em&gt;Cada cabeça, sua sentença. O saber ocupa lugar. Devagar é que não se vai longe&lt;/em&gt;. Os provérbios não são a sabedoria do povo, mas a Ideologia. &lt;em&gt;Deus dará… mas se Deus não dá?&lt;/em&gt; Se os ditados velhos são evangelhos, abaixo com eles! E vivam os ditados novos, &lt;em&gt;Rei morto – rei posto. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-1680527547169340535?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1680527547169340535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1680527547169340535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/05/nova-recolha-de-proverbios-e-outros.html' title='Nova Recolha de Provérbios e Outros Lugares Comuns Portugueses'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-1477968358778644803</id><published>2010-04-17T06:21:00.000-07:00</published><updated>2010-04-17T06:30:31.778-07:00</updated><title type='text'>Para completar a colecção...</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CIMG0091.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 350px; DISPLAY: block; HEIGHT: 350px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CIMG0091.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para completar a colecção (catálogo) das Edições Afrodite, procuramos os seguintes livros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Massagem Sensual – Hans Parker, 1984 (Corpo Solar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colecção Cabra Cega (Infantil):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Afinal o Castelo Era Verdade – Júlio Moreira, 1968&lt;br /&gt;3 – Os Quatro Corações do Coração – Ricardo Alberty, 1968&lt;br /&gt;4 – Perrault Vai Contar – Maria Alberta Menéres, 1969&lt;br /&gt;7 – Histórias de Bichos em África – Tomáz Ribas, 1970&lt;br /&gt;9 – A Nuvem e o Caracol – António Torrado, 1972&lt;br /&gt;10 – Uma Rosa Na Tromba de um Elefante – António José Forte, 1971&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém tiver para venda, deve contactar pelo mail: ricardojorge7@sapo.pt&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-1477968358778644803?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1477968358778644803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1477968358778644803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/04/para-completar-coleccao.html' title='Para completar a colecção...'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-6044277793134038317</id><published>2010-04-02T12:52:00.000-07:00</published><updated>2010-04-02T13:21:47.322-07:00</updated><title type='text'>Prefácio de André Breton para a Antologia do Humor Negro</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/breton.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 280px; DISPLAY: block; HEIGHT: 355px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/breton.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt; André Breton&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Pára-Raios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Para haver cómico, isto é, emanação, explosão, libertação do cómico – diz Baudelaire – é necessário...»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Emanação, explosão&lt;/em&gt;: é impressionante o facto de virmos a encontrar estas duas palavras também associadas em Rimbaud, a meio de um poema que não pode ser mais pródigo em humor negro (trata-se, com efeito, do último poema que dele nos ficou, poema em que a «expressão burlesca e totalmente desligada do possível» se ergue, extremamente condensada, poderosa, após mil esforços que têm por fim afirmar primeiro, para depois negarem):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;«Sonho»&lt;br /&gt;Reina fome na caserna&lt;br /&gt;Certamente .................&lt;br /&gt;Emanações, explosões,&lt;br /&gt;Um génio: sou gruère!&lt;br /&gt;... ... ... ... ... ... ... ... ...&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Coincidência, reminiscência voluntária, citação? Para isso poder ser destrinçado, seria preciso levar muito longe a exegese deste poema que é o mais difícil da língua francesa e cuja exegese nem sequer ainda foi esboçada. Esse facto não faz, porém, que tal coincidência deixe de ser, mesmo assim, significativa. Revela sim, nestes dois poetas, uma mesma preocupação pelas condições, por assim dizer atmosféricas, em que é possível a realização, entre os homens, do misterioso comércio do prazer humorístico. Comércio a que, de há um século e meio para cá, está ligado um preço sempre crescente, que faz do humor o principio do único comércio intelectual de alto luxo. À vista das exigências específicas da moderna sensibilidade, é cada vez mais certo o facto de as obras poéticas, artísticas e científicas, bem como os sistemas filosóficos e sociais desprovidos desta &lt;em&gt;espécie&lt;/em&gt; de humor, deixarem muito a desejar e estarem condenados a desaparecer, mais ou menos rapidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de um valor que não é só ascendente em relação aos outros, mas que tem também a capacidade de submeter a si todos os outros valores, a ponto de fazer com que muitos deles deixem de ser universalmente cotados. É um tema escaldante este que abordamos, caminhamos em plena terra do fogo. Temos todo o vento da paixão ora contra ora a favor de nós, a partir do momento em que pensamos levantar o véu que cobre este humor, cujos produtos manifestos, com satisfação, nós seleccionamos, na literatura, na arte e na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecemos, com efeito, de forma mais ou menos obscura, o sentido de uma hierarquia cujo grau mais elevado seria atingido pelo homem logo que ele estivesse na posse integral do humor: é nessa medida que nos escapa e que nos escapará, sem dúvida, por longo tempo qualquer definição global do humor. Isto em virtude do princípio segundo o qual «o homem tende naturalmente a deificar aquilo que ultrapassa os limites da sua compreensão». Da mesma forma que «a alta-iniciação, apenas atingida por alguns espíritos da elite, como postulado último da Alta Ciência, dificilmente consegue fazer compreender p modo de raciocinar a divindade¹ (a Alta-Cabala, que é uma redução da Alta-Ciência, dificilmente ao plano terrestre, é ciosamente mantida secreta pelos seus iniciados) mas também é difícil explicar o humor de fazê-lo servir para fins didácticos. Seria o mesmo que querer tirar do suicídio uma moral para a vida. «Sendo uma das mais faustosas prodigalidades do homem, e mesmo o seu ponto máximo, o riso atinge as raias do nada e oferta-nos o nada como penhor.»² Por aqui se imagina o partido que o humor poderia tirar da sua definição e desta principalmente.&lt;br /&gt;Não é de admirar que, nestas condições, os inquéritos até hoje feitos sobre o assunto tenham dado os mais tristes resultados. A um deles, por sinal muito mal dirigido na revista &lt;em&gt;Aventure&lt;/em&gt; em 1921, M. Paul Valéry respondia: «A palavra &lt;em&gt;humour&lt;/em&gt; é intraduzível. Se não fosse os Franceses não a empregariam. Empregam-na exactamente por causa do carácter indeterminado que lhe atribuem e que faz desta palavra um termo muito apropriado para discussões acerca dos gostos e das cores. Proposição em que essa palavra entremuda logo de sentido; de modo que esse sentido equivale rigorosamente ao conjunto estatístico de todas as frases que contêm ou possam vir a conter semelhante palavra.» Este ponto de vista, absolutamente reticente, é afinal de contas preferível à prolixidade demonstrada por M. Aragon que no seu &lt;em&gt;Traité du Style&lt;/em&gt; parece ter querido esgotar o assunto (tal como quem quer afogar um peixe); o humor nunca lhe perdoou e, depois disso, não há ninguém a quem ele tenha desprezado de forma tão radical: «Querem saber as outras partes anatómicas do humor? Pois seja: O dedo no ar para dizer dá-me licença? é a cabeleira. Os olhos, duas oblatas aos vidros. As orelhas, pavilhões de caça. O braço direito chamado simetria representa o palácio da justiça e o esquerdo é um maneta do braço direito... É o que falta aos caldos, às galinhas e às orquestras sinfónicas. Por outro lado, não falta aos calceteiros, aos ascensores a aos chapéus de molas. Houve quem o notasse no trem de cozinha, fez a sua aparição no mau gosto e tem os seus quartéis-de-inverno na moda. Para onde corre? Para o efeito de óptica. A sua morada? Em São-Tomázinho? Os seus autores preferidos? Um tal Binet- Valmer. As suas fraquezas? Os crepúsculos quando são muito ovo estrelado. Não desdenha uma outra afirmação séria. Em resumo, parece-se muito com a mira na espingarda». etc. Trata-se de um exercíciozinho bem feito por um bom aluno da primeira adiantada que se pôs a tratar este tema da mesma forma que se podia ter dedicado ao outro tema e que tem do humor uma visão muito exterior. Todas estas acrobacias são uma fuga à questão. E é difícil que esta questão tenha alguma vez sido tão aprofundada como o foi por M. Léon Pierre-Quint. É ele que na sua obra &lt;em&gt;Le Comte de Lautréamont et Dieu&lt;/em&gt; apresenta o humor como uma forma de afirmar não tanto «uma revolta absoluta da adolescência e uma revolta interior da idade adulta» como principalmente &lt;em&gt;uma revolta superior do espírito.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para poder haver humor... o problema fica posto. Poderá todavia considerar-se que quem fez o humor dar o passo decisivo no domínio do conhecimento foi Hegel, ao elevar-se a uma concepção do &lt;em&gt;humor objectivo&lt;/em&gt;. «A arte romântica – diz ele – tinha por princípio fundamental a concentração da alma em si mesma, a qual, vendo que o mundo real não correspondia perfeita e totalmente à sua natureza íntima, frente a ele se deixava ficar indiferente. Esta oposição desenvolveu-se tanto no período da arte romântica que chegámos a ver o interesse centrar-se umas vezes nos acidentes do mundo exterior e outras vezes nos caprichos da personalidade. Mas presentemente, se o dito interesse vai até ao ponto de obrigar o espírito a absorver-se na contemplação exterior e se o humor, ao mesmo tempo, sem perder o seu carácter objectivo e reflectido se deixa cativar pelo objecto e pela sua forma real, então é certo que chagamos, com semelhante penetração íntima, a um &lt;em&gt;humor&lt;/em&gt; de alguma sorte &lt;em&gt;objectivo&lt;/em&gt;».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outro local já nos havíamos notado³ que a esfinge negra do &lt;em&gt;humor objectivo&lt;/em&gt; não podia deixar de se encontrar, na nebulosa estrada do futuro, em a esfinge branca do acaso objectivo, sendo toda e qualquer criação humana posterior o resultado desse abraço mútuo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De passagem, observemos que a situação por Hegel verificada no referente a cada uma das artes (a poesia comanda-as na sua qualidade de arte &lt;em&gt;universal&lt;/em&gt; e traça-lhes o caminho em conformidade com o seu, pois ela é a única a poder representar as sucessivas situações da vida) é suficiente para nos explicar que a forma de humor que nos interessa fez a sua primeira aparição muito mais cedo na poesia do que, por exemplo, na pintura. A intenção satírica, moralizadora, existente em todas as obras do passado, que com o humor tenham qualquer relação de influência degradante, expõe-nas a cair no caricato. Quando muito, tentaríamos abrir excepção para algumas obras de Hogarth, de Goya, e considerar como casos reservados outros em que o humor se faz pressentir um pouco mais, não podendo ser dado senão como hipotético na quase totalidade da obra pictural de Seurrat. O triunfo do humor no estado puro e manifesto, a nível plástico, parece ter que se situar, no tempo, muito mais próximo de nós, reconhecendo como seu inicial e genial artesão o artista mexicano José Guadalupe Posada que em admiráveis gravuras sobre madeira, de carácter popular, nos faz sentir toda a ressaca da revolução de 1910 (as sombras de Villa e de Fierro, em paralelo com essas composições, podem informar-nos sobre o que é a passagem do humor de especulação ao de acção, ao mesmo tempo que o México, com os seus esplendorosos arrebiques fúnebres, se afirma como terra prometida do humor negro).&lt;br /&gt;Desde então, o humor vive na pintura como em país conquistado. A sua erva negra não deixou ainda de proliferar onde quer que tenha passado o cavalo de Max Ernst «A Noiva do Vento». Limitamo-nos a falar de livros, nada há mais completo neste campo, nem mais exemplar, do que os seus três romances em colagens: &lt;em&gt;La Femme sans Têté, Rêve d´une petite fille qui voulut entrer au Carmel. Une Semaine de Bonté ou les Sept Eléments capitaux.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cinema, na medida em que não apenas representa as acções sucessivas da vida, como a poesia, mas também pretende realizar o encadeamento delas; na medida em que, para comover, tende para situações extremas, iria descobrir o humor logo às primeiras tentativas. As primeiras comédias de Mack Sennnett, alguns filmes de Chaplin (&lt;em&gt;O Evadido, O Peregrino&lt;/em&gt;), os inesquecíveis Fatty e Picratt vão à frente na longa fila que rigorosamente vai dar nesses pequenos-almoços ao sol da meia-noite que são &lt;em&gt;One Million Dollars&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Animal Crakers&lt;/em&gt;, bem como essas excursões às profundas grutas mentais de Fingal e de Pouzzoles, que são &lt;em&gt;Un Chien Andalou&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;L´Âge d´Or&lt;/em&gt; de Buñel e Dali, passando por &lt;em&gt;Entr´acte&lt;/em&gt;, de Picabia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Vai sendo tempo – diz Freud – de nos familiarizarmos com algumas das características do humor. O humor tem não só alguma coisa de libertador, analogamente ao espírito e ao cómico, mas também algo de &lt;em&gt;sublime e elevado&lt;/em&gt;, traços que se não descortinam naquelas duas ordens de aquisição ao prazer através da actividade intelectual. O sublime está evidentemente ligado ao triunfo do narcisismo, à invulnerabilidade do &lt;em&gt;ego&lt;/em&gt; que se afirma vitoriosamente. O &lt;em&gt;ego&lt;/em&gt; recusa deixar-se pôr a nu, não deixa que o obriguem a ter que sofrer a realidade exterior, não admite que os traumatismos do mundo exterior o possam atingir. Pelo contrário, verifica que tudo isso pode ser ocasião de prazer». Freud dá-nos como exemplo, grosseiro mas suficiente, o caso do condenado levado à forca, numa segunda-feira, que afirma: «Aqui está uma semana que começa bem.» Sabemos que no final da análise por ele realizada sobre o humor ele declara ver no humor um modo de pensar que tenta poupar-se ao &lt;em&gt;desgaste exigido pela dor&lt;/em&gt;. «Atribuímos a este tão frágil prazer, nem sabemos bem porquê, um carácter de alto valor; ele é para nós um meio particularmente capaz de nos libertar e exaltar.» Segundo ele, o segredo da atitude humorística residiria na extrema possibilidade que certos seres têm de, em caso de alerta grave, deslocarem o acento psíquico do &lt;em&gt;ego&lt;/em&gt;, passando-o para o &lt;em&gt;superego&lt;/em&gt;, sendo este geneticamente concebido como o herdeiro da pressão paterna («ele mantém muitas vezes o ego debaixo de uma severa tutela continuando a tratá-lo da forma como anteriormente os pais – ou o pai – tratavam o filho.»)&lt;br /&gt;Pareceu-nos interessante confrontar com esta tese um certo número de atitudes particulares que revelam do humor, ou de certos textos em que literariamente o humor foi levado ao mais alto grau de expressão. Com vista a reduzir tudo a um único dado fundamental comum, julgamos poder, sem prejuízo das reservas que se fazem em Freud à distinção necessariamente artificial entre o id (&lt;em&gt;soi&lt;/em&gt;), o ego sujeito (&lt;em&gt;moi&lt;/em&gt;) e o superego (&lt;em&gt;surmoi&lt;/em&gt;) usar do vocabulário freudiano para maior comodidade de exposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não queremos desculpar-nos pelo facto de nesta escolha termos usado de grande parcialidade, pois que semelhante disposição nos parece ser a que convém a um assunto como este. O maior receio, a única coisa a lamentar, seria o facto de não podermos ser ainda mais rigorosos. Para tornar parte no torneio negro do humor é preciso é preciso ter passado em numerosas eliminatórias. O humor negro é limitado por muita coisa, como seja a estupidez, a ironia céptica, o gracejo sem gravidade… (enumerarmos tudo levava-nos muito longe) mas ele é, por excelência, o inimigo mortal da sentimentalidade com cara de desespero – a sentimentalidade em fundo azul – de uma certa fantasia a curto prazo que passa bastas vezes por poesia, que em vão procura submeter o espírito aos seus caducos artifícios e que não poderá já erguer ao alto, por muito mais tempo, entre os grãos de papoila, o seu pescoço de pega coroada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;¹ Armand Petitjean, Imagination et Réalisation (Donoël et Steale, 1936).&lt;br /&gt;² Pierre Piob: Les Mystéres de Dieux. Vénus (ed. Daragon, 1909)&lt;br /&gt;³ Position politique du Surréalisme (1935) Position de l´object surrealiste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1939&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trad. de Manuel João Gomes &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-6044277793134038317?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6044277793134038317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6044277793134038317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/04/prefacio-de-andre-breton-para-antologia.html' title='Prefácio de André Breton para a Antologia do Humor Negro'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-5128950548969792291</id><published>2010-02-15T14:28:00.000-08:00</published><updated>2010-04-02T13:24:18.033-07:00</updated><title type='text'>Nuno Amorim na Afrodite</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/sexofc.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/sexofc.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Publicamos mais um texto de &lt;a href="http://pedromarquesdg.wordpress.com/2010/01/15/nuno-amorim/"&gt;Pedro Marques do blog Montag&lt;/a&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Continuando no baú da Afrodite, encontrei estas espantosas ilustrações de Nuno Amorim para a edição de &lt;em&gt;O Supermacho&lt;/em&gt; de &lt;strong&gt;Alfred Jarry&lt;/strong&gt; (1975). A influência (as hachuras nos meios tons, por exemplo) é óbvia: as &lt;em&gt;bandes dessinés&lt;/em&gt; a preto-e-branco de &lt;strong&gt;Moebius&lt;/strong&gt;, a partir de &lt;em&gt;La Déviation&lt;/em&gt; de 1972. Em 1975 a &lt;em&gt;Métal Hurlant&lt;/em&gt; estava ainda para ser lançada ou acabara de o ser, pelo que técnica apurada de Amorim o punha ao nível da vanguarda da BD de fantasia e FC. Não lhe calhou a &lt;em&gt;Métal&lt;/em&gt;, mas a &lt;em&gt;Visão&lt;/em&gt;, lançada em Portugal também nesse ano e também ela ao nível do que se fazia de mais arrojado em França, o que deixa intrigantes questões sobre o que poderia ter sido a história da BD em Portugal se tivesse havido por cá o que permitiu o fulgurante arranque daquela revista francesa. Mais amostras das ilustrações de Amorim para esta edição &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/02/o-supermacho-ilustraes.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://go2.wordpress.com/?id=725X1342&amp;amp;site=pedromarquesdg.wordpress.com&amp;amp;url=http%3A%2F%2Feditora-afrodite.blogspot.com%2F2008%2F02%2Fo-supermacho-ilustraes-ii.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ano mais tarde, em 1976 (e 10 anos antes de eu encontrar um exemplar no alfarrabista ao fundo das Escadinhas do Duque em Lisboa), e de novo com “arranjo gráfico” do editor &lt;strong&gt;Fernando Ribeiro de Mello&lt;/strong&gt;, será de Nuno Amorim também a maior parte das ilustrações de uma das edições mais estranhas da Afrodite, uma antologia (a Afrodite “especializara-se” nestas edições antológicas, com o destaque para a &lt;em&gt;Antologia do Humor Português&lt;/em&gt; de 1969, com uma icónica capa de &lt;strong&gt;Sena da Silva&lt;/strong&gt;) &lt;em&gt;d’O Sexo na Moderna Ficção Científica&lt;/em&gt;, título que pecava por falta de precisão pois os autores antologiados eram todos franceses (os dois nomes mais sonantes sendo Jean-Pierre Andrevon e Pierre Christin, depois o argumentista de Bilal).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal como na edição de Jarry, a capa parece destoar, pelo exagero cromático, da qualidade das ilustrações a preto, mas o arrojo visual da edição é inegável e um caso quase ímpar na edição de FC em Portugal (o &lt;strong&gt;João Seixas&lt;/strong&gt; ou o &lt;strong&gt;João Barreiros&lt;/strong&gt; poderão elaborar sobre isto muito melhor). Algumas páginas são particularmente cativantes e lembro-me da impressão que me causaram na altura. A esta distância, Nuno Amorim parece alguém em perfeita sintonia com um certo tipo de estética visual da BD desse tempo (ao seu nível, apenas me lembro, do que vi, de &lt;strong&gt;Carlos Zíngaro&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;José Abel&lt;/strong&gt; – desenhador de um brilhante &lt;em&gt;Aux Mains des Soviets&lt;/em&gt; publicado pela Humanoides Associés em 1984 –, e no que à FC diz estrito respeito, de &lt;strong&gt;Vítor Mesquita&lt;/strong&gt; – este mais a pender para um Druillet do que um Moebius – ou de algumas coisas de &lt;strong&gt;Fernando Relvas&lt;/strong&gt; no final dos anos de 1970 e inícios de 80).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pedro Marques&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-5128950548969792291?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5128950548969792291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5128950548969792291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/02/nuno-amorim-na-afrodite.html' title='Nuno Amorim na Afrodite'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-5185501953853263257</id><published>2010-02-15T13:53:00.000-08:00</published><updated>2010-02-20T07:17:57.029-08:00</updated><title type='text'>Luiz com Zê no Montag</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/luiz_pacheco.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 343px; DISPLAY: block; HEIGHT: 303px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/luiz_pacheco.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Do &lt;a href="http://pedromarquesdg.wordpress.com/"&gt;blog Montag&lt;/a&gt;, de Pedro Marques, retirámos este interessante texto sobre Luiz Pacheco e as Edições Afrodite: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Luiz com zê&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A (re)leitura recente de alguns textos das edições originais dos &lt;em&gt;Textos de Guerrilha&lt;/em&gt; (compradas a preço de chuva na papelaria/livraria &lt;strong&gt;Ler&lt;/strong&gt; ao Campo de Ourique, outrora a mesmíssima Ler que os publicara), complementada por um volume de crónicas publicado pel &lt;em&gt;’O Independente&lt;/em&gt; em 2004 (agora já oportunisticamente aumentado para 15 Euros e que se encontra por aí nas Feiras do Livro das estações de metro e comboio) onde está uma obra-prima da “critiquístisca” literária portuguesa, &lt;em&gt;Um poeta muito famoso em Massamá&lt;/em&gt; (publicada em 1971, e que devia ser de leitura obrigatória), fez-me procurar por mais livros de &lt;strong&gt;Luiz Pacheco&lt;/strong&gt;. Difícil tarefa agora, em hora de “canonização” na &lt;a href="http://www.bnportugal.pt/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=442:luiz-pacheco&amp;amp;catid=138:2009&amp;amp;Itemid=486"&gt;Biblioteca Nacional&lt;/a&gt; (que, apesar de Nacional, ou seja, de todos nós, contribuintes, não consegue fazer publicar um catálogo de exposição mais barato do que 30 Euros – valores mais altos se “leyavantaram”…), e em que os preços das suas edições originais disparam por esse mercado alfarrabista agradecido. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi essa busca que me fez regressar a um blogue que encontrei há uns anos e que, noto com satisfação, continua activo. Trata-se do arquivo online das edições Afrodite, no qual se continuam a encontrar verdadeiros tesouros da que foi uma das mais loucas aventuras da edição em Portugal, tendo ao leme &lt;strong&gt;Fernando Ribeiro de Mello&lt;/strong&gt;, um misto e émulo devidamente excêntrico de um Maurice Girodias, um Jean-Jacques Pauvert, um Eric Losfeld ou um Barney Rosset. As comparações não são desmedidas: pelo que se pode ver, os livros da Afrodite tinham uma qualidade gráfica ímpar, que emparelhava com as ambições (essas sim, algo desmedidas, ainda que corajosas) do seu editor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pacheco fora colaborador pontual da Afrodite, coisa que lhe trouxera amargos antes da Revolução, pelo que esta &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/06/textos-malditos-de-luiz-pacheco.html"&gt;edição&lt;/a&gt; de 1977 dos seus &lt;em&gt;Textos Malditos&lt;/em&gt; (com “arranjo gráfico” do próprio editor, e onde se inclui o “infame” &lt;em&gt;Libertino&lt;/em&gt;) parece, talvez uma devida recompensa, certamente uma prova da possível consagração que por então gozava o autor “marginal”. Surpresa para mim foram as excelentes ilustrações de &lt;strong&gt;Henrique Manuel&lt;/strong&gt; (mais amostras &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/06/mais-ilustraes-de-henrique-manuel-nos.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/06/3-ilustraes-de-henrique-manuel-nos.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;), a começar na icónica capa: é-me difícil acreditar que Pacheco tivesse algo a apontar a tanto esmero (terei de confirmar). Um daqueles livros já quase inacessíveis e que vai a caminho do panteão da edição em Portugal (não o “outro”, porque os ossos de Jorge de Sena* não iriam certamente gostar da companhia…). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;* Nota: pela vigilância atenta do autor e tradutor Octávio dos Santos fui informado que, de facto, a trasladação dos restos mortais de Jorge de Sena teve como destino o Cemitério dos Prazeres (cá estamos de novo em Campo de Ourique) e não o Panteão Nacional.&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pedro Marques&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-5185501953853263257?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5185501953853263257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5185501953853263257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/02/luiz-com-ze-no-montag.html' title='Luiz com Zê no Montag'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-1962224494403672866</id><published>2010-02-11T13:20:00.000-08:00</published><updated>2010-02-15T13:48:48.347-08:00</updated><title type='text'>Algumas edições no Homem dos Livros</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/HomemdosLivros.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/HomemdosLivros.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para quem procura livros Afrodite, no site &lt;a href="http://homemdoslivros.blogspot.com/"&gt;Homem dos Livros&lt;/a&gt; encontramos algumas edições das mais interessantes: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://homemdoslivros.blogspot.com/2009/11/arte-de-furtar.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ARTE DE FURTAR. Anónimo do Séc. XVII . Fernando Ribeiro de Mello. Edições Afrodite. 1970. Desenhos de Eduardo Batarda. Comentários de Natália Correia, Armando Castro, Hernâni Cidade e João Bénard da Costa. Arranjo Gráfico de Paulo-Guilherme. (30 euros) &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://homemdoslivros.blogspot.com/2009/11/nova-recolha-de-proverbios-e-outros.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;NOVA RECOLHA DE PROVÉRBIOS E OUTROS LUGARES COMUNS PORTUGUESES. Coordenação e introdução de Manuel João Gomes. Capa e ilustrações de Henrique Manuel. Fernando Ribeiro de Mello. Edições Afrodite. Lisboa. 1973. In-8.º de 385 páginas. B. (45 euros)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://homemdoslivros.blogspot.com/2009/11/carrol-lewis.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;CARROL, Lewis. AVENTURAS DE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS. Ilustrações de John Tenniel. Fernando Ribeiro de Mello. Edições Afrodite. Lisboa. 1971. In-8.º deitado de 274-I páginas. B. (65 euros)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://homemdoslivros.blogspot.com/2009/11/apocalipse-do-apostolo-joao.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;APOCALIPSE DO APÓSTOLO JOÃO. Edições Afrodite. Fernando Ribeiro de Mello. 1972. Lisboa, Ano Internacional do Livro. In-4.º de 101-1 páginas. B.&lt;br /&gt;(30 euros) &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://homemdoslivros.blogspot.com/2009/11/brito-bernardo-g.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;BRITO, Bernardo G. de - HISTÓRIA TRÁGICO-MARÍTIMA - Lisboa, Edições Afrodite, de Fernando Ribeiro de Mello, 1971-1972. Comentários de Fernando Luso Soares, José Saramago, M. Lúcia Lepecki; 2 volumes. Fixação de texto, glossário e notas de Neves Águas. Arranjo gráfico de José Marques de Abreu. Ilustrações de Cruzeiro Seixas, Eurico, Carlos Calvet;José Escada; In-8.º de XXXI-815-49-XII págs. B. (45 euros) &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://homemdoslivros.blogspot.com/2009/11/antologia-do-humor-negro.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ANTOLOGIA DO HUMOR NEGRO. Fernando Ribeiro de Mello. Edições Afrodite. 1972. Prefácio de André Breton. Colaboração de António Sena. In-8.º de 454-I páginas. B.(40 euros )&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://homemdoslivros.blogspot.com/2009/11/antologia-do-humor-portugues.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ANTOLOGIA DO HUMOR PORTUGUÊS. Selecção e notas: Vergílio Martinho, Ernesto Sampaio. Prefácio, Ernesto Sampaio. Edições Afrodite. Fernando Ribeiro de Melo. Lisboa. 1969. 14,5x21 cm. XXV-III-1004-III págs. B.&lt;br /&gt;"A Antologia do Humor Português contém entre outros autores: Bocage, Garrett, Camilo, Ramalho, Eça, Gomes Leal, Cesário Verde, Fialho, Teixeira-Gomes, Feijó, Sá-Carneiro, Pessoa, Almada, Miguéis, Branquinho da Fonseca, Manuel de Lima, Natália Correia, O'Neill, Mário Cesariny, António Maria Lisboa etc. Edição com desenhos originais de Carlos Ferreiro, Eduardo Batarda, João Machado e José Rodrigues. (100 euros)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://homemdoslivros.blogspot.com/2009/11/antologia-de-vanguarda.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ANTOLOGIA DE VANGUARDA. - 4 AUTORES DA NOVELA PORTUGUÊSA CONTEMPORÂNEA.- Sá Carneiro - Almada - Manuel Lima - Luiz Pacheco. Lisboa. Afrodite. Edição de Fernando Ribeiro de Mello. [1968 ?]. In-8º de 276-II págs. B. Edição Fora do Mercado.(65 Euros) &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://homemdoslivros.blogspot.com/2009/11/emerico-nicolau.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;EMÉRICO (Nicolau) — O MANUAL DOS INQUISIDORES. Edições Afrodite. (Lisboa. 1972)13x18,5 cm. 326-II págs. B. Textos fundamentais para o estudo da Instituição Inquisitorial. Comentários em posfácio de Manuel João Gomes, Fernando Luso Soares, D. António Ferreira Gomes (Bispo do Porto), Francisco Salgado Zenha e Padre José da Felicidade Alves. Ilustrações de margem assinadas por Eduardo Batarda, Carlos Ferreiro, Nuno Amorim e Diogo Vieira.(30 Euros )&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://homemdoslivros.blogspot.com/2009/11/emerico-nicolau.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-1962224494403672866?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1962224494403672866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1962224494403672866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/02/algumas-edicoes-no-homem-dos-livros.html' title='Algumas edições no Homem dos Livros'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-515905437619886161</id><published>2010-02-11T12:24:00.000-08:00</published><updated>2010-02-11T12:54:14.354-08:00</updated><title type='text'>Textos Malditos a 250 Euros</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/textosmalditos-1.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 274px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/textosmalditos-1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/textosmalditos2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 286px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/textosmalditos2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Na &lt;a href="http://frenesilivros.blogspot.com/"&gt;Frenesi Loja&lt;/a&gt;, entre várias raridades à venda, esteve durante algumas semanas um especial exemplar dos &lt;em&gt;Textos Malditos&lt;/em&gt; de Luiz Pacheco, com a chancela das Edições Afrodite. Tratava-se de um volume com anotações do autor, tendo em vista uma posterior reedição (nunca concretizada) na Contraponto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Alguém já desembolsou 250 Euros e tem agora um exemplar único na sua biblioteca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;a href="http://frenesilivros.blogspot.com/2010/01/o-manual-dos-inquisidores.html"&gt;Na mesma loja há ainda um &lt;em&gt;Manual dos Inquisidores&lt;/em&gt; por 40 Euros.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-515905437619886161?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/515905437619886161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/515905437619886161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/02/textos-malditos-250-euros.html' title='Textos Malditos a 250 Euros'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-1162903793053318089</id><published>2010-01-15T08:01:00.000-08:00</published><updated>2010-01-15T08:08:49.790-08:00</updated><title type='text'>Para que conste</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nada temos a ver com as extintas Edições Afrodite nem com Fernando Ribeiro de Mello, ou seus descendentes. Não comercializamos livros. Apenas coleccionamos (bastando-nos um exemplar de cada edição Afrodite).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt; é apenas um passatempo&lt;em&gt;,&lt;/em&gt; tendo como missão colocar &lt;em&gt;online&lt;/em&gt; alguma da história das Edições Afrodite e do seu mentor Fernando Ribeiro de Mello.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos respondendo por mail a todas as perguntas e sugestões que nos colocam, mas atenção, não temos livros para venda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecemos desde já a quem tenha informação ou fotografias sobre as Edições Afrodite ou Fernando Ribeiro de Mello, e que nos queira enviar para publicação no blog.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-1162903793053318089?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1162903793053318089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1162903793053318089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/01/para-que-conste.html' title='Para que conste'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-4162219669380507974</id><published>2010-01-13T06:14:00.000-08:00</published><updated>2010-01-15T07:56:02.998-08:00</updated><title type='text'>Uma caricatura de Fernando Ribeiro de Mello</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/frmello.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 249px; DISPLAY: block; HEIGHT: 435px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/frmello.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;No &lt;a href="http://miguelsalazar.blogs.sapo.pt/"&gt;blog de Miguel Salazar&lt;/a&gt; encontrámos esta caricatura, de sua autoria, sobre Fernando Ribeiro de Mello, com o seguinte comentário:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fernando Ribeiro de Mello, editor da Afrodite, era outro dos elementos do júri do concurso televisivo A Prata da Casa.&lt;br /&gt;Ribeiro de Mello tinha, digamos assim, uma razoável opinião... de si próprio... &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://miguelsalazar.blogs.sapo.pt/91227.html"&gt;http://miguelsalazar.blogs.sapo.pt/91227.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-4162219669380507974?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/4162219669380507974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/4162219669380507974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2010/01/uma-caricatura-de-fernando-ribeiro-de.html' title='Uma caricatura de Fernando Ribeiro de Mello'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-8147751711014185183</id><published>2009-12-09T08:04:00.000-08:00</published><updated>2009-12-09T08:20:08.115-08:00</updated><title type='text'>Páginas com informação e ilustrações na Antologia do Humor Negro</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/tradutores.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 420px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/tradutores.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/prefcio.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 420px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/prefcio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/fichatcnica.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 420px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/fichatcnica.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/autores.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 420px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/autores.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-8147751711014185183?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8147751711014185183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8147751711014185183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/12/paginas-com-informacao-e-ilutracoes-na.html' title='Páginas com informação e ilustrações na Antologia do Humor Negro'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-3982969300130312581</id><published>2009-11-30T07:57:00.001-08:00</published><updated>2009-11-30T08:08:32.798-08:00</updated><title type='text'>Algumas ilustrações e autores na Antologia do Humor Negro</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Duchamp.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 420px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Duchamp.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; Marcel Duchamp&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CharlesCross.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 420px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CharlesCross.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Charles Cros&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Kafka-1.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 420px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Kafka-1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Franz Kafka&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-3982969300130312581?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3982969300130312581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3982969300130312581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/11/algumas-ilustracoes-e-autores-na.html' title='Algumas ilustrações e autores na Antologia do Humor Negro'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-5347610247166933868</id><published>2009-11-18T02:58:00.000-08:00</published><updated>2009-11-30T08:06:17.656-08:00</updated><title type='text'>Antologia do Humor Negro, de André Breton</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(edição de Abril de 1973)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AntologiaHumorNegro.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 420px; DISPLAY: block; HEIGHT: 590px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AntologiaHumorNegro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tradutores: Aníbal Fernandes, Ernesto Sampaio, Isabel Hub, Jorge Silva Melo, Luísa Neto Jorge e Manuel João Gomes.&lt;br /&gt;Prefácio de André Breton (o prefácio poderia ter por título O Pára-Raios – Lichtenberg)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edição com imagens de alguns autores presentes na antologia, textos de Andé Breton a apresentar cada um dos antologiados, e ainda um nota final de AB escrita em 1966, a Antologia encerrada, isto é, a salvo de qualquer revisão ou ampliação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto na badana: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O regime de Vichy foi forjado por Hitler em 1940, depois de as suas tropas terem entrado vitoriosas na Franças: era o grande sinal de que a Grande Guerra fora ganha pela Alemanha Nazi.&lt;br /&gt;O regime de Vichy era constituído por quatro franceses (Pétian, Pucheu, Barthélemy, Brinon) que colaboraram com o nazismo durante quatro anos e fielmente cumpriram as ordens que Berlim mandava: processaram judeus, guilhotinaram comunistas, eliminaram chefes sindicalistas.&lt;br /&gt;E a primeira edição da Antologia do humor Negro (1939) foi por eles retirada do mercado logo que apareceu. O humor negro não será a melhor prova de que a estupidez e o crime nunca ganharam qualquer guerra?&lt;br /&gt;O humor negro é mais que o riso, é mais que a ironia:&lt;br /&gt;É a crueldade destrutiva que abala os alicerces de todos o regimes – é uma ameaça constante ao império da irracionalidade, ao domínio da injustiça, ao crime organizado.&lt;br /&gt;É por isso que os textos desta Antologia se apresentam sempre como literatura de vida ou de morte; é por isso que os autores escolhidos por Breton são quase todos daqueles homens que nenhum governo de Vichy recuperará.&lt;br /&gt;A Antologia de Breton atinge o regime no mais profundo da sua falsa compostura: é através dela que Breton anuncia definitivamente o génio até então oculto dos grandes escritores malditos: Sade, Lautréamont, Forneret, Lacenaire.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre eles, houve ainda os que para além do humor, realizaram também a entrega total à loucura (Swift, Sade, Nietzsche), que se refugiaram na droga (De Quincey, Baudelaire), no álcool (Poe, Jarry), no suicídio (Vaché, Rigaud, Roussel, Duprey).&lt;br /&gt;Com este livro, a literatura é chamada à luta, à vida perigosa. Para Breton e o seus autores aqui seleccionados o humor ou é negro – i. é. cruel – ou não será humor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autores Antologiados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alberto Savino&lt;br /&gt;Alfred Jarry&lt;br /&gt;Alphonse Allais&lt;br /&gt;André Gide&lt;br /&gt;Arthur Cravan&lt;br /&gt;Arthur Rimbaud&lt;br /&gt;Benjamin Péret&lt;br /&gt;Charles Baudelaire&lt;br /&gt;Charles Cros&lt;br /&gt;Charles Fourier&lt;br /&gt;Chirstian-Dietrich Grabbe&lt;br /&gt;D. A. F. de Sade&lt;br /&gt;Edgar Allan Poe&lt;br /&gt;Franz Kafka&lt;br /&gt;Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;Georg-Christoph Lichtenberg&lt;br /&gt;Germain Noveau&lt;br /&gt;Giséle Prassinos&lt;br /&gt;Guillaume Apollinaire&lt;br /&gt;Hans Harp&lt;br /&gt;Isidore Ducasse&lt;br /&gt;Jacob Van Hoddis&lt;br /&gt;Jacques Rigaut&lt;br /&gt;Jacques Vaché&lt;br /&gt;Jean Ferry&lt;br /&gt;Jean-Pierre Brisset&lt;br /&gt;Jean Pierre Duprey&lt;br /&gt;John Millington Synge&lt;br /&gt;Jonathan Swift&lt;br /&gt;Joris-Karl Hysmans&lt;br /&gt;Leonora Carrington&lt;br /&gt;Lewis Carrol&lt;br /&gt;Marcel Duchamp&lt;br /&gt;O. Henry&lt;br /&gt;Pablo Picasso&lt;br /&gt;Petrus Borel&lt;br /&gt;Pierre-François Lacenaire&lt;br /&gt;Raymond Roussel&lt;br /&gt;Salvador Dali&lt;br /&gt;Thomas de Quincey&lt;br /&gt;Tristan Corbiére&lt;br /&gt;Villiers L´isle-Adam&lt;br /&gt;Xavier Forneret &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-5347610247166933868?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5347610247166933868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5347610247166933868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/11/antologia-do-humor-negro-de-andre.html' title='Antologia do Humor Negro, de André Breton'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-3089377639926199605</id><published>2009-11-10T04:16:00.000-08:00</published><updated>2009-11-10T09:07:06.324-08:00</updated><title type='text'>Lugar de Massacre, de José Martins Garcia</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;(edição de Junho de 1975)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000002-1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 401px; CURSOR: hand; HEIGHT: 580px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000002-1.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Colecção Autores II&lt;br /&gt;Capa de Nuno Amorim&lt;br /&gt;Edição e arranjo gráfico de Edições Afrodite&lt;br /&gt;Copyright de &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/02/jos-martins-garcia.html"&gt;J. Martins Garcia&lt;/a&gt; / Ed. Afrodite&lt;br /&gt;3200 exemplares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Contracapa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ao mesmo tempo que nas ruas de Paris se jogava contra a cultura burguesa mais uma cartada perdida, no Hospital Militar de Bissau um homem descobria a inconsistência radical do mundo, da vida, das religiões e das ideologias, medindo com a sua loucura essoutra loucura chamada COLONIALISMO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;corpos caídos para nada, vidas ceifadas por ilusões imperialistas, destruição física e psíquica duma juventude que não tinha qualquer razão para a guerra...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-3089377639926199605?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3089377639926199605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3089377639926199605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/11/lugar-de-massacre-de-jose-martins.html' title='Lugar de Massacre, de José Martins Garcia'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-1618352704757220096</id><published>2009-10-03T09:24:00.001-07:00</published><updated>2009-10-29T08:24:37.775-07:00</updated><title type='text'>Porquê a edição do Mein Kampf?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/mk.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/mk.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em 1976 Fernando Ribeiro de Mello editou em Portugal o &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/06/minha-luta-de-adolf-hitler.html"&gt;Mein Kampf, de Adolf Hitler,&lt;/a&gt; criando algum impacto na sociedade portuguesa. O editor surpreendeu e as reacções a tamanha audácia e provocação foram muitas. A edição feita a partir de uma tradução brasileira, teve uma tiragem de 10 000 exemplares, dai que ainda hoje se encontre em alfarrabistas com alguma regularidade, mas com preços cada vez mas elevados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2006/12/acerca-da-edio-de-1966-da-filosofia-na_4767.html"&gt;Quando demos início a este blog, publicámos aqui alguns posts com uma entrevista do editor a António Carmo Luís publicada no livro &lt;em&gt;O Marquês de Sade e a sua Cúmplice, Seguido de Sade em Portugal e Portugal em Sade,&lt;/em&gt; das edições Hiena.&lt;/a&gt; A páginas tantas o entrevistador questiona Fernando Ribeiro de Mello sobre a edição do livro de Adolf Hitler:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;- Não escreva isso – disse-me o editor, e tinha a voz irritada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;FRM - Ainda era a mesma luta contra o poder. O meu mal foi querer provar, com alguns anos de antecedência, algumas coisas que toda agente agora sabe: os regimes do Leste dividiam a sociedade em classes fortemente hierarquizadas, faziam uma censura feroz às ideias, à liberdade de criação, sob o ponto de vista económico eram uma aldrabice. Tentei dizer isto mas era cedo, quem lia livros preferia acreditar no que lhe convinha.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Seria preciso chegar ao Mein  Kampf de Adolf Hitler? O que tinha ele a ver com os regimes de leste?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;FRM - Tinha o seguinte: um discurso praticamente igual, assustadoramente igual. Igual porque discurso caucionador, em todos os regimes totalitários, da necessidade de fazer crer ao povo que a sua dureza é inspirada por princípios nobres e pela vontade de o proteger. Os extremos tocam-se.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Mas em Portugal já tinha havido eleições democráticas, e a Afrodite insistia nessa cruzada...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;FRM - Acha que a situação estava estabilizada? Que já não havia perigo? Lembre-se de que a União Soviética ainda praticava uma política de infiltração, e este canto era muito apetecível como pedra a tomar no xadrez universal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; - Mas era uma estratégia editorial errada. Não basta publicar livros «contra». É preciso haver uma clientela significativa para esse «contra», que suporte essa inspiração editorial. No tempo de Salazar, a Afrodite dirigia-se à vontade de oposição da quase totalidade dos intelectuais portugueses. Nesta segunda fase, os livros publicados não tinham um destinatário suficientemente amplo para suportar os investimentos da edição. Era um  suicídio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;FRM - Sempre travei batalhas suicidas, sempre me atirei de cabeça pelas minhas verdades sem medir muito as consequências. Hesitar, seria pressupor uma frieza que eu não tenho, e mau será que um dia venha a tê-la. Editei o Sade quando era impossível editá-lo. O degelo marcelista permitiu alguns Sades sem risco, na Arcádia, na Estampa, creio que na Presença; e depois de não haver censura apareceram dois com linguagem crua, um na &amp;amp; Etc e os volumes de &lt;em&gt;Os 120 Dias de Sodoma&lt;/em&gt;. Mas eu editei Sade contra Salazar, com todo o risco que era estar contra ele, editei-o para abalar a censura...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-1618352704757220096?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1618352704757220096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1618352704757220096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/10/porque-edicao-do-mein-kampf.html' title='Porquê a edição do Mein Kampf?'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-2721126313185964281</id><published>2009-09-19T03:14:00.000-07:00</published><updated>2009-10-13T11:58:05.450-07:00</updated><title type='text'>Ditadura sem Proletariado - Vários</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(edição de Abril de 1978)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000001-1.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 520px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000001-1.jpg" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A mesma edição: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/04/kontinent-2.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Kontinent 2 - Ditadura sem Proletariado,&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; mas com capa diferente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Textos de: Wladímir Maksímov, Robert Conquest, Aleksandr Solzhenitsyn, representantes das fábricas da cidade de Petrogrado, Graham Greene, Ota Filip, Adalbert Reif, Víktor Nekrásov e Karl-Gustav Strőhm.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Tradutor: Armando Costa e Silva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Adaptação da capa: Jorge Cardoso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Colecção Documentos&lt;br /&gt;Edição de Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Na Contracapa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;KONTINENT é publicado em russo (Londres), alemão (Ullstein), francês (Gallimard), italiano (Garzanti), inglês (André Deuch), americano (Doubleday), espanhol (Unión Editorial, S. A) e agora também em português. Como «tribuna independente dos escritores do leste europeu», nela colaboram os maiores representantes dos dissidentes da área comunista: Soljenitsine, Sakarov, Siniavski, Brodskii, Pachman, Nekrásov, Maksímov e tantos outros.Num sentido mais amplo – e mais concreto – Kontinent quer constituir uma plataforma – um «continente» - integrada por «todas as forças antitotalitárias em luta espiritual pela liberdade e pela dignidade do homem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-2721126313185964281?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/2721126313185964281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/2721126313185964281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/09/ditadura-sem-protelariado-varios.html' title='Ditadura sem Proletariado - Vários'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-8091495905288256718</id><published>2009-09-19T03:08:00.000-07:00</published><updated>2009-09-26T08:56:54.625-07:00</updated><title type='text'>Questionário a Fernando Ribeiro de Mello</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/frm-1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 420px; CURSOR: hand; HEIGHT: 470px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/frm-1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Um questionário a Fernando Ribeiro de Mello publicado na revista Crónica Feminina, págs. 28 e 29, de 17 de Dezembro de 1964, que nos permite conhecer um pouco mais o responsável pelas Edições Afrodite. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Imagem cedida pelo blog &lt;a href="http://diasquevoam.blogspot.com/"&gt;Dias Que Voam&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-8091495905288256718?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8091495905288256718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8091495905288256718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/09/questionario-fernando-ribeiro-de-mello.html' title='Questionário a Fernando Ribeiro de Mello'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-3505185555212926686</id><published>2009-09-18T09:20:00.000-07:00</published><updated>2009-09-18T09:31:59.562-07:00</updated><title type='text'>Liberdade para José Diogo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;(edição de Maio de 1975)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/diogos.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 500px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/diogos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Edição organizada e proposta à circulação por: Associação de Ex-presos Políticos Antifascistas e Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite&lt;br /&gt;Colecção Documentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tiragem de 6200 exemplares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta edição apresenta:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- uma carta de José Diogo escrita a partir da prisão em 3 de Janeiro de 1975;&lt;br /&gt;- um texto da Associação de Ex-presos Políticos Antifascistas (AEPPA) sobre ditadura e o momento político que se vivia em Portugal no pós 25 de Abril, esclarecendo os motivos da edição: &lt;em&gt;Ao publicar a carta de José Diogo, a AEPPA pretende iniciar uma campanha pela sua libertação.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;- o Despacho de Pronúncia – &lt;em&gt;O direito burguês acusa José Diogo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;uma canção para o camarada José Diogo, da autoria de do Grupo de Acção Cultural / Vozes na Luta&lt;br /&gt;- uma &lt;em&gt;Mensagem de José Diogo dirigida aos camaradas presentes na manifestação do 1.º de Maio de 1975 organizada em Lisboa pelos Movimentos Marxistas – Leninistas e da Democracia Popular&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;- um texto, intitulado &lt;em&gt;José Diogo Luís, Casado, Tractorista...&lt;/em&gt; onde se expõe o caso: &lt;em&gt;«Luís, José Diogo, casado, tractorista, Filho de Jacinto e de Arminda. Nascido em 1938 – tem agora 36 anos portanto. Local de nascimento: Almerim, concelho de Castro Verde ( Baixo Alentejo). Residente em Casével com a mulher e três menores. Cidadão nacional com o bilhete de identidade n.º 338764.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Às 15H30 do dia 30 de Setembro de 1974, um 1.º Cabo da GNR em serviço no posto de Castro Verde recebe um telefonema: o presidente da comissão Administrativa de Castro Verde informa-o haver rumores de que fora agredido à facada, na sua residência, o proprietário rural Columbano Libano Monteiro, Dr., no estado civil de viúvo, filho de e de, natural de S. Pedro de Espinho – Mangualde onde nasceu em 1896, residente em castro Verde.&lt;br /&gt;O 1.º cabo, acompanhado do soldado da GNR n.º 332/64202, desloca-se ao local da agressão.&lt;br /&gt;Mais tarde, ao elaborar a sua participação em duplicado, o 12.º cabo refere que «perseguiram o agressor, vindo a detê-lo pelas 17H30, perto do lugar de Almeirim, deste Concelho. Trata-se de José Diogo Luís, no estado civil, com a profissão de».&lt;br /&gt;O instrumento do crime – uma faca - «foi apreendida e segue junta à participação».&lt;br /&gt;Interrogado, José Diogo Luís declara que procurava o proprietário rural Columbano Libano Monteiro para este o readmitir ao seu serviço, pois que havia sido por ele despedido cerca de uma semana antes.&lt;br /&gt;«O respondente esclarece que quando se dirigiu a casa do ofendido, foi, como disse, só com a intenção de lhe pedir trabalho pois estava em precária condição económica (...)».&lt;br /&gt;A declarante Assunção Maria Palhinha, que vivia em casa do proprietário rural Libano Monteiro, refere que «chamou um ambulância que conduziu o ofendido ao Hospital de Castro Verde sendo de seguida transportado ao Hospital de Beja, por não se encontrar nenhum médico no Hospital de Castro Verde. Que no dia 2 do corrente mês de Outubro o ofendido começou a sentir-se pior e a conselho dos médicos de Beja foi transportado a Lisboa ficando internado na Casa de Saúde das Amoreiras, onde faleceu no dia 12 deste mês de Outubro (...)».&lt;br /&gt;«(...) Em tempo: a declarante refere que ouviu dizer ao povo de Castro Verde cujas pessoas não pode precisar, que o povo, após a agressão, deu 500$00 à mulher dele (José Luís Diogo) e disse-lhes «Toma lá estes quinhentos escudos e se ele morrer dou-te mais 500» (...)».&lt;br /&gt;A folhas 29 do processo consta a informação de que o médico que passou a certidão de óbito do propietário rural Libano Monteiro realçou como causas da morte «peritonitem ferida por arma branca e insuficiência cardíaca esquerda».&lt;br /&gt;Do relatório do exame de tanatologia consta que as «peças de vestuário examinadas não têm rasgões nem manchas de sangue parecendo ser peças de vestuário para funeral».&lt;br /&gt;O José Diogo Luís encontra-se actualmente detido, a aguardar julgamento, na cadeia da cidade de Beja. O processo-crime corre seus termos no Tribunal Judicial da Comarca de Ourique. Em breve, será José Diogo Luís, casado, tractorista, de 36 anos de idade, submetido a julgamento pela prática do crime previsto e punido pelo art.º 249.º do Código Penal de 1852 – homicídio voluntário.»&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-3505185555212926686?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3505185555212926686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3505185555212926686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/09/liberdade-para-jose-diogo.html' title='Liberdade para José Diogo'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-4077455642500907273</id><published>2009-09-12T08:05:00.000-07:00</published><updated>2009-10-13T12:00:14.673-07:00</updated><title type='text'>Manual de Primeiros Socorros, de Norbert Vieux e Pierre Jolis</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(3.ª Edição: Agosto de 1984)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/socorros.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 540px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/socorros.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Aprovado pelo Ministério do Interior e Ministério da Saúde Franceses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendado por: Secretaria de Estado da Saúde, Serviço Nacional da Ambulâncias e Cruz Vermelha Portuguesa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 Volumes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Título: Manuel de Secourisme&lt;br /&gt;Autores: Norbert Vieux e Pierre Jolis&lt;br /&gt;Colaboração: Serge Desclos de la Fonchais&lt;br /&gt;Ilustrações: Dieter Wagner&lt;br /&gt;Tradução: Dr. Germano de Sousa&lt;br /&gt;Adaptação da capa: Nuno Amorim&lt;br /&gt;Colecção: Guias&lt;br /&gt;Edição e adaptação gráfica: Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite&lt;br /&gt;1977 Edições Afrodite para Portugal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na contracapa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todo o Mundo, a Cruz Vermelha tem parte activa na educação sanitária e no ensino do Socorrismo. Em França, desde 1941, a Cruz Vermelha formou 1 200 000 socorristas; técnicas originais foram aperfeiçoadas e ensinadas pelos médicos instrutores nacionais, porque o Socorrismo é uma realidade viva.&lt;br /&gt;Este manual tem em conta a evolução das técnicas e da pedagogia. Assim possa ele facilitar a tarefa dos instrutores, monitores e socorristas, e favorecer a difusão dos socorros de urgência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(do prefácio da edição francesa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impunha-se a publicação em Portugal de um livro sobre primeiros socorros (Socorrismo) no qual fosse possível adquirir conhecimentos básicos e aprender qual o comportamento a seguir pelo socorrista quando se lhe depararem casos urgentes de doença ou acidente.&lt;br /&gt;Assim, procurou-se seleccionar uma obra cujo texto aliasse à sua base científica um carácter francamente didáctico e popular. Cremos tê-lo conseguido ao traduzirmos o «Manual de Secourisme» dos doutores Norbert VIEUX e Pierre JOLIS.&lt;br /&gt;A edição original francesa contém não só elementos necessários ao ensino dos primeiros socorros e ao comportamento do socorrista em casos de urgência, como também ensinamentos específicos dedicados aos cursos de Salvadores-Socorristas do Trabalho e de Monitores e Instrutores de Socorrismo. Porém, e porque nos pareceu que este volume da edição portuguesa deveria cingir-se ao ensino dos primeiros socorros e ao comportamento do socorrista em casos de urgência, decidimos apresentar agora apenas a matéria que se integra na orientação adoptada.&lt;br /&gt;Na tradução procurou-se – sem descurar evidentemente a fidelidade ao original – substituir alguns termos médicos, e outros, por palavras mais correntes no nosso idioma. Também houve, por vezes, que adaptar ou não traduzir determinadas considerações dos autores, por nos parecer que as mesmas apenas têm interesse para os Franceses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(do prefácio da edição portuguesa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este manual está de acordo com os programas do Diploma de Socorrismo da Cruz Vermelha Francesa e do Diploma Nacional de Socorrismo da Protecção Civil.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-4077455642500907273?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/4077455642500907273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/4077455642500907273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/09/manual-de-primeiros-socorros-de-norbert.html' title='Manual de Primeiros Socorros, de Norbert Vieux e Pierre Jolis'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-8155840939803424870</id><published>2009-08-27T05:27:00.000-07:00</published><updated>2009-08-27T05:38:27.138-07:00</updated><title type='text'>Mais montras de livros Afrodite</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Recomendamos mais alguns sítios online, onde se encontram à venda livros das edições Afrodite:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;No recém estreado site de &lt;a href="http://www.gabrielagouveia.com/"&gt;Gabriela Gouveia&lt;/a&gt;, entre muitas raridades de literatura portuguesa do século passado, podemos encontrar uma &lt;em&gt;Antologia de Vanguarda,&lt;/em&gt; que apresenta textos de Luiz Pacheco, Almada Negreiros, Mário de Sá-Carneiro e Manuel de Lima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No site &lt;a href="http://www.iberlibro.com/"&gt;Iberlibro,&lt;/a&gt; fazendo uma busca avançada por editora, encontramos muitos livros das edições Afrodite. Se restringirmos a busca a Portugal, estão lá livros da Cimelio Books, Avelar Machado e Artes &amp;amp; Letras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no blog &lt;a href="http://doutrotempo.blogspot.com/"&gt;D`Outro Tempo&lt;/a&gt;, de momento, por 35 euros encontramos uma edição de &lt;em&gt;Erros Meus, Má Fortuna, Amor Ardente&lt;/em&gt;, de Natália Correia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-8155840939803424870?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8155840939803424870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8155840939803424870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/08/mais-montras-de-livros-afrodite.html' title='Mais montras de livros Afrodite'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-7481901716324515770</id><published>2009-06-06T07:33:00.000-07:00</published><updated>2009-08-27T05:40:05.927-07:00</updated><title type='text'>Montras Afrodite</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Alguns sitíos (online) onde se encontram à venda livros das Edições Afrodite:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.letralivre.com/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Letra Livre&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; (Lisboa), após uma busca por editor, encontramos 15 referências a bons preços. Destacamos um exemplar da &lt;em&gt;Antologia de Poesia Latina Erótica e Satírica&lt;/em&gt;. Outra edição rara à venda na Letra Livre é a de &lt;em&gt;A Fome,&lt;/em&gt; de José Martins Garcia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.livrarialumiere.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Livraria Lumiére&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; (Porto), encontramos à venda um exemplar d´O &lt;em&gt;Processo dos Távoras - A Expulsão dos Jesuítas (&lt;/em&gt;recentemente apresentado neste blog), um exemplar da edição especial do &lt;em&gt;Livro de São Cipriano &lt;/em&gt;e uma &lt;em&gt;Antologia do Conto Abominável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;O livreiro antiquário &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.livro-antigo.com/site/index.php"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Miguel de Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; (Coimbra), tem na sua página uma montra dedicada às Edições Afrodite. Na busca deve-se procurar em Editor, por Afrodite e surgem edições de As 50 Posições - Manual prático de mesa de cabeceira, do &lt;em&gt;Manual dos Inquisidores&lt;/em&gt;, de Nicolau Emérico ou um exemplar do &lt;em&gt;Anti-Duhring,&lt;/em&gt; de Frederico Engels.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.livrariaarteseletras.pt/catalog/information.php?info_id=11"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Livraria Artes e Letras &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;(Lisboa) vende-se um raro exemplar da &lt;em&gt;Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica&lt;/em&gt; (dos cancioneiros medievais à actualidade), de Natália Correia, com ilustrações de Cruzeiro Seixas, 1966.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.alfarrabistaavelarmachado.com.pt/loja/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Livraria Alfarrabista Avelar Machado&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; (Lisboa), após uma busca por editor, encontramos um exemplar da primeira edição &lt;em&gt;d´A Filosofia na Alcova&lt;/em&gt;, do Marquês de Sade.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Na &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.livraria-esperanca.pt/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Livraria Esperança&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; (Funchal), destacamos a edição de &lt;em&gt;Revolucionários e Querubins&lt;/em&gt; de José Martins Garcia, 1977, e de &lt;em&gt;O Uso e o Abuso,&lt;/em&gt; de Armando Silva Carvalho, 1976. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-7481901716324515770?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7481901716324515770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7481901716324515770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/06/montras-afrodite.html' title='Montras Afrodite'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-2902853671591567616</id><published>2009-06-06T07:22:00.000-07:00</published><updated>2009-08-04T09:44:51.479-07:00</updated><title type='text'>Esclarecer o Eleitor: Inquérito aos Partidos Políticos</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(edição de Março de 1975)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/ppoliticos.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 500px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/ppoliticos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Esclarecer o Eleitor: Inquérito aos Partidos Políticos&lt;br /&gt;2.ª Edição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autores: António Borges Coelho, António Proença Varão, Avelino Rodrigues, Carlos Caldeira, Daniel Sampaio, Francisco Pereiria de Moura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colaboradores: Jorge Sampaio, Marcelo Rebelo de Sousa, Mário Sottomayor Cardia, Vilaverde Cabral e Fernando Ribeiro de Mello&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenação: Fernando Ribeiro de Mello&lt;br /&gt;Revisão de Provas: Manuel Joaquim Méco&lt;br /&gt;Colecção: Doutrina / Intervenção&lt;br /&gt;Edição, arranjo gráfico e direitos: Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na contracapa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocando os principais partidos e movimentos políticos perante a obrigação de dar resposta e esclarecimento frontal a mais de noventa interrogações sobre os decisivos problemas portugueses da política e administração, do sistema e desenvolvimento económicos, da instrução, cultura e informação, da política e religião, da saúde, da psiquiatria, psicopatologia e desajustamento social, a presente obra ultrapassa o parasitismo das que se limitam a conformam aos princípios e generalidades programáticas já divulgadas e propagandeadas e, por isso, constitui um auxilio dinâmico e verdadeiro alerta para as massas populacionais consciencializarem as opções partidárias, exigindo o esclarecimento específico, concreto, honesto e não demagógico a que têm direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais importante que as respostas já apresentadas e os muitos silêncios registados – umas e outros de qualquer modo sempre inevitavelmente significativos (muito?) – são as perguntas que foram elaboradas por especialistas competentes e representativos nas várias matérias questionadas e aos quais os principais agrupamentos políticos não negam e até reconhecem, aplaudem e promovem idoneidade. Quase todos, de resto, e por isso mesmo, são individualidades que – embora a título pessoal – de uma ou de outra forma, com a sua voluntária autoria ou colaboração, comprometem ideológica e politicamente alguns dos agrupamentos mais interventores e ditos preocupados com o esclarecimento do eleitorado e do povo em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim e além do mais, o presente volume comprova que mais importante do que a resposta é a pergunta. E também: que responder sem sempre é fácil e implica muitos riscos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando todas as pessoas deixarem de ter medo, forem capazes e souberem PERGUNTAR passaremos a estar de facto defendidos contra os maiores perigos. E isto será assim, mesmo que não obtenham a resposta ou tenham que a contestar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-2902853671591567616?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/2902853671591567616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/2902853671591567616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/06/esclarecer-o-eleitor-inquerito-aos.html' title='Esclarecer o Eleitor: Inquérito aos Partidos Políticos'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-7198460913341870192</id><published>2009-06-06T07:16:00.001-07:00</published><updated>2009-07-31T08:38:33.216-07:00</updated><title type='text'>Alain de Benoist</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/bergier.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 220px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/bergier.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Alain de Benoist, autor de &lt;em&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/06/nova-direita-nova-cultura-de-alain-de.html"&gt;Nova Direita, Nova Cultura&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, na edição portuguesa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através da análise dos principais ensaios aparecidos desde o início dos anos 70, esta antologia crítica constitui um vasto panorama «das ideias que regem o mundo». Para A. Benoist, a revolução cultural prepara a revolução política do nosso tempo. Nenhum domínio lhe é estranho, da arqueologia à filosofia, da pedagogia è etnologia, da biologia à sociologia. 140 escritores, sábios, historiadores, ou filósofos, encontram-se assim submetidos a uma inevitável «questão», e definidos, enfim, na sua verdadeira dimensão. Nas suas crónicas, consideravelmente modificadas, actualizadas e aumentadas após a sua publicação nos diversos jornais e revistas, a perspicácia atenta, alia-se a um grande rigor filosófico. Com este livro essencial, A. Benoist apresenta-se como um representante mais lúcido da nova direita e da «revolução conservadora». Nascido em 11 de Dezembro de 1943, A. Benoist abraça muito cedo o jornalismo prosseguindo os estudos de letras, filosofia e história. Desde 1969, anima a revista &lt;em&gt;Nouvelle Écolle&lt;/em&gt;, (30 números aparecidos até agora), que se constitui como um reflexo crítico das ideias contemporâneas, um espírito de recusa de todo o dogmatismo ideológico. Foi com este mesmo espírito de investigação, livre e fiel à cultura europeia que A. Benoist assinou a partir de Outubro de 1970, a rubrica dos livros de ideias, no semanário &lt;em&gt;Valeurs Desactuelles&lt;/em&gt; e no periódico de &lt;em&gt;Le Spectacle du Monde&lt;/em&gt;. Ele colabora para além disto, em numerosas publicações políticas e científicas, em França e no estrangeiro. Conferencista, repórter, ensaísta, ele publicou em 1966 um livro de reflexão filosófica e moral: Com ou sem Deus. Organizou numerosos seminários e colóquios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alain_de_Benoist"&gt;Alain de Benoist na Wikipédia&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-7198460913341870192?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7198460913341870192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7198460913341870192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/06/alain-de-benoist.html' title='Alain de Benoist'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-7819730795872877821</id><published>2009-06-06T07:04:00.000-07:00</published><updated>2009-07-31T08:43:50.018-07:00</updated><title type='text'>Nova Direita Nova Cultura, de Alain de Benoist</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;(Edição de Março de 1981)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/novadireita.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 500px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/novadireita.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Título original: Vu de Droite – Anthologie critique des idées contemporaines&lt;br /&gt;Nota à edição portuguesa: José Miguel Júdice&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução: Diogo Pacheco de Amorim, Florentino Goulart Nogueira, João Salvador Pacheco de Amorim, Jorge de Morais, José Preto da Costa, Júlia Xavier de Brito, Maria da Graça Câmara, Maria João de Serpa, Pacheco Amorim e Roberto de Morais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colecção Doutrina Intervenção&lt;br /&gt;Capa de Paulo-Guilherme D´eça Leal&lt;br /&gt;Edição e direitos: Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na badana&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... «Nova Direita, Nova Cultura», é um esforço, que se julgaria sobre-humano, de reunir à maneira dos enciclopedistas do final do séc. XVIII, com coerência e a partir do que se poderia chamar «o estado actual das ciências», os fundadores de uma concepção do mundo, integral e coerente. Como Terêncio, também &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/06/alain-de-benoist.html"&gt;Benoist&lt;/a&gt; poderia afirmar que nada do que lhe é humano é estranho. Dotado de uma inteligência analítica que se associa, o que é raro, a uma capacidade de desdobramento e de síntese invulgares, Benoist percorre com igual à vontade, os domínios da etnologia e da física atómica, os estudos psicológicos e genéticos e as investigações geopolíticas, as análises do comportamento animal e humano e a história da cultura; ao mesmo tempo que revela conhecer em profundidade não só Marx, mas também Pareto; não apenas Gramsci, mas também Evola; não só Clausewitz ou Renan, mas Marcuse, Althusser, ILIch ou Freud. ...A proposta de Benoist, rebenta todos os estereotipos com que habitualmente compramos a nossa tranquilidade cultura. ...Benoist veio da direita, mas não está na direita. ... Esta obra é, por isso, uma proposta aberta, discutível e controversa, mas com uma riqueza de conteúdo, uma novidade de teses e um rigor conceitual que a tornam um texto obrigatório. Depois da sua leitura, à esquerda e à direita, tudo se altera...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(Da nota a esta edição, de J. M. Júdice)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-7819730795872877821?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7819730795872877821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7819730795872877821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/06/nova-direita-nova-cultura-de-alain-de.html' title='Nova Direita Nova Cultura, de Alain de Benoist'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-8294452657946364212</id><published>2009-06-06T06:49:00.000-07:00</published><updated>2009-07-02T09:40:48.272-07:00</updated><title type='text'>João Bénard da Costa</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/JoaoBCosta.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 350px; CURSOR: hand; HEIGHT: 440px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/JoaoBCosta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O &lt;em&gt;Senhor Cinema&lt;/em&gt;, recentemente falecido, teve nas Edições Afrodite uma breve participação. Para a &lt;em&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2006/08/arte-de-furtar-annimo-do-sc-xvii.html"&gt;Arte de Furtar&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; escreveu este breve comentário:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecem, com certeza, a anedota. Um conferencista (supõe-se que erudito) comentava determinado passo da obra de Lautréamont. E explicava: «Com este verso quis Lautréamont dizer... ». Do público, levanta-se «papá» Breton, furioso: «Não senhor, não quis. Se quisesse dizer, tinha dito.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há crítico, comentador, prefaciador, posfaciador, eteceterador, que não repita a figura do tal fulano. É mesmo o que se espera dele. E muito mais se a obra é clássica e pertence ao chamado património cultural que, regra geral, não é nem pertence ao chamado património cultural, que regra geral, não é nem uma coisa nem outra, mas apenas um título de livro que não se leu. Nesses casos, o que se espera é que uma leitura moderna venha sobrepor-se a uma escrita antiga e aqui se chegue para dizer o que o autor quis na sua, ou seja na nossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regra geral, também essa leitura moderna é moralista e é política, já que de moralistas e políticos todos queremos ter um pouco. E, continuando nas regras, sem tampaxes que nos valham, são-no também a de que normalmente se invertem as perspectivas. Assim, dum livro conformista, muito serenamente metido dentro dessa mathesis universalis que sossegava o sono dos nossos seiscentistas, fizemos obra de crítica «realista e percuciente» à sociedade do tempo, com uma pitada de progressismo e muito recheada de intenções ocultas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu não sou o enigmático autor da &lt;em&gt;Arte de Furtar&lt;/em&gt; também não vou dizer, como ele achava que podia, o que se passa na verdade. Limito-me a lembrar, servindo-me para tanto da inversão do sentido de uma sua frase, que todos somos para com os outros como os olhos que, vendo-se a si mesmos, nunca vêem tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tudo, neste caso e para mim, é esse delicioso gongorismo, a que também se chama culismo, a que também se chama conceptismo (todos aprendemos isso) e de que é tão bom gostar-se. É esse gozo de escrever por escrever como quem solitariamente se pratica. É esse andar para trás e para a frente (às voltas) com as ordens das ideias, isto é, com as ordens das coisas, em jogos de argumentação que como jogos se conhecem mas que até eram bem pagos (vale a pena ler com muita atenção o capítulo XVI «Em que se mostram as unhas reais de Castela e como nunca as houve em Portugal»). É a lição de moral com tanta pachorra dada e sem qualquer ilusão furtada. È finalmente, palavras, escrita, razões, desarrazoar, moral, a cobrirem tão completamente o autor que, além de não sabermos quem é ele ao certo, também nunca podíamos saber, de tão disfarçado, que unhas tinha ele ao certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica-nos apenas, em seu abono, tudo o que atrás se disse e mais o ter ele dito, também, que «as unhas disfarçadas muito cheiram a maliciosas». E da malícia disse o autor da Arte de Furtar o que da sua obra, como de qualquer tratado moralista do seu, do nosso ou outro tempo, se deverá sempre dizer: «só representa o que lhe arma para seu interesse, paliando tudo com razões afectadas e sofísticas, até dar caça ao que em favor da parte que lhe toca ou que o peita».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja e voltando ao princípio, o que todos faremos nestes escritos sobrescritos, quod erat demonstrandum.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-8294452657946364212?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8294452657946364212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8294452657946364212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/06/joao-benard-da-costa.html' title='João Bénard da Costa'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-8230067197241970115</id><published>2009-06-06T06:38:00.000-07:00</published><updated>2009-06-25T04:48:39.744-07:00</updated><title type='text'>Compram-se</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CIMG4632parte.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CIMG4632parte.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para completar a colecção das Edições Afrodite, procuramos os seguintes livros:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A Massagem Sensual – Hans Parker, 1984 (Corpo Solar)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Colecção Cabra Cega (Infantil):&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;2 – Afinal o Castelo Era Verdade – Júlio Moreira, 1968&lt;br /&gt;3 – Os Quatro Corações do Coração – Ricardo Alberty, 1968&lt;br /&gt;4 – Perrault Vai Contar – Maria Alberta Menéres, 1969&lt;br /&gt;7 – Histórias de Bichos em África – Tomáz Ribas, 1970&lt;br /&gt;9 – A Nuvem e o Caracol – António Torrado, 1972&lt;br /&gt;10 – Uma Rosa Na Tromba de um Elefante – António José Forte, 1971&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se alguém tiver para venda, deve contactar pelo mail: ricardojorge7@sapo.pt&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-8230067197241970115?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8230067197241970115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8230067197241970115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/06/compram-se.html' title='Compram-se'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-5724675886865103528</id><published>2009-06-06T06:25:00.000-07:00</published><updated>2009-06-20T07:55:16.754-07:00</updated><title type='text'>A cinta promocional da Antologia de Poesia Erótica e Satírica</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CIMG5070.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 210px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CIMG5070.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-5724675886865103528?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5724675886865103528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5724675886865103528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/06/cinta-promcional-da-antologia-de-poesia.html' title='A cinta promocional da Antologia de Poesia Erótica e Satírica'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-6668641074013830867</id><published>2009-06-06T06:19:00.000-07:00</published><updated>2009-06-13T06:56:44.932-07:00</updated><title type='text'>A Minha Luta, de Adolf Hitler</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(edição de Outubro / Novembro de 1976)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/mk.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 520px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/mk.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Título original: Mein Kampf&lt;br /&gt;Autor: Adolf Hitler &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tradutor: Jaime de Carvalho&lt;br /&gt;Revisão: Joaquim Méco&lt;br /&gt;Comentários: Prof. A H. de Oliveira Marques, José Martins Garcia, Rolão Preto, Sanches Osório&lt;br /&gt;Capa: Nuno Amorim&lt;br /&gt;Colecção Doutrina / Intervenção&lt;br /&gt;Edição e arranjo gráfico de Fernando Ribeiro Mello / Edições Afrodite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No interior da capa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se fundou o partido nacional-socialista na Alemanha, Adolf Hitler não era de forma alguma um “carniceiro”. A sua vida, o seu estilo, a sua luta são apresentados com todos os ingredientes capazes de inflamar as classes trabalhadoras. Ideal, justiça, moral, Deus, Pátria, família e raça são algumas das teclas exemplarmente percutidas pelo “patriota” Hitler, resoluto adversário da burguesia, do parlamentarismo, dos judeus e de tudo o que denote corrupção, imoralismo e decadência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também Adolf Hitler propõe aos discípulos um plano destinado a “transformar o mundo”. Também Adolf Hitler prega uma nova mundividência. Também Adolf Hitler, à semelhança de Staline, aposta no papel das vanguardas e na educação da maioria. À frente, a luz da doutrina redentora conduz as massas ao redil totaliário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A difusão do &lt;em&gt;Mein Kampf&lt;/em&gt; em língua estrangeira parece não ter merecido sempre a aprovação de Hitler. A primeira edição francesa, de 1934, inclui uma explicação dos editores acerca dessa recusa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente, é em relação ao país mais odiado pelo nacional-nacionalismo que Hitler proíbe a difusão de &lt;em&gt;Mein Kampf.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Poquê? Pensaria Hitler que os franceses não mereciam sequer a conversão à “verdade” nazi? Pensaria, muito simplesmente, que o &lt;em&gt;Mein Kampf&lt;/em&gt; alertaria os franceses para o perigo alemão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer que seja a resposta, um elemento existe que não devemos ignorar: a difusão do &lt;em&gt;Mein Kampf&lt;/em&gt; foi considerada inconveniente pelo que toca À nação francesa. Uma consolação nos resta, algumas décadas volvidas sobre uma grande massacre: Hitler pressentiu que o &lt;em&gt;Mein Kampf,&lt;/em&gt; obra ferozmente apologética, podia voltar-se contra a doutrina que veicula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim seja!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-6668641074013830867?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6668641074013830867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6668641074013830867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/06/minha-luta-de-adolf-hitler.html' title='A Minha Luta, de Adolf Hitler'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-3684018928349595481</id><published>2009-05-08T09:23:00.001-07:00</published><updated>2009-06-05T05:39:15.601-07:00</updated><title type='text'>Gravuras no Processo dos Távoras</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/MarquesPombal.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 327px; CURSOR: hand; HEIGHT: 399px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/MarquesPombal.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Entre várias gravuras da edição do &lt;em&gt;Processo dos Távoras&lt;/em&gt; há esta do Marquês de Pombal. Existem ainda outras, retiradas de «Altos Feitos do Marquês de Pombal», de Correia de Barros, ed. de 1882, e uma gravura de época, de autor anónimo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-3684018928349595481?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3684018928349595481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3684018928349595481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/05/gravuras-no-processo-dos-tavoras.html' title='Gravuras no Processo dos Távoras'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-4222893116477212014</id><published>2009-05-08T09:20:00.000-07:00</published><updated>2009-05-28T01:37:39.927-07:00</updated><title type='text'>A cinta promocional do Processo dos Távoras</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CIMG5083.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CIMG5083.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-4222893116477212014?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/4222893116477212014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/4222893116477212014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/05/cinta-promocional-do-processo-dos.html' title='A cinta promocional do Processo dos Távoras'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-137743811190799070</id><published>2009-05-08T09:16:00.000-07:00</published><updated>2009-05-22T05:24:22.479-07:00</updated><title type='text'>O Processo dos Távoras</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(edição de 1974)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/OProcessoTavaros.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 405px; CURSOR: hand; HEIGHT: 549px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/OProcessoTavaros.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Processo dos Távoras – a expulsão dos jesuítas&lt;br /&gt;Conselho de Ministro do Governo de D. José I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colecção Clássicos&lt;br /&gt;Coordenação, pontuação e ortografia de Manuel João Gomes&lt;br /&gt;Comentários de Amadeu Lopes Sabino, Fernando Luso Soares, Grupo de Trabalho e Manuel João Gomes&lt;br /&gt;Edição, plano e arranjo gráfico de Edições Afrodite / Fernando Ribeiro de Mello&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre os textos que se vão ler&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(de uma espécie de introdução escrita por Manuel João Gomes apresentamos os pontos 3, 4 e 5)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;3. O Processo dos Távoras – o texto que a seguir se apresenta – tem todas as possibilidades de não ser um texto autêntico. Na opinião de muitos historiadores tem todas as possibilidades de ser um texto forjado, sendo ainda de considerar o facto de ser coisa fingida o próprio julgamento de que o processo dá conta. Além de que o próprio crime, neste processo julgado, pode não ter existido, sendo assim todos estes factos e textos pura representação, teatro político que, de verdadeiro, só tem o desenlace: a morte por enforcamento, cremação, garrote, decapitação e o mais que se verá... de algumas das personagens aparecidas em cena.&lt;br /&gt;O texto, de qualquer forma, foi escrito, e podemos ler hoje nele muitos factos e realidades, importando-nos pouco o facto de a este texto corresponder, na realidade, um processo judicial autêntico ou um crime praticado.&lt;br /&gt;Foi este dito texto reconstituído em 1777, vinte anos depois da execução dos réus, por ordem da rainha D. Maria que, como se sabe, condenou Pombal, principal «juiz» deste processo, a residência vigiada. Parece que o Marquês, guardou consigo o texto original deste (e outros) processos, não o deixando ficar nos arquivos oficiais. E, se é certo que mais tarde o dito original foi achado, não durou muito tempo porque o rei D. João IV o mandou reduzir a cinzas (parece que com o fim de agradar a certos nobres), segundo o testemunho de Brito Aranha, nos &lt;em&gt;Processos Célebres do Marquês de Pombal.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Reconstituição a partir de uma cópia (reputada com autêntica), o Processo esteve guardado no paço Real até 1912 e está hoje na Biblioteca Nacional (manuscrito n.º 9161), que dele fez em 1921 uma edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. A edição que a seguir apresentamos segue o traslado que à ordem da senhora D. Maria foi realizado, em 1784, pelo Desembargador Henrique José de Mendanha Benavides Cirne.&lt;br /&gt;Segue o traslado mas não pretende ficar por aí. À desorganização que os textos do dossier apresentam, na sua escrita semi-arcaica, pretendemos impor certa organização que tomará forma no seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) &lt;em&gt;Emenda de determinadas gralhas, apontadas pelo próprio Henrique Cirne no final do texto.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;b) Disposição adaptada à escrita tipográfica, capaz de oferecer melhor legibilidade que a disposição gráfica própria dos manuscritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) &lt;em&gt;Divisão dos papéis em quatro ciclos de documentos que marcam outros tantos sub-dossiers da actuação do tribunal. No ciclo A se verá esclarecido o modo como foi «instituído» o tribunal especial para julgar o crime. No ciclo B se hão-de definir os modos como ele tribunal age imediatamente. No ciclo C há-de apreciar-se o modo como sentenceia e no ciclo D o modo como se justifica de uma actuação acelerada e secreta: o último documento é o discurso do advogado de defesa (que não defende mas causa os réus e se revela um gracioso pró-forma) como coroa de um acto político em que se passou pela legalidade como gato por brasas.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;d) Actualização ortográfica, pela razão única de tornar fácil a leitura de textos que esta edição quer ver lidos com certo prazer. Algumas ortografias «desactualizadas» mantêm-se, pela razão de terem algum sentido no corpo do texto (como é o caso de certas palavras serem escritas com maiúsculas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) &lt;em&gt;São nossos os títulos que vão entre parêntesis&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;5. Permitimo-nos chamar a atenção para aquele que julgamos ser o mais decisivo dos documentos neste livro afixados: o que expulsa os Jesuítas e institui «novas» escolas que substituam as deles, na base de uma «nova» filosofia e de uma «nova cultura»: se a mais nada tivessem levado os acontecimentos de que este processo dá conta, essa decisão abrupta (e no meio de um processo-crime) seria esta o bastante para considerarmos como coisa &lt;em&gt;malgré tout&lt;/em&gt; importante esta representação que Sebastião José de Carvalho e Melo encenou com a rate e a ciência de quem percorreu as europas e nelas aprendeu mil coisas sobre regimes – velhos e novos – que poderiam dar outra face aos países e às histórias.Face essa que, desta feita, se nos mostra cheia de sangue, esse adereço indispensável a esta espécie de teatros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-137743811190799070?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/137743811190799070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/137743811190799070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/05/blabka.html' title='O Processo dos Távoras'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-3527512365389182406</id><published>2009-05-08T09:15:00.001-07:00</published><updated>2009-05-15T04:48:46.534-07:00</updated><title type='text'>Gracias Insónia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/insonia.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 500px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/insonia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Foi-se o &lt;a href="http://antologiadoesquecimento.blogspot.com/"&gt;Insónia.&lt;/a&gt; Presume-se que hmbf já dorme que nem um bébé. Ainda bem para ele. De menos para nós com tamanha ida. Aqui deixamos um merecido apontamento sobre o Henrique e o seu extinto (ou simplesmente inactivo) blog, que em tempos nos ajudaram a criar esta página e a divulgá-la. Gracias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-3527512365389182406?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3527512365389182406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3527512365389182406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/05/gracias-insonia.html' title='Gracias Insónia'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-6032195427782852915</id><published>2009-05-08T09:04:00.000-07:00</published><updated>2009-05-09T06:14:32.667-07:00</updated><title type='text'>“Vou a Coimbra ver o otorrino.”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/festimaranha.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 259px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/festimaranha.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Regressamos ainda à recente edição de &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/02/nova-antologia-do-conto-abominavel.html"&gt;&lt;em&gt;O Festim da Aranha&lt;/em&gt;,&lt;/a&gt; ao qual já aqui fizemos referência. Uma edição da Assírio &amp;amp; Alvim que garante descendência à &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2006/08/antologia-do-conto-abominvel.html"&gt;&lt;em&gt;Antologia do Conto Abominável&lt;/em&gt;, das Edições Afrodite&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Num texto incluindo no &lt;em&gt;Festim da Aranha&lt;/em&gt;, no lugar onde devia estar &lt;em&gt;O Alma-Grande,&lt;/em&gt; de Miguel Torga, Aníbal Fernandes esclarece os contratempos que impediram a inclusão do conto do escritor português em ambas as antologias de contos cruéis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentamos um excerto desse texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Sim, de novo. É a segunda nega que &lt;em&gt;O Alma-Grande&lt;/em&gt; dá a uma antologia da mesma zona literária. &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Com a minha melhor letra de 1969, escrevi ao Torga uma carta onde pedia autorização para fazê-lo figurar numa outra antologia [&lt;em&gt;Antologia do Conto Abominável,&lt;/em&gt; Lisboa, Afrodite, 1969] que é antepassado directo desta. Dez contos, entre os vinte e um de &lt;em&gt;O Festim da Aranha&lt;/em&gt;, escorregaram dessa recolha que assumia um critério um pouco diferente.&lt;/span&gt; Eu punha-o nos píncaros, como ele secretamente gostava contorcendo embora o rosto em sentido contrário. Mostrava-lhe que conhecia a sua obra e confiei, já que na carta de abertura da segunda edição de &lt;em&gt;Novos Contos da Montanha&lt;/em&gt; me chamava Querido Leitor e tratava por tu. Era um engano. Eu era querido quando o lia, e muito menos querido quando lhe pedia. Mas nenhuma surpresa ainda assim eu teria se recusasse. Surpreendia-me não dizer nada nem mandar alguém dizê-lo&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;.«O seu silêncio absoluto levou o editor a comunicar-me: “Vou a Coimbra ver o otorrino.”Achei má ideia e com duvidosos resultados. Insistiu com sarcasmo: “Levo-lhe umas amígdalas bem infectadas, uns adenóides, talvez uma otite...” Respondi-lhe que não se mostrasse Rei Mago a fazer oferendas, e acrescentei: “O otorrino só é visto em dias que nasçam nublados dentro e fora de si próprio; de manhã cedo ou então ao entardecer, quando passa em direcção à Atlântida.” Falou-me depois de um amigo que conseguia aproximar-se até bastante perto do seu eriçado isolamento. Qual quê! Soprou-lhe um não agreste, de vento entre as pedras. Mas pouca importância prática isto chegou a ter, porque o livro vendeu-se menos de um mês, retirado do mercado pela polícia de Salazar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#ff0000;"&gt;– Era assim tão político?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;– Não. Hoje vai estando esquecido que a polícia pastoreava com vara grossa a arte que mexesse na política, nos costumes, no erotismo e nos excessos. O editor &lt;strong&gt;Ribeiro de Mello&lt;/strong&gt; era malquisto porque enfrentava, com um desaforo até ali desconhecido, as normas tuteladas pelo regime. O livro somava excessos.&lt;/span&gt; No cinema, uma Bette Davis de &lt;em&gt;grand-guignol&lt;/em&gt; só matava com uma martelada, e não várias, a criada de &lt;em&gt;O Que Teria Acontecido a Baby Jane?;&lt;/em&gt; o espectador português foi poupado à maior parte da morte por extenso numa câmara de gás, que Susan Hayward interpretava até à última contorsão em &lt;em&gt;Quero Viver!&lt;/em&gt; O lusitano tinha de ser desviado dos excessos porque poderia, manipulado por eles, embriagar-se e ceder a desvarios que seguem pela grande verdade do saber algarvio: só se sabe como começam...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;– Dizes bem...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;– De qualquer forma, a recusa do Torga teve um curioso ricochete no artigo que o jornalista Acácio Barradas escreveu para o &lt;em&gt;Diário Popular&lt;/em&gt;. Chama-se &lt;em&gt;A Misantropia de Miguel Torga&lt;/em&gt; e começa por relembrar pedaços de outro, do Luiz Pacheco no &lt;em&gt;Jornal de Notícias&lt;/em&gt; do Porto. Tenho-o aqui. Tinha já dito Luiz Pacheco: “Particularmente, sabemos que Aníbal Fernandes desejava incluir ainda &lt;em&gt;O Alma-Grande&lt;/em&gt; de Miguel Torga, e só não o fez por não ter obtido autorização do autor, atitude explicável para todos quantos não desconhecem em que abismos de misantropia este se confinou nos últimos anos [...] a justificar, e cada vez mais, o desinteresse que Torga e a sua obra (do passado) merecem nas gerações hodiernas.” &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-6032195427782852915?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6032195427782852915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6032195427782852915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/05/vou-coimbra-ver-o-otorrino.html' title='“Vou a Coimbra ver o otorrino.”'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-5026158205245128731</id><published>2009-04-18T10:07:00.001-07:00</published><updated>2009-10-03T09:26:55.722-07:00</updated><title type='text'>Kontinent 2</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;(edição de Abril de 1978)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Kontinent2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 390px; CURSOR: hand; HEIGHT: 500px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Kontinent2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Kontinent 2 – Ditadura sem proletariado &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Textos de: Wladímir Maksímov, Robert Conquest, Aleksandr Solzhenitsyn, representantes das fábricas da cidade de Petrogrado, Graham Greene, Ota Filip, Adalbert Reif, Víktor Nekrásov e Karl-Gustav Strőhm.&lt;br /&gt;Tradutor: Armando Costa e Silva&lt;br /&gt;Adaptação da capa: Jorge Cardoso&lt;br /&gt;Colecção Documentos&lt;br /&gt;Edição de Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Contracapa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KONTINENT é publicado em russo (Londres), alemão (Ullstein), francês (Gallimard), italiano (Garzanti), inglês (André Deuch), americano (Doubleday), espanhol (Unión Editorial, S. A) e agora também em português. Como «tribuna independente dos escritores do leste europeu», nela colaboram os maiores representantes dos dissidentes da área comunista: Soljenitsine, Sakarov, Siniavski, Brodskii, Pachman, Nekrásov, Maksímov e tantos outros.&lt;br /&gt;Num sentido mais amplo – e mais concreto – Kontinent quer constituir uma plataforma – um «continente» - integrada por «todas as forças antitotalitárias em luta espiritual pela liberdade e pela dignidade do homem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-5026158205245128731?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5026158205245128731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5026158205245128731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/04/kontinent-2.html' title='Kontinent 2'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-1565741089405518145</id><published>2009-04-18T10:03:00.000-07:00</published><updated>2009-04-24T04:53:37.206-07:00</updated><title type='text'>Kontinent 1</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(edição de Abril de 1978)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Kontinent.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 390px; CURSOR: hand; HEIGHT: 500px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Kontinent.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Kontinent 1 – Os intelectuais e o poder soviético&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Textos de: Aleksandr Solzhenitsyn, Ludek Pachman, Abram Terz, Leszek Kolakowski, David Anin, Carl-Gustav Strohm (entrevista a Milovan Djilas) e Iosif Brodskii.&lt;br /&gt;Tradutor: João Aguiar&lt;br /&gt;Adaptação da capa: Jorge Cardoso&lt;br /&gt;Colecção Documentos&lt;br /&gt;Edição de Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Contracapa &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;KONTINENT é publicado em russo (Londres), alemão (Ullstein), francês (Gallimard), italiano (Garzanti), inglês (André Deuch), americano (Doubleday), espanhol (Unión Editorial, S. A) e agora também em português. Como «tribuna independente dos escritores do leste europeu», nela colaboram os maiores representantes dos dissidentes da área comunista: Soljenitsine, Sakarov, Siniavski, Brodskii, Pachman, Nekrásov, Maksímov e tantos outros.&lt;br /&gt;Num sentido mais amplo – e mais concreto – Kontinent quer constituir uma plataforma – um «continente» - integrada por «todas as forças antitotalitárias em luta espiritual pela liberdade e pela dignidade do homem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-1565741089405518145?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1565741089405518145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1565741089405518145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/04/kontinent-1.html' title='Kontinent 1'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-8414443214061061024</id><published>2009-04-13T09:39:00.000-07:00</published><updated>2009-04-14T05:31:41.570-07:00</updated><title type='text'>A Defesa do Poeta</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/scan0003.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 450px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/scan0003.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Na &lt;/span&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/06/da-fotobiografia-de-natlia-correia.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Fotobiografia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/05/natlia-correia.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Natália Correia,&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; encontramos uma referência à sua &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/03/antologia-de-poesia-portuguesa-erotica.html"&gt;defesa em Tribunal pela edição da Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica:&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em 1966 é condenada a três anos de cadeia – com pena suspensa – pela publicação da Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;. O livro foi editado em 1966, pela Afrodite, com selecção, prefácio e notas de sua autoria. “A Natália tinha preparado um texto – A Defesa do Poeta – para ler no tribunal [Compus este poema para me defender no Tribunal Plenário de tenebrosa memória(…)]. Mas o Manuel João Palma Carlos, advogado dela, disse-lhe que não o fizesse. É claro que os livreiros não podiam ter um único exemplar do livro [Poesia Erótica e Satírica]. Nessa altura, tive dezenas de exemplares escondidos em minha casa, e nem o meu marido sabia disso. O Fernando Ribeiro de Mello vinha cá de vez em quando buscar alguns.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Branca Miranda Rodrigues&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;A Defesa do Poeta&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Senhores juízes sou um poeta&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;um multipétalo uivo um defeito&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;e ando com uma camisa de vento&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;ao contrário do esqueleto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sou um vestíbulo do impossível um lápis&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;de armazenado espanto e por fim&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;com a paciência dos versos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;espero viver dentro de mim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sou em código o azul de todos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;(curtido couro de cicatrizes)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;uma avaria cantante&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;na maquineta dos felizes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Senhores banqueiros sois a cidade&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;o vosso enfarte serei&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;não há cidade sem o parque&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;do sono que vos roubei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Senhores professores que pusestes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;a prémio minha rara edição&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;de raptar-me em crianças que salvo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;do incêndio da vossa lição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Senhores tiranos que do baralho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;de em pó volverdes sois os reis&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;dou um poeta jogo-me aos dados&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;ganho as paisagens que não vereis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Senhores heróis até aos dentes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;puro exercício de ninguém&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;minha cobardia é esperar-vos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;umas estrofes mais além.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Senhores três quatro cinco e sete&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;que medo vos pôs em ordem?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;que pavor fechou o leque&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;da vossa diferença enquanto homem?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Senhores juízes que não molhais&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;a pena na tinta da natureza&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;não apedrejeis meu pássaro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;sem que ele cante minha defesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sou um instantâneo das coisas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;apanhadas em delito de paixão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;a raiz quadrada da flor&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;que espalmais em apertos de mão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sou uma impudência a mesa posta&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;de um verso onde o possa escrever.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ó subalimentados do sonho!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A poesia é para comer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-8414443214061061024?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8414443214061061024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8414443214061061024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/04/defesa-do-poeta.html' title='A Defesa do Poeta'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-4327410620202770175</id><published>2009-03-27T06:25:00.000-07:00</published><updated>2009-03-31T04:35:35.749-07:00</updated><title type='text'>Do mérito literário</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Dois dos poemas de Mário Cesariny de Vasconcelos, publicados na &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/02/antologia-de-poesia-portuguesa-erotica.html"&gt;Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica&lt;/a&gt;, que o &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/03/antologia-de-poesia-portuguesa-erotica.html"&gt;Tribunal Plenário considerou de "mérito literário nulo".&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/03/antologia-de-poesia-portuguesa-erotica.html"&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CesarinyPoema1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 295px; CURSOR: hand; HEIGHT: 506px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CesarinyPoema1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CesarinyPoema2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 297px; CURSOR: hand; HEIGHT: 472px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CesarinyPoema2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-4327410620202770175?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/4327410620202770175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/4327410620202770175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/03/do-merito-literario.html' title='Do mérito literário'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-8831051918933345163</id><published>2009-03-25T06:23:00.000-07:00</published><updated>2009-03-25T06:33:31.608-07:00</updated><title type='text'>A Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica em Tribunal</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000003.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 530px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000003.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Ilustração de Cruzeiro Seixas na Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A edição da &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/02/antologia-de-poesia-portuguesa-erotica.html"&gt;Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica, (Ed. Afrodite, Lisboa, Dez. de 1966)&lt;/a&gt;, foi apreendia e julgada em Tribunal Plenário como «ofensiva do pudor geral, da decência e da moralidade pública e dos bons costumes». Foi «reconhecido o mérito literário da obra», com excepção dos textos de Mário Cesariny de Vasconcelos, cujo mérito literário foi considerado nulo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No plenário criminal da Boa-Hora, em audiência colectiva, sob a presidência do desembargador Fernando António Morgado Florindo e com a presença de Costa Saraiva, adjunto do procurador da República, terminou no dia 21 de Março de 1970 o julgamento por abuso de liberdade de imprensa dos responsáveis pela publicação da Antologia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Foram condenados:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2006/10/fernando-ribeiro-bento-de-mello.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Fernando Ribeiro de Mello&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, editor, e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/05/natlia-correia.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Natália Correia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;,&lt;/strong&gt; escritora e organizadora da Antologia, a 90 dias de prisão correccional, substituíveis por igual tempo de multa a 50$00 por dia e mais 15 dias de multa à mesma taxa. A cada um foram aplicados os impostos de justiça de 1500$00 e 500$00 de procuradoria.&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/06/luiz-pacheco.html"&gt;Luiz Pacheco,&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; escritor, foi condenado a 45 dias de prisão, substituídos por multa, a 25$00 diários e 7 dias de multa à mesma taxa (no entanto devido à sua situação económica, o Tribunal dispensou-o do pagamento da multa diária). Foi ainda condenado a 880$00 de imposto de justiça.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Mário Cesariny de Vasconcelos,&lt;/strong&gt; escritor, foi condenado a 45 dias de prisão substituídos por multa a 30$00 diários e 7 dias de multa à mesma taxa. Condenado em 1 000$00 de imposto de justiça e 500$00 de procuradoria.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;José Carlos Ary dos Santos,&lt;/strong&gt; escritor, foi condenado a 45 dias de prisão substituída por igual tempo de multa a 40$00 diários e 7 dias de multa à mesma taxa. Foi condenado em 1 000$00 de imposto de justiça e 500$00 de procuradoria.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/05/e-m-de-melo-e-castro.html"&gt;Ernesto Manuel Geraldes de Melo e Castro,&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; escritor, foi condenado a 45 dias de prisão, substituída por igual tempo de multa, a 50$00 por dia e mais 7 dias de multa àquela taxa. Foi aplicado o imposto de justiça de 1500$00 e 500$00 de procuradoria.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A &lt;strong&gt;Natália Correia, Mário Cesariny, José Carlos Ary dos Santos e Melo e Castro&lt;/strong&gt; foram suspensas as penas, pelo espaço de três anos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os livros apreendidos foram declarados perdidos a favor do Estado para serem destruídos. O acusado &lt;strong&gt;Francisco Marques Esteves&lt;/strong&gt; foi absolvido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-8831051918933345163?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8831051918933345163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8831051918933345163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/03/antologia-de-poesia-portuguesa-erotica.html' title='A Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica em Tribunal'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-5662599112267553815</id><published>2009-02-28T09:19:00.000-08:00</published><updated>2009-03-18T05:56:10.721-07:00</updated><title type='text'>Edição pirata da Antologia de Poesia Erótica</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AntologiaEroticaContrafaccao.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 395px; CURSOR: hand; HEIGHT: 565px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AntologiaEroticaContrafaccao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ainda nos anos de 1960, pelo facto de exemplares da edição da &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/02/antologia-de-poesia-portuguesa-erotica.html"&gt;Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica&lt;/a&gt; terem sido apreendidos pelas autoridades policiais e de esta ter saído rapidamente de circulação, foi feita uma edição "pirata" (contrafacção).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta edição veio assim ao encontro da grande procura que havia. Teve aprovação de Natália Correia mas nada a ver com as Edições Afrodite e Fernando Ribeiro de Mello. Saiu para a rua sem as &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/02/ilustracoes-de-cruzeiro-seixas-para.html"&gt;ilustrações de Cruzeiro Seixas&lt;/a&gt; e com "selo" de edição no Rio de Janeiro, Brasil, para evitar problemas de maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui apresentamos a capa dessa edição, que se vai ainda encontrando em alfarrabistas a preço mais reduzido que a original.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-5662599112267553815?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5662599112267553815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5662599112267553815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/02/edicao-pirata-da-antologia-de-poesia.html' title='Edição pirata da Antologia de Poesia Erótica'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-1098628342100766755</id><published>2009-02-19T08:30:00.000-08:00</published><updated>2009-03-07T09:38:41.473-08:00</updated><title type='text'>Prefácio de Natália Correia para a Antologia de Poesia Erótica</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/scan0002.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 530px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/scan0002.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Excerto do prefácio de &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/05/natlia-correia.html"&gt;Natália Correia&lt;/a&gt; para a &lt;em&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/02/antologia-de-poesia-portuguesa-erotica.html"&gt;Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica.&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Cativeiro de Afrodite&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando Carolina Michaëlis de Vasconcelos se ocupou das cantigas satíricas dos nossos Cancioneiros medievais, sacrificando os preconceitos no altar da cultura, declarou que não evitaria as obscenidades que tão desafogadamente ocorrem no género burlesco dos Cancioneiros, sempre que estivesse em causa apurar a verdade.&lt;br /&gt;Fazer nossas as palavras da corajosa investigadora, é uma homenagem que o seu exemplo nos impõe, afrontando uma moral onde à feminilidade sempre coube observar a regra de uma discrição apetecida pelo idealismo patriarcal.&lt;br /&gt;Trata-se igualmente de abordar uma verdade, o propósito desta Antologia, cujas páginas encerram a não menos autêntica dimensão do génio poético português, escamoteada pela duplicidade de um jogo psíquico que tanto mais ascende ao vértice do arrebatamento da alma, quanto mais desce aos nossos esconsos das maquinações do instinto.&lt;br /&gt;Meter ombros esta empresa, mais não é do que realçar a urgência de saneamento de uma época cuja legislação sexual, fundamentada na doutrina de Ambrósio, Orígenes, Agostinho e Jerónimo (R. briffaut, «The Mothers»), se exerce em conflito com um comportamento que exprime a anárquica tentativa de recuperar a natureza para salvaguardar o género humano dos valores em crise que persistem em configurá-lo. Não estamos pois, longe do estímulo afrodisíaco da repressão medieval, mesmo com as maiores ousadias literárias do século, como no caso de Jean Genet.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-1098628342100766755?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1098628342100766755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1098628342100766755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/02/prefacio-de-natalia-correia-para.html' title='Prefácio de Natália Correia para a Antologia de Poesia Erótica'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-1181915913338263163</id><published>2009-02-19T08:13:00.000-08:00</published><updated>2009-02-28T09:16:14.364-08:00</updated><title type='text'>Ilustrações de Cruzeiro Seixas para a Antologia de Poesia Erótica</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000006.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 530px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000006.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000005.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 530px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000005.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000004.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 530px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000003.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 530px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000003.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000002.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 530px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000002.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000001.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 530px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/00000001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-1181915913338263163?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1181915913338263163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/1181915913338263163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/02/ilustracoes-de-cruzeiro-seixas-para.html' title='Ilustrações de Cruzeiro Seixas para a Antologia de Poesia Erótica'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-7905467894972183718</id><published>2009-02-19T07:52:00.000-08:00</published><updated>2009-02-21T07:53:17.581-08:00</updated><title type='text'>Tiragem especial da Antologia de Poesia Erótica</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AntologiaAfrodite.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 530px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AntologiaAfrodite.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;Capa de um exemplar da tiragem especial de 500 exemplares da &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/02/antologia-de-poesia-portuguesa-erotica.html"&gt;Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica&lt;/a&gt;, em papel off-set, numerados de 1 a 500 pelo editor e rubricados pela autora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Digitalização da capa cedida por Jorge Meireles.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-7905467894972183718?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7905467894972183718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7905467894972183718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/02/tiragem-especial-da-antologia-de-poesia.html' title='Tiragem especial da Antologia de Poesia Erótica'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-3747200877152536798</id><published>2009-02-14T07:43:00.000-08:00</published><updated>2009-06-20T07:54:51.439-07:00</updated><title type='text'>Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(edição de 1966)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AntologiaEroticaSatirica.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 403px; CURSOR: hand; HEIGHT: 543px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AntologiaEroticaSatirica.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Selecção, prefácio e notas de &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/05/natlia-correia.html"&gt;Natália Correia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/02/ilustracoes-de-cruzeiro-seixas-para.html"&gt;Ilustrações de Cruzeiro Seixas&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Edições Afrodite&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/02/tiragem-especial-da-antologia-de-poesia.html"&gt;A edição especial&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/02/edicao-pirata-da-antologia-de-poesia.html"&gt;A contrafacção&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/03/antologia-de-poesia-portuguesa-erotica.html"&gt;O processo em tribunal&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/06/cinta-promcional-da-antologia-de-poesia.html"&gt;A cinta&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Na badana&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Como um veio subterrâneo, mas de curso ininterrupto, desafiando interdições e talvez, deliberadamente infringindo espartilhas regras de bem pensar e bem sentir (ou de não dizer o que se pensa e sente), a Poesia Erótica desde os cancioneiros aos nossos dias tem acompanhado a evolução do lirismo pátrio. Trazê-la à superfície é, pois, um acto de necessária liberdade – ainda que a sua irrupção venha alterar o traçado das vias por onde, respeitoso daquelas regras, um certo lirismo ordeiramente caminha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Luiz Francisco Rebello&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Finalmente!» «Até que enfim!» «Já não era sem tempo!» - Com exclamações como estas, e outras semelhantes, será decerto recebido o aparecimento da presente Antologia por todas aquelas pessoas de boa-fé, de boa vontade, de consciência límpida, que já existem neste País. Talvez não sejam muitas; mas vão-se tornando cada vez em maior número, na luta contra os preconceitos em que foram (mal) educadas, na guerra – surda ou aberta – ao tartufismo reinante, na corajosa assunção da plena dignidade dos seus sentidos.&lt;br /&gt;Não ter medo das palavras é não recear as realidades que elas exprimem; é, sobretudo, evitar o trânsito pelo consultório do psiquiatra. Os maiores dos nossos poetas conheceram, desde sempre, esta forma de terapêutica. Difundi-la, eis o que importa, eis o que pode contribuir, de maneira decisiva, para encaminhar muita gente nessas ou noutras vias de redentora libertação.&lt;br /&gt;Com é possível que uma Antologia como esta ainda não tivesse sido realizada? Mas devemos antes felicitarmo-nos pelo facto de só agora ser empreendida. Com efeito, ninguém melhor do que Natália Correia – com a profundidade e com a extensão de sua cultura, com a indiscutível garantia do seu génio poético, com as provas exemplares da sua coragem cívica – poderia superiormente desempenhar-se desta empresa.&lt;br /&gt;Obra de erudição, de criação e de civismo, há-de constituir, para os vindouros, um documento indispensável, e o nome da sua Autora tornar-se-á credor da mais legítima gratidão; mas é provável que também suscite, em meia dúzia de paranóicos, em duas ou três dezenas de recalcadas, a sádica nostalgia das fogueiras do Santo Ofício. Pela nossa parte, não deveremos esquecer o caso daquele magistrado que judicialmente perseguiu, em França, a &lt;em&gt;Madame Bovary,&lt;/em&gt; de Flaubert, e &lt;em&gt;Les Fleurs du Mal&lt;/em&gt;, de Baudelaire: anos depois, já reformado, foi surpreendido, numa igreja, a introduzir estampas pornográficas nos livros de missa das devotas. São geralmente assim os defensores da moral pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;David Mourão-Ferreira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-3747200877152536798?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3747200877152536798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3747200877152536798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/02/antologia-de-poesia-portuguesa-erotica.html' title='Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-8467118157833563057</id><published>2009-02-07T08:08:00.000-08:00</published><updated>2009-02-07T08:33:29.597-08:00</updated><title type='text'>A nova Antologia do Conto Abominável</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/festimaranha.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 259px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/festimaranha.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O mais recente título da colecção Beltenebros da Assirio &amp;amp; Alvim,&lt;a href="http://www.assirio.pt/livro.php?codigo=084010"&gt; &lt;em&gt;O Festim da Aranha&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, é uma antologia “histórias em estado de crueldade encontradas e traduzidas por Aníbal Fernandes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aníbal Fernandes foi também responsável pela &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2006/08/antologia-do-conto-abominvel.html"&gt;&lt;em&gt;Antologia do Conto Abominável&lt;/em&gt;, das Edições Afrodite, publicada em 1969 (e rapidamente proibida pela PIDE).&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Alguns contos de &lt;em&gt;O Festim da Aranha&lt;/em&gt;, integram a edição da Afrodite, casos de&lt;em&gt; Óleo de Cão&lt;/em&gt; de Ambrose Bierce, &lt;em&gt;As Bocas Inúteis&lt;/em&gt; de Octave Mirbeau e &lt;em&gt;O Massagista Negro&lt;/em&gt; de Tennessee Williams, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da recente sucessão da Antologia do Humor Português, é agora a vez da Antologia do Conto Abominável ter merecida descendência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-8467118157833563057?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8467118157833563057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8467118157833563057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2009/02/nova-antologia-do-conto-abominavel.html' title='A nova Antologia do Conto Abominável'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-3295727164865483258</id><published>2008-12-18T16:31:00.002-08:00</published><updated>2009-01-31T07:54:30.878-08:00</updated><title type='text'>O Blatenoï, de Mikhaïl Diomine</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(edição de Setembro de 1978)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Blatnoi.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 540px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Blatnoi.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;O Blatenoï, a máfia, o crime a marginalidade, na URSS&lt;br /&gt;Autobiografia de um indomável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradutor: &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/02/jos-martins-garcia.html"&gt;José Martins Garcia&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;Capa da edição francesa (adaptada)&lt;br /&gt;Edição e arranjo gráfico de Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na contracapa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;Blatnoi!&lt;/strong&gt; Esta palavra, oriunda da Rússia, jamais será esquecida – termo de calão que significa simultaneamente fora-da-lei, marginal, vadio, bandido, escroque, pária, perseguido.&lt;br /&gt;Quem nos faz chegar esta palavra chama-se Mikhail Diomine. Ele próprio nos conta a sua vida de membro duma sociedade desconhecida, subterrânea, que se estende por todo o território da URSS, que ignora o Estado e as suas instituições, um submundo com os seus próprio chefes, as suas leis particulares, e a sua língua secreta. Autêntico mundo clandestino, insuspeitável e inacessível, que ninguém antes descrevera...&lt;br /&gt;Diomine torna-se ladrão por necessidade de sobreviver; na época estalinista, «afunda-se nesse subterrâneo como um náufrago que não tem outra saída senão a que o acaso lhe oferece». E hei-lo mergulhado nesse imparável universo de fuga à autoridade, do disfarce, da guerra conta a polícia, das suspeitas, do assassinato, das lutas intestinas, da intriga, do segredo, da violência, do risco e do &lt;strong&gt;suspense&lt;/strong&gt; constante da vida por um fio...&lt;br /&gt;A fachada duma sociedade policiada e respeitável estilhaça-se: perante o leitor perpassam, num cortejo inesgotável e impressionante, as personagens mais extravagantes, os tipos humanos mais temerários, as situações e as peripécias mais inacreditáveis. Dentro dum universo concentracionário, eis o mundo turbulento e secreto dos &lt;strong&gt;blatenoi!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A experiência biográfica de Mikhail Diomine é verdadeiramente insólita e única. Já não se trata dos presos políticos, mas sim dos presos e dos perseguidos de delito comum. Comunidade solidária e incrivelmente variada!&lt;br /&gt;O Blatenoi de Mikhail Diomine, para além do seu aliciante carácter documental de denúncia,, é uma impressionante narrativa que arrebata o leitor pela força da autenticidade de que só são capazes os grandes e talentosos escritores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-3295727164865483258?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3295727164865483258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3295727164865483258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/12/o-blatenoi-de-mikhail-diomine.html' title='O Blatenoï, de Mikhaïl Diomine'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-3652040315791925514</id><published>2008-12-18T16:29:00.000-08:00</published><updated>2009-01-31T07:53:16.737-08:00</updated><title type='text'>Declaração Universal dos Direitos do Homem</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(edição de Maio de 1977)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/DireitosHomem.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; HEIGHT: 550px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/DireitosHomem.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Direitos do Homem – Declaração Universal dos Direitos do Homem&lt;br /&gt;Convenção Europeia dos Direitos do Homem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentação de António Ramalho Eanes&lt;br /&gt;Depoimento de Ângelo de Almeida Ribeiro – Presidente da Liga Portuguesa dos Direitos do Homem&lt;br /&gt;Capa de Nuno Amorim&lt;br /&gt;Colecção Documentos&lt;br /&gt;Edição e arranjo gráfico de Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na contracapa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de dois séculos nos separam da formulação setecentista segundo a qual «todos os homens nascem livres e iguais... ».&lt;br /&gt;Quase três décadas nos separam do momento em que a Assembleia Geral das Nações Unidas (10 de Dezembro de 1948) adoptou e proclamou o texto que agora resolvemos pôr ao alcance do público português.&lt;br /&gt;Quando os princípios nascem apenas do cérebro dum «filósofo», o consenso das Nações poderá ter razões para «suspeitas». Quando, porém, os princípios que definem a dignidade humana são aprovados por uma organização como a O N. U., o cidadão poderá julgar que muito se progrediu em matéria de «Direitos do Homem».&lt;br /&gt;Apesar desse progresso, outro tipo de «suspeitas» vem ensombrar as perspectivas da Humanidade. Países houve – e alguns bem poderosos – que se abstiveram, em 1948, aquando da adopção da «Declaração Universal dos Direitos do Homem»: Arábia Saudita, Bielorrússia, Checoslováquia, Jugoslávia, Polónia, Ucrânia, União Sul-Africana e U. R. S. S. Talvez os historiadores já possam determinar, a três décadas de distância, as razões que, num mundo combalido pela Segunda Guerra Mundial e em vias de conhecer novos imperialismos, levaram esses países à abstenção...&lt;br /&gt;«Ninguém discute o direito humano à vida, à liberdade e à segurança» - afirmou o Senhor Presidente da República Portuguesa, general Ramalho Eanes. Que estas palavras inspirem a nossa prática quotidiana – eis uma maneira de não permitirmos que os nobres princípios da «Declaração Universal dos Direitos do Homem» se tornem letra morta.&lt;br /&gt;È que nós, portugueses, também temos as nossas próprias razões para suspeitarmos dos «princípios». Por termos suportado os atropelos anteriores a 25 de Abril de 1974. Por termos suportado os posteriores abusos, que constituíram o objecto dum famoso «Relatório das Sevícias... ». Às anteriores como às posteriores violações dos Direitos do Homem, saibamos gritar «Basta!». E que o nosso grito não seja, por sua vez, letra morta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-3652040315791925514?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3652040315791925514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3652040315791925514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/12/declarao-universal-dos-direitos-do.html' title='Declaração Universal dos Direitos do Homem'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-8871532253958488069</id><published>2008-12-18T16:22:00.001-08:00</published><updated>2009-01-17T07:01:36.025-08:00</updated><title type='text'>Algumas páginas da edição Erros Meus...</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Cenario.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 511px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Cenario.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; (um dos cenários)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Personagens.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 724px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Personagens.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Esclarecimento.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 715px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Esclarecimento.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Indice.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 731px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Indice.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-8871532253958488069?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8871532253958488069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8871532253958488069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/12/algumas-pginas-da-edio-erros-meus.html' title='Algumas páginas da edição Erros Meus...'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-8691765981898177568</id><published>2008-12-18T16:09:00.000-08:00</published><updated>2009-01-10T08:47:30.500-08:00</updated><title type='text'>Algumas ilustrações de Erros Meus...</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Resende.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 530px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Resende.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;Júlio Resende&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Cruzeiro.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 530px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Cruzeiro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Cruzeiro Seixas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/errosmeus.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 530px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/errosmeus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;Carlos Calvet&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Relogio.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 530px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Relogio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Francisco Relógio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/errosmeusimagemrelogio.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 530px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/errosmeusimagemrelogio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Francisco Relógio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-8691765981898177568?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8691765981898177568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8691765981898177568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/12/algumas-ilustraes-de-erros-meus.html' title='Algumas ilustrações de Erros Meus...'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-2059566425705758069</id><published>2008-12-18T16:01:00.000-08:00</published><updated>2009-01-02T08:01:07.563-08:00</updated><title type='text'>Erros Meus, Má Fortuna, Amor Ardente, de Natália Correia</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(&lt;span style="font-family:arial;"&gt;edição de Novembro de 1981)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/errosmeuscapa.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/errosmeuscapa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Erros Meus, Má Fortuna, Amor Ardente, peça em três actos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Capa e apontamentos cénicos: Paulo-Guilherme d´Éça Leal&lt;br /&gt;Apontamentos sobre a encenação: Jacinto Ramos&lt;br /&gt;Arranjo gráfico: José Marques de Abreu&lt;br /&gt;Ilustrações: Ângelo de Sousa, Carlos Calvet, Cruzeiro Seixas, Francisco Relógio, Júlio Resende e Lima de Freitas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta edição foi feita uma tiragem especial de 1500 exemplares encadernados, gravados em baixo relevo a ouro, prata e preto, com sobrecarga de acetato e resguardo de papel cristal nas ilustrações, todos numerados pelo editor de 0001 a 1500 e assinados pela autora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na badana&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem conhece o anterior teatro de Natália Correia. Esta peça constitui simultaneamente uma confirmação e uma surpresa. Confirmação, antes de mais, da sua empolgante força de criadora dramatúrgica e do seu incomparável dom para conferir, em termos de teatro, a dimensão do mito aos temas em que toca, aos assuntos que assume, às figuras em que desdobradamente encarna a sua própria natureza dilemática. Mas surpresa, também, e não pequena, porque se verifica, nesta peça, um significativo alargamento do sei habitual pendor de expressão barroca até àqueles extremos confins em que o neoclássico e o romântico, por mais opostos ou distantes que sejam, acabam por conviver numa inesperada fronteira. E isto mesmo representa um profundo entendimento, não só da obra e da personalidade de Camões, mas também do fecundo sincretismo da sua mesma fortuna póstuma. Equidistante, pela forma e pela estrutura, de certos avatares do teatro neoclássico e de certas obsessões do drama histórico de cepa romântica, esta peça de Natália Correia, sem tão-pouco abdicar do intrínseco barroquismo da sua autora, teria sido, em 1980, sobre o tablado de um Teatro Nacional que pudesse a um tempo ser «nacional» e ser «teatro», a mais condigna homenagem da criatividade contemporânea ao nosso maior poeta de todos os tempos, no 4.º centenário da sua Morte. Assim o não quis, no entanto, o sombrio e sinistro soba que «reinou», em 1980, na esfera oficial da cultura portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;David Mourão Ferreira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-2059566425705758069?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/2059566425705758069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/2059566425705758069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/12/erros-meus-m-fortuna-amor-ardente-de.html' title='Erros Meus, Má Fortuna, Amor Ardente, de Natália Correia'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-4277979569518052905</id><published>2008-12-17T15:40:00.000-08:00</published><updated>2008-12-26T11:02:38.936-08:00</updated><title type='text'>A nova Antologia do Humor Português</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/antologia.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 414px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/antologia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AntologiaHumorPortugues.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 575px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AntologiaHumorPortugues.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A &lt;/span&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/03/antologia-do-humor-portugus.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Antologia do Humor Português&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; das edições Afrodite já tem descendência assegurada, com a recente publicação de uma nova &lt;a href="http://pt.textoeditores.com/index.jsp?p=31&amp;amp;idNoticia=6860"&gt;Antologia do Humor Português&lt;/a&gt;, um retrato do humor nacional escrito dos últimos 40 anos, organizado por Nuno Artur Silva e Inês Fonseca Santos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em 1969, Ernesto Sampaio e Virgílio Martinho publicaram nas edições &lt;/span&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Afrodite&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, de &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2006/10/fernando-ribeiro-bento-de-mello.html"&gt;Fernando Ribeiro de Mello&lt;/a&gt;, uma Antologia do Humor Português, reunindo em mais de 1000 páginas nomes que iam de Gil Vicente a Mário Cesariny, passando por Cavaleiro de Oliveira, Bocage, Camilo Castelo Branco, Eça de Queirós, Fialho de Almeida, Gomes Leal, Fernando Pessoa, Almada Negreiros, Manuel de Lima, Alexandre O’Neill ou António Maria Lisboa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A nova obra reúne textos humorísticos escritos por diferentes autores portugueses nas últimas quatro décadas. Inclui textos de nomes tão diversos como José Gomes Ferreira, Ricardo Araújo Pereira, Jorge de Sena, Mário Cesariny, Natália Correia, Alexandre O’Neil, Luiz Pacheco, Dinis Machado, Manuel António Pina, João César Monteiro, António Victorino d'Almeida, Luísa Costa Gomes, Miguel Esteves Cardoso, Nuno Markl, entre tantos outros. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta antologia do humor escrito, mais precisamente do humor que saiu editado em livros nos últimos 40 anos, oferece uma visão panorâmica relativamente à prática do humor na literatura portuguesa, contemplando todas as formas de escrita humorística, da ironia à sátira, do sarcasmo à paródia, do abjeccionismo à obscenidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A apresentação do livro, a cargo de Pedro Mexia e Nuno Markl (ambos antologiados) aconteceu no dia 11 de Dezembro, na Casa Fernando Pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AntologiaHumorPortugues.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Na coluna de links desta página, aconselhamos a consulta a uma série de curiosas fotografias sobre a promoção levada a efeito, em 1969, por Fernando Ribeiro de Mello para o lançamento da velha &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/03/antologia-do-humor-portugus.html"&gt;Antologia do Humor Português&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-4277979569518052905?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/4277979569518052905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/4277979569518052905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/12/nova-antologia-do-humor-portugus.html' title='A nova Antologia do Humor Português'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-3372834792691840287</id><published>2008-12-17T15:16:00.000-08:00</published><updated>2008-12-17T15:28:38.248-08:00</updated><title type='text'>Uma Rosa na Tromba de um Elefante, de António José Forte</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(edição de 1971)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/RosanaTromba1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/RosanaTromba1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Capa e ilustrações de Carlos Ferreiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;N.º 8 da Colecção infantil Cabra-Cega&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;(Digitalização da capa cedida por Jorge Meireles)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-3372834792691840287?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3372834792691840287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3372834792691840287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/12/edio-de-1971-capa-e-ilustraes-de-carlos.html' title='Uma Rosa na Tromba de um Elefante, de António José Forte'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-3502473962021132325</id><published>2008-10-03T05:46:00.001-07:00</published><updated>2008-12-03T04:45:51.707-08:00</updated><title type='text'>Comentário de José Saramago</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/saramago2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 327px; CURSOR: hand; HEIGHT: 480px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/saramago2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Excertos do comentário de José Saramago para a edição da &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/08/histria-trgico-martima-de-bernardo-g-de.html"&gt;&lt;em&gt;História Trágico-Marítima&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;,&lt;/em&gt; intitulado &lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Morte Familiar:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;... que representa hoje para nós este longo rosário de morte e sofrimento, despido de todos os prestígios do heroísmo vivo ou da sua exploração literária?&lt;br /&gt;Por quanto entendo, a História de Gomes de Brito é um livro menosprezado que sofre também daquela espécie de maldição mansa que desceu sobre as Crónicas de Fernão Lopes, sobre a Peregrinação, sobre tantas outras obras que vamos encontrar nas esquinas da cultura com todos os rótulos adequados : «clássico», «importante», «fundamental», e que, após a leitura forçada pela obrigação escolar ou estimulada por um interesse acidental, são postas de lado, até nunca mais. Delas é preciso falar para que fique claro que não se é alheio à literatura herdada dos séculos, mas fala-se com aquele ar de pouco caso que é também receio de que a ocasião exija maior aprofundamento: aí não chegaram os benefícios de qualquer folhear apressado.&lt;br /&gt;A de História Trágico-Marítima é pois um livro desconhecido. Condensa-a uma ficha «cultural» definitivamente catalogada, alinhada de lugares-comuns para uso rápido e descomprometido. Nesse estado de documento a duas dimensões, é muito mais infalível do que seria a leitura verdadeira, com certeza inquieta, talvez demolidora de convicções habituais e de ideias feitas.&lt;br /&gt;Dizer dela que representa a face oxidada do doirado medalhão da descoberta e da conquista, poderia ser, para além da metáfora, um ponto de partida polémico e estimulante. Mas acontece neste caso o que também em muitos outros de igual alternância se verifica: o princípio estabelecido pelos hábitos culturais cobre em excesso a realidade – e oculta-a. E isto é precisamente o que a vida quotidiana luta para fazer à morte: escondê-la, ocultá-la, esquecê-la, se possível. Para a questão em causa (quem foram de facto, que fizeram verdadeiramente por esses mares os portugueses do séc xvi) dispomos até da ocultação por excelência: o triunfalismo de Os Lusíadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São milhares os portugueses, desde o grumete da alfama ao fidalgo de avós godos, que morrem aos gritos nestas páginas; são milhares os escravos que igualmente morrem, mas em silêncio, porque deles não ficou nem o nome nem a voz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expressão do sofrimento é contínua na História Trágico-Marítima. São brevíssimas as pausas neste lamento que se desenrola como uma melopeia infinita, sem esperanças de que a escutem, e que se contenta com ouvir-se a si mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é neste ponto que chego a um dos aspectos que mais fundamente me tocam na História Trágico-Marítima: precisamente, a familiaridade da morte. Nos Lusíadas, epopeia oficializada de uma nação largada na aventura do mar desconhecido, a morte é cenográfica, adorna-se de um fundo de deuses complacentes e risonhos, violentos só por necessidade de clímax. Tudo se passa como se já a pátria ali estivesse presente, abençoando os heróis e os mártires, desenhando-lhes estátuas para a reverência da posteridade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-3502473962021132325?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3502473962021132325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3502473962021132325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/10/prefcio-de-jos-saramago.html' title='Comentário de José Saramago'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-5485906350390911929</id><published>2008-10-03T05:35:00.000-07:00</published><updated>2008-11-25T04:38:08.607-08:00</updated><title type='text'>Uma Nova Doença Mental na URSS: A Oposição, de Vladimir Boukovsky</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;(edição de Maio de 1977)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Oposicao.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Oposicao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Prefácio e notas de Jean-Jaques Marie&lt;br /&gt;Tradução de Manuel Joaquim Gandra&lt;br /&gt;Revisão de: Joaquim Meco&lt;br /&gt;Capa de Nuno Amorim&lt;br /&gt;Colecção Documentos&lt;br /&gt;Edição de Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;"&gt;Na contracapa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;De entre os métodos totalitários – todos mais ou menos empenhados na destruição do indivíduo – avulta a invenção de a clínica psiquiátrica soviética. O cidadão português já ouviu falar de pessoas injustamente internadas em manicómios – por questões de herança, por exemplo. Neste caso, a injustiça desenreda-se por vezes duma maneira que lembra os desfechos do romance policial. Infelizmente, a clínica soviética está fora do alcance dos detectives, oficiais ou particulares. É todo um sistema que esmaga o cidadão. È uma máquina bem oleada que destrói a personalidade. È uma razão de estado contra a qual não há organismo que reponha a verdade dos factos, porque não existe, no estado totalitário, qualquer margem para organizações de oposição legal se tais organizações forem detectadas, elas serão, por sua vez, condenadas como manifestações aberrantes. A «normalidade» é só uma e não pode divergir da sacrossanta voz da opinião oficial.&lt;br /&gt;A construção do decantado «Homem Novo» acabou por conduzir ao ultraje do ser humano. Estabeleceu-se um «padrão», fora do qual só existem, no entender dos «engenheiros de almas», loucos perigosos ou espiões do ocidente. Uma sociedade, que se pretende «perfeita», enclausura os contestatários e, com tal procedimento, julga suprimir a voz subterrânea que reivindica a dignidade.&lt;br /&gt;Clandestinamente circulam os textos Samizdat (edição de autor), onde se denunciam as injustiças totalitárias. O protesto e a criação não param. Mas têm de esconder-se.&lt;br /&gt;Vladimir Bukovsky faz chegar até nós o mais terrível e completo testemunho dum novo universo concentracionário como agentes duma polícia política, os enfermeiros humilham e espancam os «doentes». A tirania ganha requintes «científicos». E, neste inferno, ainda há homens nos quais não se extinguiu a chama da liberdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-5485906350390911929?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5485906350390911929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5485906350390911929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/10/uma-nova-doena-mental-na-urss-oposio-de.html' title='Uma Nova Doença Mental na URSS: A Oposição, de Vladimir Boukovsky'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-9029909465504110542</id><published>2008-09-20T07:59:00.000-07:00</published><updated>2008-11-15T06:17:42.313-08:00</updated><title type='text'>Para completar a colecção</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CIMG4618.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CIMG4618.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Para completar a colecção das Edições Afrodite, procuramos os livros que se apresentam na lista que se segue: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Massagem Sensual – Hans Parker, 1984 (Corpo Solar)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Colecção Cabra Cega (Infantil):&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;1 – Conversas Com Versos – Maria Alberta Menéres, 1968&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;2 – Afinal o Castelo Era Verdade – Júlio Moreira, 1968&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;3 – Os Quatro Corações do Coração – Ricardo Alberty, 1968&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;4 – Perrault Vai Contar – Maria Alberta Menéres, 1969&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;7 – Histórias de Bichos em África – Tomáz Ribas, 1970&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;9 – A Nuvem e o Caracol – António Torrado, 1972&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;10 – Uma Rosa Na Tromba de um Elefante – António José Forte, 1971&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém tiver para venda, deve contactar pelo mail: &lt;a href="mailto:ricardojorge7@sapo.pt"&gt;ricardojorge7@sapo.pt&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-9029909465504110542?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/9029909465504110542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/9029909465504110542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/09/para-completar-coleco.html' title='Para completar a colecção'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-7030272135674184545</id><published>2008-09-20T07:46:00.000-07:00</published><updated>2008-11-08T06:54:32.491-08:00</updated><title type='text'>Sociologia do Comunismo, de Jules Monnerot</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(edição de Março de 1978)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Sociologia.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Sociologia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Colecção Doutrina / Intervenção&lt;br /&gt;Tradução de Armando Costa e Silva&lt;br /&gt;Capa de Jorge Cardoso&lt;br /&gt;Edição e arranjo gráfico de Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na contracapa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sociologia do Comunismo é hoje um autêntico clássico, traduzido em todas as línguas cultas, excepto no russo. Na opinião dos entendidos, não há memória de livro mais plagiado, ou mais pilhado. O que não surpreende, pois constitui um prodigioso repositório de factos e de ideias, - uma súmula política e uma fórmula para decifrar os acontecimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz respeito praticamente a quem quer que seja porque, se nem toda a gente se interessa pelo comunismo, o comunismo interessa-se por toda a gente. Reveste-se da mais actualidade, e seria inútil sublinhar a oportunidade e a sua publicação em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os factos são descritos e a seguir analisados. Como procedem os comunistas? Quais o seus métodos? Qual o mecanismo de contágio? Como chegaram as coisas ao ponto a que chegaram? Qual a significação global dos fenómenos totalitários no mundo moderno? Qual o lugar da política no conjunto das actividades humanas? Como se formaram, a que correspondem e como actuam os mitos contemporâneos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se trata de deslumbrar o leitor com estatísticas, fugindo à realidade sob a protecção de uma cortina de números. Trata-se de compreender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jules Monnerot desmonta com precisão e subtileza os mecanismos históricos e sociológicos do comunismo e, ao mesmo tempo, os mecanismos psicológicos do comunista. Estudando o fenómeno como qualquer outro, submetendo-o rigorosamente aos meios de investigação, recusa privilegiá-lo no que quer que seja e colocá-lo no centro de uma nova história sagrada, a título de Deus, ou a título do Diabo.&lt;br /&gt;Daí o êxito da obra, acolhida com entusiasmo por espíritos tão diferentes como Benedetto Croce e Emmanuel Mournier, Ortega y Gasset e René Gillouin, Gabriel Marcel e James Burnham, De Gaulle e André Breton.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-7030272135674184545?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7030272135674184545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7030272135674184545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/09/sociologia-do-comunismo-de-jules.html' title='Sociologia do Comunismo, de Jules Monnerot'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-8165168395271435526</id><published>2008-08-13T13:37:00.000-07:00</published><updated>2008-11-05T04:34:28.944-08:00</updated><title type='text'>A cinta promocional de Cara Lh Amas</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AfroditeMeloeCastrocinta.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/AfroditeMeloeCastrocinta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-8165168395271435526?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8165168395271435526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8165168395271435526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/08/cinta-promocional-de-cara-lh-amas.html' title='A cinta promocional de Cara Lh Amas'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-754927593026302467</id><published>2008-08-13T13:36:00.000-07:00</published><updated>2008-10-27T10:32:33.692-07:00</updated><title type='text'>Prefácio de Cara Lh Amas</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/melocastro.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/melocastro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Apresentamos a primeira parte do excelente prefácio à edição de &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/08/dois-poemas-grficos-de-cara-lh-amas.html"&gt;CARA LH AMAS,&lt;/a&gt; escrito pelo próprio E. M. de Melo e Castro (na foto).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Prefácio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Sobre as transformações do título deste livro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamei-lhe CARA LHA AMAS quando por volta de 1964 reuni alguns poemas que em comum tinham um certo tratamento de uma certa linguagem. E assim foi referido na «Antologia da Poesia Erótica e Satírica», onde alguns desses poemas foram publicados. Para mais rigorosa informação do Leitor transcrevo a nota que então deveria abrir o livro em projecto e explicava o título.&lt;br /&gt;«Se se chama ´Ideograma` ao sinal gráfico e visual de uma ideia, pode chamar-se ´cara lh amas` à grafia ou visualização que aqui se faz de um conhecido sujeito de que certamente todos, por variadas razões, lhe amam a cara.»&lt;br /&gt;e então, no ambiente eroticamente obscuro e repressivo dessa «longínqua» data, o título tinha toda a justificação numa função de choque e de (re)descoberta das enormes potencialidades criativas de um vocabulário maldito&lt;br /&gt;Também era o começo de uma euforia experimental que nas palavras encontrava sentidos e significados interiores insuspeitados pelo uso fúnebre e rotineiro que delas faziam certas pessoas. CARA LH AMAS era, portanto, o título justo a, pelo menos, dois níveis: o propriamente erótico e o linguístico experimental.&lt;br /&gt;No entanto o livro (que ia crescendo organicamente) não podia obviamente ser publicado. Apenas ficou na mente de alguns amigos e especialistas e a existência de tal título e de tal projecto de publicação na Afrodite-Fernando Ribeiro de Mello, claro.&lt;br /&gt;Mas quando esse projecto se pôde começar a concretizar receei que a força desmistificante de CARA LH AMAS tivesse diminuído precisamente nos 2 níveis que o justificavam: o erótico, por um actual maior à-vontade de comportamento e linguagem; o experimental, porque tais exercícios semânticos já haviam sido assimilados pelos leitores e são hoje parte da linguagem falada de muita gente.&lt;br /&gt;Havia que procurar outro título. Foi então que de uma conversa com José Martins Garcia, sobre os «Anagramas de Eros» em Ricardo Reis me surgiu: «OS ERROS DE EROS». Título que me satisfez plenamente pela subtileza: da ambiguidade moralista de «erros» à clareza da invocação de «eros» medeia apenas o eliminar de uma consoante e a consequente alteração fónica ou, fonologicamente uma simples oposição.&lt;br /&gt;Estava nisto quando surgiu Liberto Cruz que propõe: «OS ERROS DE CARA» título a todos os títulos mais complexo e mais rico em subtilezas ainda. È que «eros» está graficamente contido em «erros» e CARA é sem dúvida uma palavra plena de conotações mais diversas, desde ser a primeira parte de CARA LH AMAS, até aludir a uma frase popular, como por exemplo «é de caras». Por outro lado o ser «de» (proposição apenas) e não «do» aumenta a carga semântica total, por indeterminar ainda mais as conotações de cara. Assim, cheguei a um título que revelava uma maturidade emocional/linguístca, mas que era «pouco título».&lt;br /&gt;A força original de «cara lh amas» voltou a impor-se durante uma conversa com Helder Macedo, já que tal título pode agora ter ainda um outra leitura que se ajusta optimamente ao tom geral do livro, ou seja, o de um humor/sarcasmo sobre a sua própria natureza.&lt;br /&gt;Além disso uma história contada por Helder Macedo contribuiu decisivamente para o retorno ao título primitivo: «durante um ensaio num teatro de Lisboa, no meio de acalorada discussão, alguém gritou a plenos pulmões. «Em português todas as palavras querem dizer CARALHO».&lt;br /&gt;Perante tal evidência linguística, que outro título poderia ser escolhido?&lt;br /&gt;- Eis como um círculo de erudição se fecha sobre a realidade primeira e última de um amor que «é de caras»...&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-754927593026302467?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/754927593026302467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/754927593026302467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/08/prefcio-de-cara-lh-amas.html' title='Prefácio de Cara Lh Amas'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-6739703192586263678</id><published>2008-08-07T02:47:00.001-07:00</published><updated>2008-10-17T04:41:12.502-07:00</updated><title type='text'>Dois poemas gráficos de Cara Lh Amas</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Estruturalho.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Estruturalho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CaraLhaMas_Poema.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CaraLhaMas_Poema.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-6739703192586263678?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6739703192586263678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6739703192586263678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/08/dois-poemas-grficos-de-cara-lh-amas.html' title='Dois poemas gráficos de Cara Lh Amas'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-8924147508108996363</id><published>2008-08-07T02:47:00.000-07:00</published><updated>2008-10-09T04:40:57.570-07:00</updated><title type='text'>Cara Lh Amas, de E. M. de Melo e Castro</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(edição de Abril de 1974)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CaraLhaMas.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CaraLhaMas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Cara Lha Amas, poemas eróticos e sarcásticos 1964/1975&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capa e arranjo gráfico: Edições Afrodite&lt;br /&gt;Arte final: Nuno Amorim&lt;br /&gt;Edições e direitos: Edições Afrodite&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na badana&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o homem, comprimido no cidadão é corpo, não será esse homem nem homem nem cidadão.&lt;br /&gt;Neste solo onde há séculos vigora a máquina censória, inquisitorial, sinistra, criou-se em cada cidadão, por dentro da epiderme, do tutano ou da alma, (para quem quiser ter um), um vigilante, um polícia, um informador, um inibido ser que a si se castra e aos outros tenta triturar, se pode.&lt;br /&gt;Num país entre todos excelente, ganhou foros de excelência «a miséria sexual». E os mentores, os censores, os moralistas, os guardas da escuridão e do açaime, devotamente pregam abstinência para moldarem as normas da opressão.&lt;br /&gt;Opressão sexual, repressão política. Como pode ser livre no pão e na palavra quem ao próprio corpo ignora, avilta ou menospreza?&lt;br /&gt;A poesia erótica, essa que os sistemas pretendem sufocar, aponta para uma forma superior de liberdade. Incide na coragem de não mais reprimir a afirmação do corpo, inaugura o seu discurso com o ataque ao tabus. E fala do amor como se em cada verbo vivesse a integral partilha dos corpos.&lt;br /&gt;A poesia erótica de E. M. de Melo e Castro canta a anti-renúncia, canta um compromisso livremente assumido. Situa-se para além da ordem, tanto na ordem repressiva, convencional, abstracta, despótica, como da ordem imposta à consumação sexual. (Donde, a incriminação do autor, por causa de textos, em Tribunal Plenário, no ano da graça de 1970). É a exaltação experimental, a negação do a priori que envenena as relações humanas, a transposição artística duma vivência pela sexualização dum acto de fala.&lt;br /&gt;Por isso estes poemas são um apelo à coragem, uma concepção revolucionária do corpo, uma reivindicação de vida, contra o obscurantismo que nunca tolerou a liberdade dos corpos que se celebram, nem mesmo quando se reveste de paternalismo cultural.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-8924147508108996363?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8924147508108996363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8924147508108996363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/08/cara-lh-amas-de-e-m-de-melo-e-castro.html' title='Cara Lh Amas, de E. M. de Melo e Castro'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-2262181202475297677</id><published>2008-08-01T07:37:00.000-07:00</published><updated>2008-10-03T05:34:53.614-07:00</updated><title type='text'>O editor na banheira - fotografia</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Ribeiro_Melo.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Ribeiro_Melo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fotografia retirada do blog &lt;/span&gt;&lt;a href="http://almocrevedaspetas.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Almocreve das Petas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, de um post de &lt;a href="http://almocrevedaspetas.blogspot.com/2006_09_01_archive.html#115746729931682949"&gt;s&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://almocrevedaspetas.blogspot.com/2006_09_01_archive.html#115746729931682949"&gt;etembro de 2006&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, onde se apresentam textos da imprensa da altura sobre a conferência / &lt;em&gt;perfomance &lt;/em&gt;onde Fernado Ribeiro de Mello, numa banheira, apresentou novas publicações Afrodite.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-2262181202475297677?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/2262181202475297677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/2262181202475297677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/08/o-editor-na-banheira-fotografia.html' title='O editor na banheira - fotografia'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-5298020608956347757</id><published>2008-08-01T07:26:00.000-07:00</published><updated>2008-09-26T04:54:49.913-07:00</updated><title type='text'>Duas ilustrações na História Trágico-Marítima</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Escada.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Escada.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Autor: Escada&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/HistoriaTragicoMaritimaDesenho.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/HistoriaTragicoMaritimaDesenho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; Autor: Eurico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-5298020608956347757?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5298020608956347757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/5298020608956347757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/08/duas-ilustraes-na-histria-trgico.html' title='Duas ilustrações na História Trágico-Marítima'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-3729183796102816977</id><published>2008-08-01T07:22:00.000-07:00</published><updated>2008-09-19T04:47:39.893-07:00</updated><title type='text'>História Trágico-Marítima, de Bernardo G. de Brito</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;(edição de Outubro de 1971)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/HistoriaTragicoMaritimaCapa.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/HistoriaTragicoMaritimaCapa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Colecção Clássicos&lt;br /&gt;2 Volumes&lt;br /&gt;Fixação de texto, glossário e notas de Neves Águas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentários de:&lt;br /&gt;Fernando Luso Soares&lt;br /&gt;José Saramago&lt;br /&gt;M. Lúcia Lepecki&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ilustrações de:&lt;br /&gt;Cruzeiro Seixas&lt;br /&gt;Eurico&lt;br /&gt;Carlos Calvet&lt;br /&gt;José Escada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arranjo gráfico do volume de José Marques de Abreu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nota de Edição&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a presente edição da «História Trágico-Marítima» tivemos em conta a 1.ª edição da mesma (1735-1736).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queremos, contudo, esclarecer que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 Ao actualizarmos tanto a ortografia como a acentuação mantivemos, todavia, algumas formas características da época que, na sua grande parte, persistem ainda hoje na linguagem popular;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 Estabelecemos, contudo, um glossário, no final do 2.º volume, afim de permitir uma tanto quanto possível perfeita apreensão dos termos mais antigos e/ou fora de uso;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 Mantivemos a pontuação original, que por razões inerentes ao tempo e acto de feitura dos textos se encontra fora das regras actuais de pontuação, considerando que a mesma não afecta o entendimento destes últimos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 Sempre que nos pareceu necessário ou se levantaram dúvidas quanto à interpretação, recorremos à confrontação com outras edições ou estudos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 As notas, no final do 2.º volume, são uma tentativa de um mais detalhado esclarecimento relativamente à compreensão de alguns passos menos claros do texto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-3729183796102816977?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3729183796102816977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/3729183796102816977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/08/histria-trgico-martima-de-bernardo-g-de.html' title='História Trágico-Marítima, de Bernardo G. de Brito'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-4603077708357851000</id><published>2008-07-17T05:01:00.000-07:00</published><updated>2008-09-13T07:16:50.890-07:00</updated><title type='text'>Uma página do Manual</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/ManualInquisidores1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/ManualInquisidores1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Apresentamos uma página do &lt;em&gt;Manual dos Inquisidores&lt;/em&gt;, de Nicolau Emérico, exemplificativa do género de ilustração que valoriza o livro. Os frisos foram elaborados por quatro artistas: Eduardo Batarda, Carlos Ferreiro, Nuno Amorim e Diogo Vieira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-4603077708357851000?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/4603077708357851000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/4603077708357851000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/07/pginas-do-manual.html' title='Uma página do Manual'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-7105555806855241815</id><published>2008-07-17T04:51:00.002-07:00</published><updated>2008-09-04T04:52:06.456-07:00</updated><title type='text'>O Manual dos Inquisidores, de Nicolau Emérico</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(edição de Maio de 1972)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/ManualInquisidores.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/ManualInquisidores.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Colecção Clássicos&lt;br /&gt;Tradução e recolha de textos de Manuel João Gomes&lt;br /&gt;Comentários de:&lt;br /&gt;Manuel João Gomes&lt;br /&gt;Fernando Luso Soares&lt;br /&gt;D. António Ferreira Gomes&lt;br /&gt;Francisco Salgado Zenha&lt;br /&gt;Padre José da Felicidade Alves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frisos Ilustrativos de:&lt;br /&gt;Eduardo Batarda&lt;br /&gt;Carlos Ferreiro&lt;br /&gt;Nuno Amorim&lt;br /&gt;Diogo Vieira&lt;br /&gt;Arranjo gráfico do volume de José Marques de Abreu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nota de introdução:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Neste volume se divulgam alguns textos fundamentais para o estudo da Instituição Inquisitorial. Na base está o texto do &lt;em&gt;Manual dos Inquisidores,&lt;/em&gt; cuja primeira edição impressa é de 1578 (mas que dois séculos antes já célebre e celebrado) e se nos apresenta como o que há de mais importante em toda a literatura jurídica que vigorou na Península. Inicialmente é fruto do trabalho de Frei Nicolau Emérico (1320 – 1399) da Ordem dos Pregadores e grande Inquisidor de Aragão, onde conseguiu fama de grande competência no assunto e onde começou a construir o seu &lt;em&gt;Directorium Inquisitorium,&lt;/em&gt; obra inesgotávelmente exaustiva: as sucessivas quatro edições do &lt;em&gt;Directorium&lt;/em&gt; provam quanto ele era útil e utilizado.&lt;br /&gt;Directamente da penúltima edição (1607) se seleccionaram e traduziram os textos que vão na 2.ª parte deste volume e pretendem dar uma ideia, quanto possível completa, do código criminal em questão.&lt;br /&gt;Quanto a este primeiro texto, necessário se torna dizer o seguinte: é a nossa versão de um texto francês com a data de 1702¹, com esta história: tendo o Marquês de Pombal, com a ajuda da Inquisição Portuguesa (na mão dos Dominicanos) feito executar um jesuíta de nome Padre Malagrida, resolveram os jesuítas franceses (então ideológicos inimigos dos dominicanos jansenistas) provar a injustiça do acórdão que levou à fogueira o confrade. Fizeram-no, socorrendo-se do texto, do &lt;em&gt;Directorium Inquisitorium&lt;/em&gt; de Emérico, que reescreveram resumindo e à sua maneira, para servir fins evidentemente polémicos.&lt;br /&gt;Isso explicará a forma que este Manual apresenta: é um Abrejé que inventa a sua forma própria, ora transcrevendo, ora citando, ora rodeando e adaptando a escrita do dominicano Emérico. Evita-se o tom canonista da edição, espanhola, em proveito de uma forma mais explicativamente didáctica. O autor francês fará mesmo a omissão de certos assuntos; há muitas reticências a até a ausência de referências a capítulos inteiros. Sem falarmos das adaptações bastante livres de muitas expressões típicas, como se pode concluir da comparação de trechos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;1 - Publicado na revista NOVEAU COMMERCE (&lt;em&gt;cahier&lt;/em&gt; 17, &lt;em&gt;Automne&lt;/em&gt; 1970) daí se traduziu a nossa versão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-7105555806855241815?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7105555806855241815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7105555806855241815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/07/o-manual-dos-inquisidores-de-nicolau.html' title='O Manual dos Inquisidores, de Nicolau Emérico'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-9093402515157790827</id><published>2008-07-17T04:51:00.001-07:00</published><updated>2008-08-27T04:54:37.914-07:00</updated><title type='text'>Montras Afrodite</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CIMG4618cortada.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/CIMG4618cortada.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Alguns sitíos (&lt;em&gt;online)&lt;/em&gt; onde se encontram à venda livros das Edições Afrodite:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Na &lt;a href="http://www.letralivre.com/"&gt;Letra Livre&lt;/a&gt; (Lisboa), após uma busca por editor, encontramos 15 referências. Destacamos um exemplar de &lt;em&gt;Do General ao Cabo Mais Ocident&lt;/em&gt;al de Álvaro Guerra (com dedicatória do autor). Outra edição rara à venda na Letra Livre é a de &lt;em&gt;Insofrimento in Sofrimento&lt;/em&gt; José Carlos Ary dos Santos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Na &lt;a href="http://www.livrarialumiere.blogspot.com/"&gt;Livraria Lumiére&lt;/a&gt; (Porto), encontramos à venda, a bons preços, exemplares da &lt;em&gt;Poesia Portuguesa Erótica e Satírica dos Séc XVIII e VXI&lt;/em&gt; e da edição&lt;em&gt; Antologia de Poesia Latina Erótica e Satírica,&lt;/em&gt; entre outros, que se apresentam ao longo da página principal do blog:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antologia de Poesia Latina, Erótica e Satírica&lt;br /&gt;Grande Livro de S. Cipriano ou Tesouros do Feiticeiro&lt;br /&gt;Antologia do Conto Fantástico Português&lt;br /&gt;Pinto, Fernão Mendes - Peregrinação&lt;br /&gt;Engels, Frederico - Anti-Duhring ou A Subversão da Ciência pelo Sr. Eugénio Duhring&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O livreiro antiquário &lt;a href="http://www.livro-antigo.com/site/index.php"&gt;Miguel de Carvalho&lt;/a&gt; (Coimbra), tem na sua página uma montra dedicada às Edições Afrodite. Na busca deve-se procurar em Editor, por Afrodite, e surgem edições de &lt;em&gt;As 50 Posições - Manual prático de mesa de cabeceira&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Supermacho,&lt;/em&gt; de Alfred Jarry ou um exemplar de &lt;em&gt;O Sexo na Moderna Ficção Cinetífica&lt;/em&gt; (Antologia de autores fanceses).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Na &lt;a href="http://www.livrariaarteseletras.pt/index.asp"&gt;Livraria Artes e Letras &lt;/a&gt;(Lisboa) vendem-se um raro exemplar de &lt;em&gt;As Aventuras de Alice no País das Maravilhas&lt;/em&gt;, Lewis Carrol, 1976, 1.ª edição, ou um exemplar da &lt;em&gt;Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica&lt;/em&gt; (dos cancioneiros medievais à actualidade), de Natália Correia, com ilustrações de Cruzeiro Seixas, 1966.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Na &lt;a href="http://www.alfarrabistaavelarmachado.com.pt/loja/"&gt;Livraria Alfarrabista Avelar Machado&lt;/a&gt; (Lisboa), após uma busca por editor, encontramos 12 referências das Edições Afrodite. Destacamos os exemplares de &lt;em&gt;Antologia do Humor Negro,&lt;/em&gt; de André Breton, 1973, ou a &lt;em&gt;Antologia do Humor Português &lt;/em&gt;de Vergilio&lt;em&gt; &lt;/em&gt;Martinho e Ernesto Sampaio, 1969. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Na &lt;a href="http://www.livraria-esperanca.pt/"&gt;Livraria Esperança&lt;/a&gt; (Funchal), destacamos a edição &lt;em&gt;Revolucionários e Querubins&lt;/em&gt; de José Martins Garcia, 1977, e o &lt;em&gt;Uso e o Abuso&lt;/em&gt; de Armando Silva Carvalho, 1976.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-9093402515157790827?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/9093402515157790827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/9093402515157790827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/07/montras-afrodite.html' title='Montras Afrodite'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-7123375245604585938</id><published>2008-07-01T05:24:00.000-07:00</published><updated>2008-08-13T13:30:33.225-07:00</updated><title type='text'>Fotografia com Fernando Ribeiro de Mello</title><content type='html'>&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/scan0004.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/scan0004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Fotografia retirada da &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/07/defesa-do-poeta.html"&gt;Fotobiografia de Natália Correia&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;1968, Livraria Quadrante, lançamento de &lt;em&gt;A Madona&lt;/em&gt;: &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2006/10/fernando-ribeiro-bento-de-mello.html"&gt;Fernando Ribeiro de Mello&lt;/a&gt; (então editor da Afrodite) e Helena Cantos. À direita, Antónia Skapinakis, Rosy e Branca Miranda Robdrigues.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-7123375245604585938?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7123375245604585938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7123375245604585938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/07/fotografia-com-fernando-ribeiro-de.html' title='Fotografia com Fernando Ribeiro de Mello'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-6482794162692969286</id><published>2008-07-01T05:20:00.000-07:00</published><updated>2008-08-07T03:04:04.729-07:00</updated><title type='text'>A Defesa do Poeta</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/03/antologia-de-poesia-portuguesa-ertica-e.html"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/scan0003.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Na &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/06/da-fotobiografia-de-natlia-correia.html"&gt;Fotobiografia&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/05/natlia-correia.html"&gt;Natália Correia,&lt;/a&gt; encontramos uma referência à sua defesa em Tribunal pela edição da &lt;em&gt;Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica&lt;/em&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/03/antologia-de-poesia-portuguesa-ertica-e.html"&gt;Em 1966 é condenada a três anos de cadeia – com pena suspensa – pela publicação da &lt;em&gt;Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;. O livro foi editado em 1966, pela Afrodite, com selecção, prefácio e notas de sua autoria.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;“A Natália tinha preparado um texto – A Defesa do Poeta – para ler no tribunal [Compus este poema para me defender no Tribunal Plenário de tenebrosa memória(…)]. Mas o Manuel João Palma Carlos, advogado dela, disse-lhe que não o fizesse. É claro que os livreiros não podiam ter um único exemplar do livro [Poesia Erótica e Satírica]. Nessa altura, tive dezenas de exemplares escondidos em minha casa, e nem o meu marido sabia disso. O Fernando Ribeiro de Mello vinha cá de vez em quando buscar alguns.”&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Branca Miranda Rodrigues&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:100%;"&gt;A Defesa do Poeta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhores juízes sou um poeta&lt;br /&gt;um multipétalo uivo um defeito&lt;br /&gt;e ando com uma camisa de vento&lt;br /&gt;ao contrário do esqueleto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou um vestíbulo do impossível um lápis&lt;br /&gt;de armazenado espanto e por fim&lt;br /&gt;com a paciência dos versos&lt;br /&gt;espero viver dentro de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou em código o azul de todos&lt;br /&gt;(curtido couro de cicatrizes)&lt;br /&gt;uma avaria cantante&lt;br /&gt;na maquineta dos felizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhores banqueiros sois a cidade&lt;br /&gt;o vosso enfarte serei&lt;br /&gt;não há cidade sem o parque&lt;br /&gt;do sono que vos roubei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhores professores que pusestes&lt;br /&gt;a prémio minha rara edição&lt;br /&gt;de raptar-me em crianças que salvo&lt;br /&gt;do incêndio da vossa lição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhores tiranos que do baralho&lt;br /&gt;de em pó volverdes sois os reis&lt;br /&gt;dou um poeta jogo-me aos dados&lt;br /&gt;ganho as paisagens que não vereis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhores heróis até aos dentes&lt;br /&gt;puro exercício de ninguém&lt;br /&gt;minha cobardia é esperar-vos&lt;br /&gt;umas estrofes mais além.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhores três quatro cinco e sete&lt;br /&gt;que medo vos pôs em ordem?&lt;br /&gt;que pavor fechou o leque&lt;br /&gt;da vossa diferença enquanto homem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhores juízes que não molhais&lt;br /&gt;a pena na tinta da natureza&lt;br /&gt;não apedrejeis meu pássaro&lt;br /&gt;sem que ele cante minha defesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou um instantâneo das coisas&lt;br /&gt;apanhadas em delito de paixão&lt;br /&gt;a raiz quadrada da flor&lt;br /&gt;que espalmais em apertos de mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou uma impudência a mesa posta&lt;br /&gt;de um verso onde o possa escrever.&lt;br /&gt;Ó subalimentados do sonho!&lt;br /&gt;A poesia é para comer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-6482794162692969286?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6482794162692969286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6482794162692969286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/07/defesa-do-poeta.html' title='A Defesa do Poeta'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-68697821495873283</id><published>2008-06-12T04:49:00.000-07:00</published><updated>2008-07-29T04:26:59.123-07:00</updated><title type='text'>Da Fotobiografia de Natália Correia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/scan0001.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/scan0001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A Fotobiografia de Natália Correia, de Ana Paula Costa, foi editada em 2005 pela Dom Quixote. O prefácio, intitulado &lt;em&gt;Natália na Ilha do Fogo&lt;/em&gt;, foi escrito por Inês Pedrosa, de onde retiramos a seguinte passagem:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;“Escrevera tanto. A censura apreendera-lhe tantos livros. A memória das pessoas é tão curta. Quem se lembra que a revolução sexual em Portugal havia sido iniciada com a sua &lt;em&gt;Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica&lt;/em&gt; publicada e proibida em 1966?”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-68697821495873283?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/68697821495873283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/68697821495873283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/06/da-fotobiografia-de-natlia-correia.html' title='Da Fotobiografia de Natália Correia'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-6839879347281519117</id><published>2008-05-24T08:32:00.000-07:00</published><updated>2008-07-22T04:42:26.769-07:00</updated><title type='text'>Desmarxizar a Universidade, de Jules Monnerot</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;(edição de Março de 1978)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Desmarxizar.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Desmarxizar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tradução de Armando Costa e Silva&lt;br /&gt;Capa de Jorge Cardoso&lt;br /&gt;Colecção Guias&lt;br /&gt;Edição e arranjo gráfico de Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Contracapa&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jules Monnerot&lt;/strong&gt;, autor traduzido em todas as línguas cultas, excepto o russo, em “Desmarxizar a Universidade”, obra de leitura particularmente oportuna hoje em Portugal,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Denuncia:&lt;/strong&gt; a fraude intelectual do marxismo: Professores ensinam, a título de ciência, uma mitologia; a colonização da Universidade pela superstição e por crenças fanáticas que não têm a seu favor nem a verdade, nem a maioria; a exegese catequética a que se dedicam os docentes, sob camuflagem científica; a hipoteca dogmática que esmaga as Ciências Humanas; a destruição do espírito crítico e da liberdade exigida pela investigação; a generalização do erro pelo sistema de ensino, de raiz centralizadora e unitária; a produção em série de cretinos artificiais, cretinos “de cultura”, como se diz das pérolas; a violação da laicidade do ensino e da neutralidade do Estado, garantias da liberdade de consciência dos cidadãos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Responsabiliza:&lt;/strong&gt; os professores, os pais, a classe económica, a classe política, o Estado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diagnostica:&lt;/strong&gt; a ruptura provocada pela contradição de uma cultura subordinada à verdade e o terrorismo do erro, imposto pelo clericalismo marxista;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Analisa:&lt;/strong&gt; o novo pensamento revolucionário, no domínio estratégico e no plano táctico;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Demonstra:&lt;/strong&gt; o risco de quebra da regular transmissão dos conhecimento, das técnicas e dos valores, que condiciona o desenvolvimento das sociedades avançadas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preconiza:&lt;/strong&gt; a desmarxização da universidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-6839879347281519117?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6839879347281519117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/6839879347281519117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/05/desmarxizar-universidade-de-jules.html' title='Desmarxizar a Universidade, de Jules Monnerot'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-8352624596030048479</id><published>2008-05-17T06:33:00.000-07:00</published><updated>2008-07-17T04:51:09.315-07:00</updated><title type='text'>José Martins Garcia na Revista Ler</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/JoseMartinsGarcia.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/JoseMartinsGarcia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ana da Silva entrevistou &lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2007/02/jos-martins-garcia.html"&gt;José Martins Garcia&lt;/a&gt; para a revista Ler (n.º 36 – Outono de 1996).&lt;br /&gt;O colaborador de Fernando Ribeiro de Mello fala sobre a sua obra literária, destacando nós excertos onde se refere a livros publicados nas Edições Afrodite:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;José Martins Garcia -&lt;/strong&gt; ... de que serve que um poema meu seja lido em Paris, se eu sou perfeitamente desconhecido na ilha em que nasci? Eu não chego à ilha do Pico. &lt;em&gt;Lugar de Massacre&lt;/em&gt; teve talvez mais críticas em língua inglesa  (aquando da primeira edição) do que em português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ana da Silva -&lt;/strong&gt; Há mais algum texto seu traduzido? Ninguém lhe fez uma proposta de tradução?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JMG -&lt;/strong&gt; Só estes poemas foram traduzidos. O Álvaro Manuel Machado pôs a hipótese de traduzir &lt;em&gt;Lugar de Massacre&lt;/em&gt; para francês. Chamar-se-ia &lt;em&gt;Lieu de Massacre&lt;/em&gt;, mas essa tentativa falhou, e também acho que falha um bocadinho devido ao meu mau feitio. Eu, depois de fazer uma coisa, não me interesso muito por ela. Eu sei que há escritores que cuidam da sua imagem e das críticas que lhes fazem, que vão ver aos jornais se alguém se alguém disse bem ou disse mal, eu deixo tudo isso ao meu editor. Digo ao meu editor: «Eu já tenho o trabalho de escrever o livro, o resto é com você, comercialização, críticas, promoção.» Não tenho muita inclinação para a minha propaganda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AS -&lt;/strong&gt; A sua sátira visa alvos contraditórios num confronto entre concepções de vida, entre a moral estabelecida e outra moral subjacente (a das personagens e/ou dos narradores) que sofrem ambas permanentemente de um cepticismo que, talvez, nem sempre chegue a prevalecer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JMG -&lt;/strong&gt; Será esse cepticismo generalizável ao conjunto dos meus romances e ao conjunto dos meus contos? Creio que não. No &lt;em&gt;Lugar de Massacre&lt;/em&gt;, há um texto de contracapa – na primeira edição – depois foi retirado – que parece ser de um cepticismo ou de um negativismo absoluto, mas não é, porque, numa conversa entre o paciente e o psiquiatra, o paciente afirma que há-de tentar destruir a ordem estabelecida. O que é um aspecto negativo dessa negatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AS -&lt;/strong&gt; Em &lt;em&gt;Lugar de Massacre&lt;/em&gt;, a sátira à inutilidade do massacre de uma juventude numa guerra colonial absurda, que visa essencialmente alguns chefes paranóicos e megalómenos, opõe-se à lucidez da maioria das personagens e sua consciência do absurdo, da inutilidade desse massacre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JMG -&lt;/strong&gt; Sim, a grande maioria quer é acabar os dois anos de comissão e ir para casa, ninguém está a fazer nada naquela guerra. A hostilidade e a agressividade vão dar, por fim, aquele estado de coisas, aquela palhaçada que é a guerra colonial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AS -&lt;/strong&gt; A fome, o medo e a morte são três obsessões que deram origem a três títulos de obras a que chamou «a triologia do desespero»: &lt;em&gt;&lt;a href="http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/01/fome-de-jos-martins-garcia.html"&gt;A Fome,&lt;/a&gt; O Medo, e Imitação da Morte.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JMG -&lt;/strong&gt; De facto vivi algum tempo obcecado pela ideia de que há três poderosos inimigos da dignidade humana: a fome, o medo e a morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a &lt;em&gt;A Fome&lt;/em&gt;, também acabei por descobrir – um lapso na minha cultura, todos nós temos – que A fome era o título de um livro de um norueguês, Knut Hamsun. Quem me chamou a atenção para o facto de eu estar a usar um título que tinha sido usado por um Prémio Nobel da Literatura, mas do princípio do século, foi o Vergílio Ferreira, num cartãozinho em letra muito minúscula, dizendo: «Gostei muito do seu livro. Só lamento o título, porque  foi usado por Knut Hamsun que, como deve saber, se tornou fascista.»&lt;br /&gt;Eu pensei comigo: «Coitado, Vergílio Ferreira está cheio de boas intenções, mas eu não me vou tornar fascista por ter escrito&lt;em&gt; A Fome.»&lt;/em&gt; Depois li &lt;em&gt;A Fome&lt;/em&gt; de Hamsun, em francês. O livro não tem grande analogia temática, mas houve uma coisa que me surpreendeu. Em francês, há um indivíduo que é caracterizado como tendo «yeux aïgus» e eu, n´&lt;em&gt;A Fome,&lt;/em&gt; uso a expressão «olhos agudos de fome». São estas coincidências que nada podem explicar, porque eu não tinha lido Hamsun.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A Fome&lt;/em&gt;, aliás, é um titulo complexo – não é só a fome material, é fome espiritual, fome de amor, fome de entendimento, fome de solidariedade...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-8352624596030048479?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8352624596030048479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/8352624596030048479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/05/jos-martins-garcia-na-revista-ler.html' title='José Martins Garcia na Revista Ler'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30800265.post-7285169099760595141</id><published>2008-05-17T06:31:00.001-07:00</published><updated>2008-07-08T04:43:30.880-07:00</updated><title type='text'>Pinguim em Fundo Branco - a história e a ilustração</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Ilustracao_Pinguim1.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://i113.photobucket.com/albums/n238/ricardo-jorge-1/Ilustracao_Pinguim1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Era uma vez um pinguim...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês estão a ver uma enorme planície branca, muito branca, luzidia, muito luzidia... A terra está coberta de gelo. O mar está gelado. Aquela onda, acolá, que ia a crescer sobre a onda seguinte, ficou suspensa no ar, a meio do movimento. Gelada. É uma onda a posar para um retrato, muito quietinha, à espera do degelo para acabar de ser onda.&lt;br /&gt;As noites são brancas, os dias são brancos e o sol, que se escondeu, também era branco. Apetece falar de mil lençóis estendidos no chão, de claras batidas em castelo, de «chantilly», de natas, de leite, de mantas de arminho, de gelados de baunilha, mas nada disto serve. O Pólo Sul é ainda mais branco. Tal e qual como vos digo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No centro de toda esta brancura não é difícil encontrar um pinguim. Os pinguins têm o papo coberto de penas brancas, mas o dorso, as asas e a cabeça embuçados em penas pretas. São umas aves muito respeitáveis, que se passeiam de um lado para o outro com as asas atrás das costas, e fazendo muitas curvaturas com a cabeça. Quem as vir pela primeira vez dirá:&lt;br /&gt;- Parecem pessoas de casaca.&lt;br /&gt;Enganam-se. Quando as pessoas começaram a andar de casaca já havia pinguins, há muito tempo. Por isso talvez se pudesse dizer, vendo um cortejo de pessoas encasacadas:&lt;br /&gt;- Parecem pinguins...&lt;br /&gt;Mas lá me estou eu a afastar da minha história. Toca a voltar ao princípio:&lt;br /&gt;Era uma vez um pinguim... todo branco.&lt;br /&gt;Nunca se tinha visto nada de semelhante no Pólo Sul e arredores. O caso parecia tão estranho para os restantes pinguins pretos e brancos, como se de um ovo de pinguim tivesse nascido um papagaio. Nem mais!&lt;br /&gt;O pinguim da nossa história tinha a cabeça e as asas brancas como uma pomba e o papo branquinho como o de qualquer pinguim que se preze. De resto, quanto à configuração do corpo, ao modo de andar e aos meneios da cabeça não se punha em dúvida que não fosse pinguim, mas... branco.&lt;br /&gt;Naquele eterno deserto de gelo, sem nada de interesse que distaria a vista e ajude a passar o tempo, os pinguins entretêm-se a jogar às escondidas. Jogam por desfastio e porque não há mais nada para fazer. Um fecha os olhos e conta, pausadamente, até dez, e os outros correm (devagarinho!) a esconder-se.&lt;br /&gt;- Já está! – dizem eles.&lt;br /&gt;Numa terra em que tudo é branco, o jogo das escondidas não é nada fácil. De um monte de gelo ou da crista gelada de uma onda, sobra sempre uma pena mal alisada das asas, o cocuruto da cabeça ou uma pontinha do rabo que logo se distinguem do fundo todo, todo, todo branco.&lt;br /&gt;- Vi-te.&lt;br /&gt;- Não me viste nada – e, sem querer, o pinguim escondido mostra um bocadinho mas das asas pretas.&lt;br /&gt;- Agora é que te vi.&lt;br /&gt;Assim se divertem os pinguins, no Pólo Sul. Mas o nosso pinguim todo branco não podia jogar às escondidas, porque os outros não deixavam. Como é que havia de se descobrir um pinguim todo branco no meio daquele deserto de gelo tão branco como o pinguim todo branco?&lt;br /&gt;Por isso o pinguim todo branco vivia muito triste, sem ter com quem brincar. Passava os dias a dormir e a sonhar com gelo azul, verde, amarelo, lilás... enfim, de qualquer outra cor que lhe permitisse jogar às escondidas com os seus irmãos, os pinguins pretos e brancos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.......&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Da última vez que eu estive no Pólo Sul, fui encontrá-lo muito desanimado. Contou-me as suas desgraças e pediu-me auxílio.&lt;br /&gt;- Vamos ver o que se pode arranjar! – respondi-lhe eu.&lt;br /&gt;Pensei em várias soluções irrealizáveis, coisas do arco-da-velha, completamente desmioladas, e acabei por lhe pedir para vir comigo.&lt;br /&gt;- Tenho a impressão que lá, em Lisboa, tudo se resolve. Venha daí!&lt;br /&gt;Ele veio. Levei-o para minha casa, arranjei-lhe um lugar mais ou menos confortável no frigorífico e telefonei para um amigo meu, que é um pintor cheio de talento e uma pessoa muito amável.&lt;br /&gt;Queria que vissem a ligeireza e a perícia com que ele pintou as asas, o dorso e a cabeça do pinguim todo branco. Trabalho perfeito! E, como ponto final de distinção, ainda lhe desenhou um laço primoroso a realçar-se sobras as penas brancas do peito.&lt;br /&gt;Já não era o pinguim abatido e descorado que eu trouxera comigo, mas um pinguim novo, fresquinho, a cheirar a tintas, um distinto pinguim branco e preto.&lt;br /&gt;Seguiu logo para o aeroporto, com imensa pressa de voltar para os desertos gelados do seu país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.......&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebi há dais do Pólo Sul, uma pequena carta cheia de cumprimentos e agradecimentos ao meu amigo pintor, mais isto e mais aquilo... e acabava pedindo muita desculpa por não escrever mais, mas os outros pinguins estavam a chamá-lo para ir jogar às escondidas.&lt;br /&gt;Vejam como é fácil tornar feliz um pinguim!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30800265-7285169099760595141?l=editora-afrodite.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7285169099760595141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30800265/posts/default/7285169099760595141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://editora-afrodite.blogspot.com/2008/05/pinguim-em-fundo-branco-histria-e.html' title='Pinguim em Fundo Branco - a história e a ilustração'/><author><name>ricardo jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11290556778347160107</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
